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        <title>Portal Mundo Sindical - Noticias sobre Sindicalismo</title> 
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        <description>Sindicalismo levado a serio!</description> 
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        <copyright>MUNDO SINDICAL 2026</copyright>
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            <title>Portal Mundo Sindical - Sindicalismo levado a serio!</title>
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                        <title>Nome social no trabalho: respeito à identidade e dever de prevenir discriminação</title> 
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                    <title>Nome social no trabalho: respeito à identidade e dever de prevenir discriminação</title> 
                    <description>Decisões recentes do TST e protocolos do Judiciário reforçam que a adoção do nome social é medida de dignidade para pessoas trans</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69074</link>
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                        <![CDATA[<p>No mundo do trabalho, o enfrentamento &agrave; discrimina&ccedil;&atilde;o passa por medidas concretas de respeito &agrave; identidade, entre elas o uso do nome social, cada vez mais reconhecido pela Justi&ccedil;a do Trabalho como um direito diretamente ligado &agrave; dignidade da pessoa humana.</p>
<p>Al&eacute;m de orientar a atua&ccedil;&atilde;o da magistratura por meio de protocolos espec&iacute;ficos, o Tribunal Superior do Trabalho (TST) tem reafirmado, em decis&otilde;es recentes, que a relut&acirc;ncia ou a demora das empresas para adotar o nome social de empregados ou empregadas trans pode gerar condena&ccedil;&atilde;o por dano moral, especialmente quando exp&otilde;e a pessoa a constrangimento no ambiente profissional.</p>
<h4>Nome social e direitos no trabalho</h4>
<p>O uso do nome social est&aacute; vinculado a direitos fundamentais assegurados pela Constitui&ccedil;&atilde;o, como a dignidade da pessoa humana, a prote&ccedil;&atilde;o &agrave; honra e &agrave; imagem e a veda&ccedil;&atilde;o de discrimina&ccedil;&atilde;o. No &acirc;mbito das rela&ccedil;&otilde;es de trabalho, esses princ&iacute;pios se traduzem no dever do empregador de garantir um ambiente respeitoso, livre de pr&aacute;ticas discriminat&oacute;rias.</p>
<p>Na pr&aacute;tica, isso significa que quem trabalha deve ser identificado pelo nome social em todos os espa&ccedil;os de intera&ccedil;&atilde;o cotidiana, como:</p>
<ul>
<li>crach&aacute;s e identifica&ccedil;&atilde;o funcional;</li>
<li>sistemas internos e logins;</li>
<li>e-mail corporativo;</li>
<li>listas de ramais e equipes;</li>
<li>catracas e controles de acesso.</li>
</ul>
<p>A manuten&ccedil;&atilde;o do nome civil anterior, o chamado &ldquo;nome morto&rdquo;, pode representar n&atilde;o apenas uma falha administrativa, mas uma exposi&ccedil;&atilde;o indevida. Em julgados recentes, o TST tem destacado que, quando essa situa&ccedil;&atilde;o se prolonga, pode configurar viol&ecirc;ncia institucional, por submeter a pessoa a constrangimentos repetitivos no ambiente de trabalho.</p>
<h4>&ldquo;Chame pelo nome&rdquo;</h4>
<p>Para a jornalista Lulna Mendon&ccedil;a, colaboradora no TST, o respeito &agrave; identidade vai muito al&eacute;m do ajuste de sistemas. "A mensagem que deixo para as empresas &eacute;: chame pelo nome. Pergunte, acolha&rdquo;, afirma. &ldquo;Se n&atilde;o est&aacute; atualizado no papel, ignora o papel. O que importa &eacute; o outro, &eacute; o ser humano e as conex&otilde;es que fazemos."</p>
<p>Lulna, que j&aacute; fez a retifica&ccedil;&atilde;o oficial de nome e g&ecirc;nero em seus documentos, ressalta que um ambiente acolhedor &eacute; constru&iacute;do com atitudes simples. "Muitas pessoas, por nunca terem convivido com uma pessoa trans, ficam sem jeito de saber como chegar. &Eacute; s&oacute; prestar aten&ccedil;&atilde;o em como a pessoa se apresenta e se coloca. Se &eacute; o nome que te deixa na d&uacute;vida, pergunta: como voc&ecirc; prefere que eu te chame?. Movimentos b&aacute;sicos transformam a realidade das pessoas.&rdquo;</p>
<p>Mesmo com a documenta&ccedil;&atilde;o atualizada, ela relata que ainda enfrenta desafios, especialmente em rela&ccedil;&atilde;o aos pronomes. "As pessoas me veem com identidade feminina e ainda assim insistem no pronome masculino. &Eacute; preciso muito jogo de cintura para lidar com esses erros."</p>
<p>Ela refor&ccedil;a que as empresas podem agir mesmo antes da atualiza&ccedil;&atilde;o do sistema. "Se voc&ecirc; n&atilde;o conseguiu ainda atualizar o cadastro, o boca a boca funciona&rdquo;, diz. &ldquo;Voc&ecirc; pode instruir a equipe sobre como aquela pessoa se identifica e como quer se portar no mundo. Se voc&ecirc; pode fazer o dia de algu&eacute;m melhor, vamos fazer esse movimento."</p>
<h4>Como proceder para usar o nome social</h4>
<p>O procedimento costuma envolver duas etapas principais:</p>
<p>Solicita&ccedil;&atilde;o interna: a pessoa pode formalizar o pedido &agrave; empresa para que o nome social seja adotado nos registros e sistemas de uso cotidiano.<br />Ajustes documentais (quando necess&aacute;rios): embora algumas empresas condicionem altera&ccedil;&otilde;es a atualiza&ccedil;&otilde;es em bases externas, como registros civis ou fiscais, a Justi&ccedil;a do Trabalho tem enfatizado que isso n&atilde;o pode justificar a exposi&ccedil;&atilde;o prolongada da pessoa nem a demora na corre&ccedil;&atilde;o de registros internos.</p>
<h4>Decis&otilde;es do TST: quando a demora gera dano moral</h4>
<p>Dois casos recentes julgados pelo TST tratam diretamente da quest&atilde;o. Num processo decidido pela ministra K&aacute;tia Arruda, da Sexta Turma, um homem trans que trabalhava como teleatendente relatou que, durante o contrato, seu nome de registro continuava sendo exibido em sistemas internos, na catraca e em outras ferramentas de trabalho, mesmo ap&oacute;s solicita&ccedil;&otilde;es de corre&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>As inst&acirc;ncias anteriores haviam fixado a indeniza&ccedil;&atilde;o em cerca de R$ 4 mil, classificando o dano como leve. No TST, a ministra entendeu que a gravidade da situa&ccedil;&atilde;o havia sido subestimada e elevou o valor para R$ 20 mil. Segundo ela, a demora em corrigir o problema exp&ocirc;s o trabalhador a constrangimento cont&iacute;nuo e violou direitos ligados &agrave; identidade e &agrave; dignidade.&nbsp;</p>
<p>A ministra tamb&eacute;m ressaltou que o desrespeito ao nome social, quando prolongado, n&atilde;o pode ser tratado como mero erro t&eacute;cnico, mas como conduta com impacto relevante sobre a integridade da pessoa.</p>
<p>J&aacute; em outra decis&atilde;o, desta vez envolvendo uma mulher trans, uma ind&uacute;stria de cosm&eacute;ticos, mesmo ap&oacute;s solicita&ccedil;&atilde;o formal em julho de 2020, n&atilde;o havia atualizado o nome social da trabalhadora em seus registros at&eacute; pelo menos abril de 2021.&nbsp;</p>
<p>A S&eacute;tima Turma manteve a indeniza&ccedil;&atilde;o de R$ 20 mil, rejeitando o recurso da empresa. Para o relator, desembargador convocado Jos&eacute; Pedro de Camargo, &eacute; injustific&aacute;vel qualquer ajuste para menos na condena&ccedil;&atilde;o, &ldquo;tendo em conta o longo tempo levado para fazer a corre&ccedil;&atilde;o e, ainda, a simplicidade desse ato&rdquo;. Ele destacou que a demora na mudan&ccedil;a, que s&oacute; foi feita depois do ajuizamento da a&ccedil;&atilde;o, aumentou o sofrimento e a ang&uacute;stia da trabalhadora.&nbsp;</p>
<h4>Protocolos orientam atua&ccedil;&atilde;o com perspectiva antidiscriminat&oacute;ria</h4>
<p>Decis&otilde;es como essas dialogam com diretrizes institucionais adotadas pelo Judici&aacute;rio. O Protocolo para Julgamento com Perspectiva de G&ecirc;nero do Conselho Nacional de Justi&ccedil;a (CNJ) orienta magistradas e magistrados a considerar desigualdades estruturais e a evitar decis&otilde;es baseadas em estere&oacute;tipos.</p>
<p>No &acirc;mbito da Justi&ccedil;a do Trabalho, os Protocolos para Atua&ccedil;&atilde;o e Julgamento com Perspectiva Antidiscriminat&oacute;ria, Interseccional e Inclusiva recomendam aten&ccedil;&atilde;o &agrave; hipervulnerabilidade de pessoas trans e indicam que pr&aacute;ticas institucionais omissivas, como a n&atilde;o ado&ccedil;&atilde;o do nome social, podem configurar formas de discrimina&ccedil;&atilde;o.</p>
<h4>Equidade, perman&ecirc;ncia e ambiente inclusivo</h4>
<p>A promo&ccedil;&atilde;o de ambientes de trabalho respeitosos tamb&eacute;m integra a atua&ccedil;&atilde;o institucional. O Programa de Equidade de Ra&ccedil;a, G&ecirc;nero e Diversidade da Justi&ccedil;a do Trabalho, criado pelo CSJT, busca fomentar pol&iacute;ticas de inclus&atilde;o e igualdade de tratamento.</p>
<h4>Direito j&aacute; reconhecido no Judici&aacute;rio</h4>
<p>Desde 2018, &eacute; assegurado no &acirc;mbito do Poder Judici&aacute;rio o direito de pessoas trans, travestis e n&atilde;o bin&aacute;rias utilizarem o nome social em sistemas, registros funcionais e documentos, conforme resolu&ccedil;&atilde;o do CNJ. A medida se aplica a magistradas e magistrados, servidoras e servidores, estagi&aacute;rias e estagi&aacute;rios, terceirizadas e terceirizados e tamb&eacute;m a pessoas que utilizam a Justi&ccedil;a.</p>
<h4>Luta e visibilidade</h4>
<p>O m&ecirc;s de maio re&uacute;ne duas datas importantes para as pessoas trans. Esta sexta-feira (15) &eacute; o Dia Nacional do Orgulho Trans e Travesti. A data marca o nascimento da Associa&ccedil;&atilde;o de Travestis e Liberados (Astral), no Rio de Janeiro, em 1993, considerada a base para a cria&ccedil;&atilde;o do movimento de pessoas trans e travestis no Brasil. No domingo (17), comemora-se o Dia Internacional contra a LGBTfobia. Foi nessa data que a Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial da Sa&uacute;de (OMS) retirou a homossexualidade da lista de transtornos ps&iacute;quicos (CID), em 1990.&nbsp;</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Fri, 15 May 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>TST</author>
                </item>
            
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                        <title>Com luta, trabalhadores da Panasonic conquistam R$ 10 mil de PLR</title> 
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                    <title>Com luta, trabalhadores da Panasonic conquistam R$ 10 mil de PLR</title> 
                    <description></description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69073</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>Os metal&uacute;rgicos da Panasonic, na zona sul de S&atilde;o Jos&eacute; dos Campos, conquistaram R$ 10 mil de PLR (Participa&ccedil;&atilde;o nos Lucros e Resultados) com flexibiliza&ccedil;&atilde;o das metas e R$ 1.500 de abono. A proposta foi aprovada em assembleia, nesta quinta-feira (14), e representa uma vit&oacute;ria para os trabalhadores, que haviam rejeitado a proposta anterior e enviado aviso de greve para a empresa.</p>
<p>O acordo foi resultado da mobiliza&ccedil;&atilde;o dos trabalhadores e de quatro rodadas de negocia&ccedil;&atilde;o entre a empresa, o Sindicato e a comiss&atilde;o de PLR. Os trabalhadores tamb&eacute;m conquistaram a renova&ccedil;&atilde;o das cl&aacute;usulas sociais da Campanha Salarial at&eacute; 2028, aumento real de 1,5% e abono.</p>
<p><span>Confira as conquistas na &iacute;ntegra:</span></p>
<ul>
<li>R$ 10 mil de PLR com flexibiliza&ccedil;&atilde;o das metas (1&ordf; parcela de R$ 9 mil neste m&ecirc;s e segunda parcela em janeiro de 2027);</li>
<li>vale-alimenta&ccedil;&atilde;o de R$ 550;</li>
<li>60 dias de estabilidade;</li>
<li>na Campanha Salarial, renova&ccedil;&atilde;o das cl&aacute;usulas sociais at&eacute; 2028;</li>
<li>INPC mais 1,5% de aumento real para sal&aacute;rios de at&eacute; R$ 8 mil. Acima dessa faixa, um valor fixo de R$ 421;</li>
<li>abono salarial de R$ 1.500 (R$ 1.000 neste m&ecirc;s e R$ 500 em setembro).</li>
</ul>
<p>&ldquo;Foi uma importante conquista, inclusive para a Campanha Salarial. Sem a mobiliza&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o haveria avan&ccedil;os nas negocia&ccedil;&otilde;es. Os trabalhadores sa&iacute;ram vitoriosos&rdquo;, afirma o diretor do Sindicato, Cristiano de Souza.</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Fri, 15 May 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos / Foto: Roosevelt Cássio</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>Comando Nacional propõe "Pacto pela saúde dos bancários"</title> 
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                    <title>Comando Nacional propõe "Pacto pela saúde dos bancários"</title> 
                    <description>Movimento sindical denuncia correlação entre aumento expressivo de afastamentos por doenças mentais entre bancários e a prática de gestão por metas abusivas</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69072</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>O Comando Nacional das Banc&aacute;rias e dos Banc&aacute;rios se reuniu nesta quinta-feira (15) com a Federa&ccedil;&atilde;o Nacional dos Bancos (Fenaban), na mesa de Negocia&ccedil;&atilde;o Nacional Permanente sobre Sa&uacute;de.<br /><br />Os casos de afastamento acident&aacute;rio por sa&uacute;de mental no setor financeiro aumentaram de 9,3% para 20%, entre 2012 e 2024 -&nbsp;<strong>o maior crescimento registrado no pa&iacute;s entre todos os setores.&nbsp;</strong>Considerando apenas o subsetor banc&aacute;rio, os transtornos mentais responderam por 55,9% dos afastamentos acident&aacute;rios em 2024, equanto as LERT/DORT (doen&ccedil;as relacionadas a movimentos repetitivos e esfor&ccedil;o excessivo no trabalho) por 20,3% dos afastamentos.<br /><br />A coordenadora do Comando Nacional dos Banc&aacute;rios,&nbsp;<strong>Juvandia Moreira</strong>, refor&ccedil;ou que os altos n&iacute;veis de afastamento no setor financeiro est&atilde;o ligados a um modelo de gest&atilde;o adoecedor, baseado na press&atilde;o por resultados e metas exageradas e de dif&iacute;cil cumprimento.<br /><br /><strong>"Esses s&atilde;o dados do INSS, com base em informa&ccedil;&otilde;es da plataforma Smartlab, confirmam que o padr&atilde;o de afastamentos por adoecimento que antes era restrito ao banc&aacute;rio se difundiu para todo o ramo financeiro e isso est&aacute; ligado aos efeitos colaterais de um ambiente organizacional com metas abusivas, que sobrecarregam o trabalhador e estimulam a rivalidade e n&atilde;o a colabora&ccedil;&atilde;o saud&aacute;vel&rdquo;</strong>, ponderou.<br /><br />A tamb&eacute;m coordenadora do Comando Nacional,&nbsp;<strong>Neiva Ribeiro</strong>, completou que, mais do que dinheiro no bolso,&nbsp;<strong>"os trabalhadores querem qualidade de vida, bem-estar, o que n&atilde;o est&aacute; sendo poss&iacute;vel de serem alcan&ccedil;ados por causa das condi&ccedil;&otilde;es de trabalho, da gest&atilde;o por metas abusivas, sobrecarga e hipervigil&acirc;ncia"</strong>, pontuou.</p>
<h2>Reivindica&ccedil;&otilde;es dos trabalhadores</h2>
<p>O Comando Nacional reivindicou:<br /><br /><strong>- Levantamento das causas dos afastamentos:</strong>&nbsp;que os bancos forne&ccedil;am os dados epidemiol&oacute;gicos e documentos do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR), conforme a Norma Regulamentadora n&ordm; 1 (NR-1).<br /><br /><strong>- Combate aos fatores de riscos psicossociais:</strong>&nbsp;como metas abusivas, sobrecarga de trabalho, ass&eacute;dio moral, hipervigil&acirc;ncia algor&iacute;tmica, entre outras pr&aacute;ticas de gest&atilde;o abusiva.<br /><br />O movimento sindical tamb&eacute;m prop&ocirc;s um "<strong>Pacto pela Sa&uacute;de"</strong>, baseado nas normas de sa&uacute;de, e que inclui:<br /><br /><strong>- A participa&ccedil;&atilde;o dos trabalhadores na implementa&ccedil;&atilde;o da NR-1,</strong>&nbsp;que obriga as empresas a gerenciarem os riscos psicossociais relacionados ao trabalho, como sobrecarga, press&atilde;o por metas, conflitos e ass&eacute;dio moral, para prevenir Burnout e doen&ccedil;as mentais.<br /><br /><strong>- O cumprimento das NR 17 e a NR 7,&nbsp;</strong>que j&aacute; est&atilde;o em vigor: a primeira determina que o trabalho deve ser adaptar &agrave;s condi&ccedil;&otilde;es psicofisiol&oacute;gicas dos trabalhadores, enquanto a segunda determina a preven&ccedil;&atilde;o, rastreamento e diagn&oacute;stico precoce de agravos relacionados ao trabalho.</p>
<h2>Metas negativas</h2>
<p>O secret&aacute;rio de Sa&uacute;de da Contraf-CUT, Mauro Sales destacou que os sindicatos vem registrando as chamadas &ldquo;metas negativas&rdquo;, que ocorrem quando o trabalhador &eacute; punido com o descomissionamento da remunera&ccedil;&atilde;o vari&aacute;vel ou com advert&ecirc;ncias, quando, por exemplo, um cliente desiste de um produto ap&oacute;s ter fechado sua contrata&ccedil;&atilde;o.&nbsp;<br /><br /><strong>"A categoria banc&aacute;ria n&atilde;o tem mais perspectiva de carreira, se sente pressionada com o medo do fechamento de ag&ecirc;ncias, perda de empregos, descomissionamentos, metas negativas, e quando adoece n&atilde;o &eacute; acolhida. Tudo isso contribui para os riscos psicossociais"</strong>, explicou.<br /><br />Por fim, Salles denunciou o crescimento de casos de trabalhadores com atestados, convocados para avalia&ccedil;&atilde;o por m&eacute;dicos do banco e sendo pressionados para voltar ao trabalho, antes de terminar o per&iacute;odo de tratamento.&nbsp;<strong>&ldquo;Al&eacute;m de irregular, essa pr&aacute;tica tem sido um dos problemas que os trabalhadores enfrentam para acessar benef&iacute;cios do INSS, portanto impedidos do tempo necess&aacute;rio de recupera&ccedil;&atilde;o&rdquo;</strong>, destacou.</p>
<h2>Socorro adequado pelos bancos</h2>
<p><span>Na mesa de negocia&ccedil;&atilde;o,&nbsp;<strong>Juvandia Moreira&nbsp;</strong>citou o caso de uma banc&aacute;ria do Banco do Brasil, de uma ag&ecirc;ncia de Ji-Paran&aacute;, que ao ter uma<strong>&nbsp;crise de ansiedade aguda no local de trabalho</strong>, ao inv&eacute;s de ser socorrida pelo banco e encaminhada para uma unidade de sa&uacute;de, teve apenas um familiar comunicado para que fosse at&eacute; a unidade.</span><br /><br />Foi cobrado dos bancos que, em uma situa&ccedil;&atilde;o como essa, a empresa tem a responsabilidade de prestar imediatamente o socorro adequado ao trabalhador, conforme determina a legisla&ccedil;&atilde;o, para ent&atilde;o comunicar os familiares.</p>
<h2>Resposta da Fenaban e encaminhamentos</h2>
<p>A Fenaban aceitou discutir a NR 1 com os trabalhadores, assim como as demais reivindica&ccedil;&otilde;es desta reuni&atilde;o, no primeiro encontro da Campanha Nacional Unificada das banc&aacute;rias e dos banc&aacute;rios, prevista para come&ccedil;ar entre final de junho e in&iacute;cio de julho. Portanto, Sa&uacute;de ser&aacute; o primeiro tema da s&eacute;rie de encontros para renova&ccedil;&atilde;o da Conven&ccedil;&atilde;o Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria.<br /><br /><strong>&ldquo;N&atilde;o queremos negar a responsabilidade dos bancos com o cumprimento da NR 1, pelo contr&aacute;rio, que as empresas assumam e cumpram as normas com a participa&ccedil;&atilde;o dos trabalhadores&rdquo;</strong>, destacou Mauro Salles.<br /><br />Na quest&atilde;o da convoca&ccedil;&atilde;o de banc&aacute;rios afastados por atestados do INSS, para avalia&ccedil;&atilde;o e valida&ccedil;&atilde;o dos atestados por m&eacute;dicos do banco, a Fenaban abriu diverg&ecirc;ncia e insistiu na manuten&ccedil;&atilde;o da pr&aacute;tica.<br /><br />Sobre este ponto, Mauro Salles rebateu que os<strong>&nbsp;bancos n&atilde;o s&atilde;o peritos e que o INSS &eacute; a entidade qualificada para identificar e atestar se um trabalhador deve ou n&atilde;o ser afastado</strong>.</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Fri, 15 May 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Contraf-CUT</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>Atos do Sindicato em SBC reforçam mobilização pelas 40 horas semanais</title> 
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                    <title>Atos do Sindicato em SBC reforçam mobilização pelas 40 horas semanais</title> 
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                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69071</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>O Sindicato dos Qu&iacute;micos do ABC realizou, na manh&atilde; desta ter&ccedil;a-feira, 12, atos em defesa da redu&ccedil;&atilde;o da jornada de trabalho sem redu&ccedil;&atilde;o de sal&aacute;rios. A mobiliza&ccedil;&atilde;o aconteceu em frente &agrave;s empresas Ortobom, Slip, Belfano e Nasca, em S&atilde;o Bernardo, reunindo dirigentes da entidade e representantes de sindicatos parceiros na luta pelas 40 horas semanais e pelo fim da escala 6&times;1, garantindo dois dias de descanso por semana.&nbsp;</p>
<p>A a&ccedil;&atilde;o integra a Campanha pela Redu&ccedil;&atilde;o da Jornada sem Redu&ccedil;&atilde;o de Sal&aacute;rio do Sindicato, lan&ccedil;ada neste ano e conectada &agrave; mobiliza&ccedil;&atilde;o nacional em defesa do fim da jornada exaustiva. O debate ganhou ainda mais for&ccedil;a ap&oacute;s o governo do presidente Lula enviar ao Congresso Nacional uma proposta com urg&ecirc;ncia constitucional, estabelecendo prazo de 45 dias para aprecia&ccedil;&atilde;o da mat&eacute;ria.</p>
<div id="attachment_98826" class="wp-caption aligncenter">
<p id="caption-attachment-98826" class="wp-caption-text">A expectativa &eacute; que o parecer seja votado na comiss&atilde;o especial da C&acirc;mara dos Deputados no pr&oacute;ximo dia 26 de maio, com aprecia&ccedil;&atilde;o no plen&aacute;rio prevista para o dia 27.&nbsp;</p>
</div>
<p>O governo Lula tem defendido publicamente a mudan&ccedil;a, destacando que a redu&ccedil;&atilde;o da jornada significa mais dignidade, qualidade de vida, acesso &agrave; cultura e tempo de lazer para os trabalhadores e trabalhadoras.</p>
<div id="attachment_98814" class="wp-caption aligncenter">
<p id="caption-attachment-98814" class="wp-caption-text"><strong>&ldquo;&Eacute; hora de mobilizar&rdquo;</strong>&nbsp;</p>
</div>
<p>Durante os atos, o presidente do Sindicato dos Qu&iacute;micos do ABC, Jos&eacute; Evandro Alves da Silva, refor&ccedil;ou a necessidade de press&atilde;o popular para garantir a aprova&ccedil;&atilde;o da proposta. &ldquo;Redu&ccedil;&atilde;o da jornada significa mais sa&uacute;de, mais tempo para estudar, mais tempo com a fam&iacute;lia, mais qualidade de vida e mais desenvolvimento. &Eacute; hora de mobilizar e pressionar deputados e senadores para que fiquem do lado da classe trabalhadora&rdquo;, afirmou.</p>
<p>Evandro tamb&eacute;m criticou parlamentares que tentam barrar os avan&ccedil;os. &ldquo;Tem deputado mais preocupado em proteger bandido do que enfrentar as jornadas exaustivas que adoecem trabalhadores e trabalhadoras. A classe trabalhadora precisa estar atenta e ocupar as ruas para conquistar esse direito hist&oacute;rico&rdquo;, declarou.&nbsp;</p>
<p><strong>Reduzir a jornada no Setor Qu&iacute;mico &eacute; poss&iacute;vel</strong>&nbsp;</p>
<p>Levantamentos do Sindicato aponta que 75% dos trabalhadores da nossa categoria j&aacute; trabalham menos de 44 horas semanais. Estudos do Ipea e do DIEESE mostram que a redu&ccedil;&atilde;o da jornada &eacute; vi&aacute;vel e pode gerar mais empregos, produtividade e equil&iacute;brio entre vida e trabalho, sem impacto significativo nos custos das grandes empresas. Pesquisas tamb&eacute;m mostram amplo apoio popular &agrave; redu&ccedil;&atilde;o da jornada e ao fim da escala 6&times;1.</p>
<div id="attachment_98799" class="wp-caption aligncenter">
<p id="caption-attachment-98799" class="wp-caption-text">O Sindicato segue mobilizando os locais de trabalho pela redu&ccedil;&atilde;o da jornada, pelo fim da escala 6&times;1 e pelo cumprimento dos direitos garantidos na Conven&ccedil;&atilde;o Coletiva da categoria.&nbsp;</p>
</div>
<p><span>Confira as fotos do ato&nbsp;</span><a href="https://quimicosabc.org.br/fotos/ato/ato-pela-reducao-40-horas-semanais-e-pela-fim-da-escala-6x1-sem-reducao-de-salario/">AQUI</a></p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Fri, 15 May 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author> Sindicato dos Químicos do ABC / Foto: Dino Santos/Químicos do ABC</author>
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                        <title>CNTE participa de audiência pública em defesa da MP do Piso do Magistério no Senado</title> 
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                    <title>CNTE participa de audiência pública em defesa da MP do Piso do Magistério no Senado</title> 
                    <description>Comissão Mista da Medida Provisória 1334, que atualiza a fórmula de cálculo do piso salarial, promoveu uma audiência pública com representantes da educação para debater o reajuste de 5,4%</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69070</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>A Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional dos Trabalhadores em Educa&ccedil;&atilde;o (CNTE) destacou o papel da atualiza&ccedil;&atilde;o do Piso do Magist&eacute;rio em valorizar um projeto de pa&iacute;s pautado pelo ensino qualificado na audi&ecirc;ncia p&uacute;blica promovida pela Comiss&atilde;o Mista da Medida Provis&oacute;ria 1334/2026, nesta quinta-feira (14).</p>
<p>&ldquo;N&oacute;s estamos discutindo aqui o que &eacute; um projeto de pa&iacute;s, porque pensar a valoriza&ccedil;&atilde;o dos trabalhadores da educa&ccedil;&atilde;o &eacute; valorizar a educa&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica&rdquo;, disse a secret&aacute;ria de Assuntos Educacionais da CNTE, Guelda Andrade.</p>
<p>A audi&ecirc;ncia p&uacute;blica foi convocada pelo relator revisor da MP, deputado Rog&eacute;rio Correia (PT-MG), e conduzida pela vice-presidente da comiss&atilde;o, senadora Teresa Leit&atilde;o (PT-PE). Representantes do governo federal, gestores estaduais e municipais e entidades da &aacute;rea educacional participaram do debate no Plen&aacute;rio 02 do Senado Federal, apresentando argumentos para a aprova&ccedil;&atilde;o da MP 1334/26.</p>
<p>A medida estabelece reajuste de 5,4% no piso salarial nacional do magist&eacute;rio, elevando o valor para R$ 5.130,63 para jornada de 40 horas semanais. O texto tamb&eacute;m altera a regra de atualiza&ccedil;&atilde;o anual do piso, que passa a considerar a infla&ccedil;&atilde;o medida pelo &Iacute;ndice Nacional de Pre&ccedil;os ao Consumidor (INPC) e a varia&ccedil;&atilde;o das receitas do Fundo de Manuten&ccedil;&atilde;o e Desenvolvimento da Educa&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica e de Valoriza&ccedil;&atilde;o dos Profissionais da Educa&ccedil;&atilde;o (Fundeb), de modo que o reajuste n&atilde;o fique abaixo da infla&ccedil;&atilde;o.</p>
<p><strong>Debate cont&iacute;nuo</strong></p>
<p>O presidente da Uni&atilde;o Nacional dos Dirigentes Municipais de Educa&ccedil;&atilde;o (UNDIME), Luiz Garcia, iniciou o debate com o destaque dos desafios enfrentados pelos professores, que precisam exercer longas jornadas de trabalho para conseguir sustento. &ldquo;O piso cria um la&ccedil;o para que cada vez mais a gente possa ter um professor que se dedique de forma integral a sua comunidade escolar, que n&atilde;o tenha necessidade de ter dupla jornada&rdquo;, comentou.&nbsp;</p>
<p>Em sua fala, o secret&aacute;rio de Articula&ccedil;&atilde;o Intersetorial e com os Sistemas de Ensino do Minist&eacute;rio da Educa&ccedil;&atilde;o, Greg&oacute;rio Grisa, relembrou que a MP 1334 procura resolver de in&iacute;cio as quest&otilde;es mais urgentes levantadas no F&oacute;rum do Piso Salarial do Magist&eacute;rio, que re&uacute;ne representantes do poder p&uacute;blico, de associa&ccedil;&otilde;es em defesa da educa&ccedil;&atilde;o e dos munic&iacute;pios desde 2023.</p>
<p>&ldquo;Em um governo democr&aacute;tico, o F&oacute;rum tem que ser permanente. H&aacute; um outro conjunto de quest&otilde;es debatidas, mas que n&atilde;o montaram um grau de consenso para trazer uma proposta normativa. A MP tem esse primeiro objetivo de pacificar juridica e politicamente a Lei do Piso como uma lei aceita por todos os entes, de reduzir a judicializa&ccedil;&atilde;o&rdquo;, explicou.</p>
<p>A senadora Teresa apontou que o projeto pode ser continuado: &ldquo;L&aacute; para frente, quem sabe a MP n&atilde;o seja aperfei&ccedil;oada, mas agora ela cumpre um papel importante. &Eacute; uma tentativa de superar as demandas judiciais, o desrespeito &agrave; Lei do Piso que existe e instituir um modo de atualiza&ccedil;&atilde;o que seja plaus&iacute;vel, aumentando inclusive o rigor para o cumprimento&rdquo;.</p>
<p><strong>Valoriza&ccedil;&atilde;o</strong></p>
<p>Guelda Andrade destacou o compromisso social da CNTE no F&oacute;rum do Piso ao desenvolver uma proposta de c&aacute;lculo com equil&iacute;brio entre a valoriza&ccedil;&atilde;o profissional e a sustentabilidade financeira dos entes federados. A reda&ccedil;&atilde;o da MP apresentada foi elaborada em conjunto, com objetivo de salvaguardar dois crit&eacute;rios para a atualiza&ccedil;&atilde;o anual: valores devem sempre estar acima do n&iacute;vel da infla&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o ultrapassar o crescimento nominal das receitas do Fundeb.</p>
<p>Na regra anterior, a atualiza&ccedil;&atilde;o do piso era vinculada exclusivamente ao crescimento do valor aluno/ano do Fundeb. Mas as mudan&ccedil;as do Fundo, com a Emenda Constitucional 135 de 2024, resultaram em redistribui&ccedil;&otilde;es de recursos que causaram limita&ccedil;&otilde;es estruturais no piso. &ldquo;Sem uma nova regra, o Brasil corria o risco de voltar a ter reajustes nulos ou inferiores &agrave; infla&ccedil;&atilde;o, como em 2021, quando tivemos um reajuste de 0%, e em 2024, quando o &iacute;ndice ficou abaixo da infla&ccedil;&atilde;o acumulada&rdquo;, declara Guelda.</p>
<p>A consequ&ecirc;ncia, afirma a secret&aacute;ria, &eacute; a perda do poder de compra dos profissionais da categoria: &ldquo;Piso abaixo da infla&ccedil;&atilde;o implica na desvaloriza&ccedil;&atilde;o profissional, significa aprofundar a crise de atividade da carreira do paciente neste pa&iacute;s. E n&oacute;s j&aacute; temos in&uacute;meras pesquisas que apontam para o futuro um apag&atilde;o gigante de profissionais de educa&ccedil;&atilde;o. Ou seja, n&oacute;s n&atilde;o teremos professores nas escolas&rdquo;.</p>
<p>A CNTE segue presente nas discuss&otilde;es do F&oacute;rum, defendendo os pontos ainda n&atilde;o contemplados pela MP, guiada pelos princ&iacute;pios de valoriza&ccedil;&atilde;o permanente, fortalecimento das carreiras e amplia&ccedil;&atilde;o da participa&ccedil;&atilde;o da Uni&atilde;o na educa&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica.&nbsp;</p>
<p>&ldquo;Vamos continuar a defender medidas mais estruturantes, que d&ecirc;em mais seguran&ccedil;a para a valoriza&ccedil;&atilde;o do magist&eacute;rio, entre elas a amplia&ccedil;&atilde;o da complementa&ccedil;&atilde;o da Uni&atilde;o para garantir sustentabilidade ao piso nacional e a mudan&ccedil;a da refer&ecirc;ncia do piso de n&iacute;vel m&eacute;dio para a forma&ccedil;&atilde;o em n&iacute;vel superior, preservando os direitos dos profissionais de n&iacute;vel m&eacute;dio e destravando os planos de carreira nos estados e nos munic&iacute;pios&rdquo;, finaliza Guelda.</p>
<p><strong>Plano de trabalho</strong></p>
<p>A&nbsp;<a href="https://legis.senado.leg.br/atividade/comissoes/comissao/2834/">comiss&atilde;o mista</a>&nbsp;que analisa a medida provis&oacute;ria do reajuste do piso salarial dos professores da educa&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica p&uacute;blica aprovou na ter&ccedil;a-feira (12) o plano de trabalho e requerimentos para realiza&ccedil;&atilde;o de audi&ecirc;ncia p&uacute;blica. Na mesma reuni&atilde;o, o colegiado elegeu o deputado Idilvan Alencar (PSB-CE) para a presid&ecirc;ncia da comiss&atilde;o.</p>
<p>A pr&oacute;xima etapa &eacute; a apresenta&ccedil;&atilde;o do relat&oacute;rio final, de responsabilidade da deputada Dorinha Seabra (Uni&atilde;o-TO), na segunda-feira (18). A vota&ccedil;&atilde;o da medida provis&oacute;ria est&aacute; marcada para a ter&ccedil;a-feira (19).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=hH1CWYrXNhw&amp;t=2s">Assista a audi&ecirc;ncia p&uacute;blica na &iacute;ntegra clicando aqui</a>.</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Fri, 15 May 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>CNTE com informações da Agência Senado / Foto: Geovana Albuquerque/CNTE</author>
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                        <title>Metalúrgicas e metalúrgicos debatem cooperação Brasil-Suécia e desafios globais</title> 
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                    <title>Metalúrgicas e metalúrgicos debatem cooperação Brasil-Suécia e desafios globais</title> 
                    <description>Encontro com dirigentes suecos reforça integração sindical e análise política no Brasil e na América Latina</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69069</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>Dirigentes sindicais brasileiras e brasileiros participaram, na &uacute;ltima segunda-feira (11), em S&atilde;o Paulo, de uma reuni&atilde;o com representantes da IndustriALL Global Union e do IF Metall para debater a conjuntura pol&iacute;tica e os desafios da classe trabalhadora na ind&uacute;stria.</p>
<p>O encontro, realizado na sede da Federa&ccedil;&atilde;o dos Trabalhadores nas Ind&uacute;strias Qu&iacute;micas e Farmac&ecirc;uticas do Estado de S&atilde;o Paulo (FEQUINFAR), reuniu lideran&ccedil;as de diferentes categorias e regi&otilde;es do pa&iacute;s.</p>
<p>Articulada com apoio do vice-presidente da IndustriALL para a Am&eacute;rica Latina e Caribe, Maicon Vasconcelos, a atividade teve como objetivo promover interc&acirc;mbio entre Brasil e Su&eacute;cia. A agenda tamb&eacute;m marcou os 200 anos de coopera&ccedil;&atilde;o entre os dois pa&iacute;ses, fortalecendo o di&aacute;logo internacional e a constru&ccedil;&atilde;o de estrat&eacute;gias conjuntas.</p>
<p>Durante a reuni&atilde;o, Maicon apresentou uma an&aacute;lise sobre a Am&eacute;rica Latina e Caribe, refor&ccedil;ando a necessidade de integra&ccedil;&atilde;o produtiva e sindical. "&Eacute; fundamental avan&ccedil;ar na constru&ccedil;&atilde;o de soberania territorial, energ&eacute;tica, cient&iacute;fica e pol&iacute;tica na regi&atilde;o", disse, ao destacar o papel da articula&ccedil;&atilde;o internacional nesse processo.</p>
<p>A dirigente sindical sueca Marie Nilsson, ex-presidenta e atual vice-presidenta da IndustriALL Global Union, destacou a converg&ecirc;ncia das lutas em n&iacute;vel global. "As trabalhadoras e trabalhadores enfrentam desafios semelhantes diante do avan&ccedil;o de uma agenda neoliberal e da extrema direita", afirmou, ao defender maior articula&ccedil;&atilde;o entre os pa&iacute;ses.</p>
<p>Tamb&eacute;m participaram representantes internacionais como Johan J&auml;rvklo, secret&aacute;rio internacional do IF Metall, al&eacute;m de Peter Fr&ouml;v&eacute;n e Kaveh Hagi, ligados a projetos de coopera&ccedil;&atilde;o sindical. Entre os temas debatidos, esteve o desenvolvimento de iniciativas de forma&ccedil;&atilde;o voltadas &agrave; negocia&ccedil;&atilde;o coletiva diante da reestrutura&ccedil;&atilde;o produtiva, com apoio do projeto Union to Union.</p>
<p>O encontro contou com a participa&ccedil;&atilde;o de representantes dos setores qu&iacute;mico, metal&uacute;rgico e de borracha, que apresentaram informes sobre a situa&ccedil;&atilde;o atual de suas categorias. A troca de experi&ecirc;ncias permitiu identificar pontos comuns e fortalecer estrat&eacute;gias de resist&ecirc;ncia frente aos desafios globais.</p>
<p><strong><br />An&aacute;lise no ABC Paulista<br /></strong><br />Al&eacute;m da agenda em S&atilde;o Paulo, a delega&ccedil;&atilde;o sueca tamb&eacute;m participou de atividades no ABC Paulista, onde foi realizada uma an&aacute;lise de conjuntura pol&iacute;tica brasileira. O debate abordou desde os governos de Fernando Henrique Cardoso at&eacute; o atual mandato do presidente Luiz In&aacute;cio Lula da Silva, destacando a influ&ecirc;ncia hist&oacute;rica da regi&atilde;o nas pol&iacute;ticas industriais do pa&iacute;s.</p>
<p>Segundo os participantes, cerca de 70% das diretrizes do programa Nova Ind&uacute;stria Brasil t&ecirc;m origem em discuss&otilde;es constru&iacute;das no Sindicato dos Metal&uacute;rgicos do ABC. A atividade tamb&eacute;m analisou os impactos da extrema direita na Am&eacute;rica Latina e os reflexos nas cadeias produtivas, incluindo as rela&ccedil;&otilde;es entre Brasil e Argentina.</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Fri, 15 May 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Cadu Bazilevski | Editado por: Érica Aragão - CNM/CUT / Foto:  Adonis Guerra</author>
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                <item>
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                        <title>Luiz Marinho defende em SP redução de jornada para 40 horas semanais com dois dias de folga remunerados</title> 
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                    <title>Luiz Marinho defende em SP redução de jornada para 40 horas semanais com dois dias de folga remunerados</title> 
                    <description>"PEC precisa definir a redução de jornada, o restante deve ser por negociação, na convenção coletiva de cada categoria", defende o ministro</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69068</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>O ministro do Trabalho e Emprego,&nbsp;<span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline">Luiz Marinho</span>, defendeu nesta quinta-feira (14), em S&atilde;o Paulo, a aprova&ccedil;&atilde;o da proposta que estabelece a redu&ccedil;&atilde;o da jornada de trabalho para 40 horas semanais, com dois dias de descanso remunerado. A declara&ccedil;&atilde;o foi feita durante audi&ecirc;ncia p&uacute;blica da Comiss&atilde;o Especial da C&acirc;mara dos Deputados que debate, nos estados, a PEC 221/2019, voltada ao fim da escala 6x1 no Brasil. &ldquo;&Eacute; isso que a PEC precisa definir, o restante deve ser definido por negocia&ccedil;&atilde;o coletiva, na conven&ccedil;&atilde;o coletiva de cada categoria. Essa discuss&atilde;o da regulamenta&ccedil;&atilde;o deve ser constru&iacute;da entre trabalhadores e empregadores, respeitando especificidades de cada setor&rdquo;, defendeu Marinho.</p>
<p>Segundo o ministro, a mudan&ccedil;a para a escala 5x2 vai gerar mais produtividade, redu&ccedil;&atilde;o do absente&iacute;smo e melhora no ambiente de trabalho. &ldquo;J&aacute; poder&iacute;amos estar trabalhando h&aacute; muitos anos com jornada de 40 horas semanais. A maioria dos pa&iacute;ses j&aacute; n&atilde;o utilizam mais a jornada de 44 horas&rdquo;, afirmou.</p>
<p>Sobre a compensa&ccedil;&atilde;o pedida por algumas frentes do setor produtivo, que desejam desonera&ccedil;&otilde;es para compensar a redu&ccedil;&atilde;o da jornada, o ministro ressaltou que isso n&atilde;o vai ocorrer. &ldquo;O fim da escala 6&times;1 ser&aacute; compensada pelo ganho no ambiente do trabalho, pelo ganho de melhoria da qualidade e da produtividade. Ao reduzir a jornada, se elimina o absente&iacute;smo, evita acidentes e doen&ccedil;as&rdquo;.</p>
<p>As audi&ecirc;ncias nos estados da Comiss&atilde;o Especial que discute a PEC 221/2019 continuam por todo o m&ecirc;s de maio, com vota&ccedil;&atilde;o do relat&oacute;rio previsto para o dia 26 de maio.</p>
<p>Ao fim da audi&ecirc;ncia, o ministro prestigiou o encontro nacional da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB), que acontece em S&atilde;o Paulo at&eacute; o dia 16 de maio e re&uacute;ne sindicalistas de todo o pa&iacute;s para debater temas como negocia&ccedil;&atilde;o coletiva, os desafios dos sindicatos, o uso da intelig&ecirc;ncia artificial e a LGPD no movimento sindical, al&eacute;m da aplica&ccedil;&atilde;o da norma da NR-1.</p>
<p>Aos participantes, Luiz Marinho destacou a import&acirc;ncia da press&atilde;o da classe trabalhadora para que medidas como a redu&ccedil;&atilde;o de jornada, fim da escala 6x1 e regulamenta&ccedil;&atilde;o de trabalhadores por aplicativos sejam aprovadas no Congresso Nacional.</p>
<p>&ldquo;A classe trabalhadora passou por uma reforma trabalhista traumatizante nos governos anteriores e para aprovar mudan&ccedil;as que beneficiem a categoria agora, tem de pressionar o Parlamento, sen&atilde;o elas n&atilde;o saem. Foi assim para a inser&ccedil;&atilde;o de quem ganha at&eacute; R$ 5 mil reais por m&ecirc;s no imposto de renda, ganho real no sal&aacute;rio m&iacute;nimo e v&aacute;rias outras conquistas. H&agrave; um clamor do povo trabalhador brasileiro, em especial das mulheres e da juventude, que quer ter mais tempo para a fam&iacute;lia, cuidar dos filhos. Muitas empresas est&atilde;o com dificuldade de preencher as vagas quando se fala que a escala &eacute; 6x1", defendeu. "Algumas empresas resolveram antecipar a redu&ccedil;&atilde;o, implantando a escala 5x2, e o resultado &eacute; que eles zeraram as faltas, melhoraram a produtividade, o qualidade do seu servi&ccedil;o. O Brasil pode e deve sim cuidar melhor da sa&uacute;de mental e f&iacute;sica dos seus trabalhadores&rdquo;, complementou.</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Fri, 15 May 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Ministério do Trabalho e Emprego</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>Sintrabor rejeita proposta da Titan sobre escala 6×1</title> 
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                    <title>Sintrabor rejeita proposta da Titan sobre escala 6×1</title> 
                    <description>Sintrabor rejeita proposta da Titan, cobra aumento real, vale-alimentação e implantação efetiva da escala 5×2 nas negociações salariais</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69067</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>O Sindicato dos Borracheiros de S&atilde;o Paulo, Sintrabor, rejeitou novamente a proposta apresentada pela Titan durante negocia&ccedil;&otilde;es salariais. Al&eacute;m disso, dirigentes classificaram o pacote como retrocesso.</p>
<p>Durante v&iacute;deo divulgado nesta ter&ccedil;a-feira, o presidente M&aacute;rcio Ferreira e o secret&aacute;rio-geral Sandro Vicente criticaram duramente a proposta patronal apresentada aos trabalhadores da f&aacute;brica Titan.</p>
<p>De acordo o sindicato, a proposta n&atilde;o contempla reivindica&ccedil;&otilde;es centrais da campanha salarial. Portanto, trabalhadores seguem cobrando aumento real, implanta&ccedil;&atilde;o efetiva da escala 5&times;2 e vale-alimenta&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Os dirigentes afirmaram que a proposta prev&ecirc; apenas reposi&ccedil;&atilde;o inflacion&aacute;ria entre maio de 2025 e maio de 2026. Assim, descartaria qualquer valoriza&ccedil;&atilde;o salarial concreta.</p>
<blockquote>
<p><em>&ldquo;O trabalhador apenas recupera perdas inflacion&aacute;rias acumuladas anteriormente. Portanto, a proposta n&atilde;o amplia poder de compra nem garante avan&ccedil;os econ&ocirc;micos&rdquo;, destacaram representantes sindicais durante assembleia.</em></p>
</blockquote>
<h3>PLR rejeitada</h3>
<p>Al&eacute;m disso, o sindicato rejeitou os valores propostos para Participa&ccedil;&atilde;o nos Lucros e Resultados. A Titan ofereceu R$ 11 mil em 2026 e R$ 11,5 mil.</p>
<p>De acordo com os dirigentes sindicais, os valores permanecem insuficientes diante das perdas acumuladas. Al&eacute;m disso, o pagamento parcelado tamb&eacute;m desagradou trabalhadores durante assembleia realizada recentemente.</p>
<p>Outro ponto criticado envolve a renova&ccedil;&atilde;o do banco de horas. Conforme representantes sindicais, trabalhadores j&aacute; haviam rejeitado anteriormente esse modelo durante campanhas salariais passadas.</p>
<p>A dire&ccedil;&atilde;o sindical tamb&eacute;m contestou a proposta relacionada &agrave; jornada laboral. Embora a empresa mencione mudan&ccedil;a para escala 5&times;2, sindicato aponta manuten&ccedil;&atilde;o das condi&ccedil;&otilde;es atuais.</p>
<p>De acordo com o Sintrabor, a entidade apresentou proposta concreta prevendo cinco dias trabalhados e dois descansos em todos os turnos existentes atualmente na unidade industrial da Titan.</p>
<p>Al&eacute;m disso, diverg&ecirc;ncias sobre compensa&ccedil;&atilde;o de feriados ampliaram o impasse entre trabalhadores e empresa. Sindicato reivindica dois dias descansados para cada feriado efetivamente trabalhado.</p>
<p>O vale-alimenta&ccedil;&atilde;o permanece entre principais reivindica&ccedil;&otilde;es defendidas pelos trabalhadores. Entretanto, dirigentes criticaram aus&ecirc;ncia de compromisso objetivo da empresa sobre implanta&ccedil;&atilde;o definitiva do benef&iacute;cio.</p>
<p>Ao final do comunicado, dirigentes refor&ccedil;aram necessidade de ampliar mobiliza&ccedil;&atilde;o na f&aacute;brica. Segundo a entidade, press&atilde;o dos trabalhadores ser&aacute; decisiva para avan&ccedil;ar nas negocia&ccedil;&otilde;es salariais.</p>
<p>Para o sindicato, somente mobiliza&ccedil;&atilde;o coletiva garantir&aacute; conquistas econ&ocirc;micas, manuten&ccedil;&atilde;o dos direitos atuais, melhorias nas jornadas laborais e condi&ccedil;&otilde;es dignas para todos os trabalhadores envolvidos.</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Fri, 15 May 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Força Sindical</author>
                </item>
            
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                        <title>Petrobras retoma fábricas de fertilizantes para atender 35% da demanda</title> 
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                    <title>Petrobras retoma fábricas de fertilizantes para atender 35% da demanda</title> 
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                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69066</link>
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                        <![CDATA[<p><strong>A Petrobras prev&ecirc; alcan&ccedil;ar mais de um ter&ccedil;o da demanda nacional por fertilizantes com a retomada de projetos de fabrica&ccedil;&atilde;o pr&oacute;pria do insumo, considerado essencial para a produ&ccedil;&atilde;o agropecu&aacute;ria do pa&iacute;s.&nbsp;</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1689521&amp;o=node" alt="" /><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1689521&amp;o=node" alt="" /></p>
<p>O an&uacute;ncio foi feito durante visita do presidente Luiz In&aacute;cio Lula da Silva &agrave; f&aacute;brica de fertilizantes nitrogenados na Bahia (Fafen), nesta quinta-feira (14), em Cama&ccedil;ari, na regi&atilde;o metropolitana de Salvador.&nbsp;</p>
<p>Lula estava acompanhado de representantes da estatal, ministros e do governador da Bahia, Jer&ocirc;nimo Rodrigues.</p>
<p><strong>Com investimento de R$ 100 milh&otilde;es, a planta industrial foi reiniciada em janeiro de 2026, ap&oacute;s ficar cerca de seis anos hibernada.</strong>&nbsp;A unidade tem capacidade de produ&ccedil;&atilde;o de 1,3 mil toneladas di&aacute;rias de ureia, o que representa aproximadamente 5% da demanda nacional.&nbsp;</p>
<p>Ao mesmo tempo, est&atilde;o sendo gerados 900 empregos diretos e outros 2,7 mil indiretos na regi&atilde;o. A retomada da Fafen se soma a outras iniciativas, incluindo a reabertura da Fafen no munic&iacute;pio de Laranjeiras, em Sergipe, e da f&aacute;brica da companhia Arauc&aacute;ria Nitrogenados S.A. (Ansa), em Arauc&aacute;ria, na regi&atilde;o metropolitana de Curitiba.&nbsp;</p>
<p>Uma quarta f&aacute;brica da companhia, a Unidade de Fertilizantes Nitrogenados III (UFN-III), em Tr&ecirc;s Lagoas, em Mato Grosso do Sul, est&aacute; em processo de constru&ccedil;&atilde;o, com opera&ccedil;&atilde;o prevista para iniciar em 2029.</p>
<blockquote>
<p>"Com a f&aacute;brica de Mato Grosso do Sul, com a f&aacute;brica do Paran&aacute;, com a f&aacute;brica de Sergipe e com a f&aacute;brica da Bahia, n&oacute;s vamos produzir 35% dos fertilizantes nitrogenados que o Brasil precisa", destacou a presidente da Petrobras, Magda Chambriard, durante a visita &agrave; Fafen em Cama&ccedil;ari.&nbsp;</p>
</blockquote>
<p>Os fertilizantes nitrogenados, como ureia, s&atilde;o bastante usados por produtores agr&iacute;colas. Para a produ&ccedil;&atilde;o dos fertilizantes, &eacute; preciso mat&eacute;ria-prima resultante do g&aacute;s natural, produzido pela Petrobras.&nbsp;</p>
<p>O uso de fertilizantes permite ao pa&iacute;s produzir alimentos em grande escala e sustentar a posi&ccedil;&atilde;o de um dos maiores exportadores agr&iacute;colas do mundo.</p>
<blockquote>
<p>"O Brasil &eacute; um pa&iacute;s agr&iacute;cola. O Brasil &eacute; o segundo maior produtor de alimentos. E o Brasil precisa de fertilizante. E o Brasil n&atilde;o pode ser importador de 90% do fertilizante que a nossa agricultura precisa. O Brasil precisa ser dono do seu nariz e produzir os fertilizantes", afirmou Lula em discurso durante a visita.</p>
</blockquote>
<p><strong>Atualmente, o&nbsp;Brasil depende de importa&ccedil;&otilde;es para cerca de 85% a 90% dos fertilizantes que consome, tornando essa uma das maiores vulnerabilidades do agroneg&oacute;cio nacional.&nbsp;</strong>Essa depend&ecirc;ncia &eacute; estrutural, j&aacute; que o pa&iacute;s &eacute; o quarto maior consumidor global, respons&aacute;vel por cerca de 8% de todo o fertilizante utilizado no mundo.</p>
<p><strong>Ind&uacute;stria nacional</strong></p>
<p><strong>O presidente comparou a retomada da Fafen na Bahia a outras iniciativas para impulsionar a ind&uacute;stria nacional, como o setor naval, com a retomada de estaleiros</strong>. Segundo ele, o Brasil abandonou atividades estrat&eacute;gicas ao adotar a l&oacute;gica de que seria mais barato comprar no exterior do que produzir internamente.</p>
<p>"Produzir aqui poderia ser um pouco mais caro, &eacute; verdade. Mas a gente estaria trazendo para c&aacute; conhecimento tecnol&oacute;gico, a gente estaria trazendo para c&aacute; m&atilde;o de obra qualificada, a gente estaria trazendo para c&aacute; pagamento de sal&aacute;rio, a gente estaria trazendo desenvolvimento interno para que o Brasil pudesse competir", afirmou.</p>
<p><strong>O presidente tamb&eacute;m criticou a privatiza&ccedil;&atilde;o de ativos p&uacute;blicos da Petrobras em governos anteriores, citando a venda da BR Distribuidora, ex-subsidi&aacute;ria da Petrobras na comercializa&ccedil;&atilde;o de derivados de petr&oacute;leo.</strong></p>
<p>A empresa, que agora se chama Vibra Distribuidora, foi alienada pela Petrobras entre 2019 e 2021, no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro. Para o atual presidente, essa situa&ccedil;&atilde;o prejudicou a capacidade da Petrobras equilibrar os pre&ccedil;os dos combust&iacute;veis vendidos nos postos.</p>
<blockquote>
<p>"Voc&ecirc; acha que eu me conformei algum dia com a venda da BR? Por que vender a BR? Ou seja, ao vender a BR, eles tiraram da Petrobras o direito de influir nos pre&ccedil;os, na distribui&ccedil;&atilde;o", declarou.&nbsp;</p>
</blockquote>
<p>Lula afirmou ainda que gostaria de ver a Petrobras voltar ao setor. "Eu tenho certeza que se a gente tiver no ritmo que a gente d&aacute;, e se voc&ecirc;s tiverem a vontade pol&iacute;tica, a gente vai ter uma distribuidora de gasolina outra vez".</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Fri, 15 May 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Pedro Rafael Vilela - Agência Brasil / Foto: SEAUD/PR</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>Encontro Nacional da CSB começa com presença de autoridades e lideranças de todo o país </title> 
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                    <title>Encontro Nacional da CSB começa com presença de autoridades e lideranças de todo o país </title> 
                    <description></description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69065</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>Nesta quinta-feira (14), em S&atilde;o Paulo, teve in&iacute;cio o Encontro Nacional da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB). Com o tema &ldquo;Unidos pelo Brasil: Justi&ccedil;a, Democracia e Soberania&rdquo;, o encontro, que conta com mais dois dias de programa&ccedil;&atilde;o, tem o objetivo de intensificar o debate sobre o papel das organiza&ccedil;&otilde;es sindicais na constru&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;ticas voltadas ao trabalho e &agrave; representa&ccedil;&atilde;o coletiva.</p>
<p>A cerim&ocirc;nia de abertura contou com a presen&ccedil;a do presidente da CSB, Antonio Neto; do ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho; da secret&aacute;ria nacional da Mulher Trabalhadora da CSB, Antonieta de Faria; do superintendente Regional do Trabalho e Emprego no Estado de S&atilde;o Paulo, Marcus Alves de Mello e do procurador-chefe da Coordenadoria Nacional de Promo&ccedil;&atilde;o da Liberdade Sindical (Conalis) do Minist&eacute;rio P&uacute;blico do Trabalho, Alberto Emiliano.</p>
<p>Antonio Neto fez a primeira fala e come&ccedil;ou destacando o simbolismo hist&oacute;rico do encontro para a central e para os trabalhadores, defendendo um sindicalismo comprometido com as demandas da classe trabalhadora e na defesa da democracia.</p>
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&ldquo;O que vejo aqui &eacute; a consolida&ccedil;&atilde;o de um projeto sindical, pol&iacute;tico e nacional. A presen&ccedil;a de cada companheiro &eacute; a prova concreta de que a CSB consolidou uma identidade pr&oacute;pria dentro do sindicalismo brasileiro. Estou profundamente emocionado&rdquo;, disse.</p>
</blockquote>
<p>O dirigente tamb&eacute;m refor&ccedil;ou a necessidade de mobiliza&ccedil;&atilde;o diante das mudan&ccedil;as nas rela&ccedil;&otilde;es de trabalho e criticou o avan&ccedil;o da pejotiza&ccedil;&atilde;o e da precariza&ccedil;&atilde;o do emprego. Segundo ele, uma das principais batalhas do per&iacute;odo &eacute; a luta pela aprova&ccedil;&atilde;o da redu&ccedil;&atilde;o da jornada de trabalho sem redu&ccedil;&atilde;o salarial e pelo fim da escala 6&times;1.</p>
<p>Outro ponto defendido foi a regulamenta&ccedil;&atilde;o da Conven&ccedil;&atilde;o 151 da Organiza&ccedil;&atilde;o Internacional do Trabalho (OIT), que trata da negocia&ccedil;&atilde;o coletiva no servi&ccedil;o p&uacute;blico.</p>
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&ldquo;Precisamos de grande mobiliza&ccedil;&atilde;o nacional pela redu&ccedil;&atilde;o da jornada de trabalho sem redu&ccedil;&atilde;o do sal&aacute;rio e o fim da escala 6&times;1. Tamb&eacute;m temos a responsabilidade hist&oacute;rica de lutar pela regulamenta&ccedil;&atilde;o da Conven&ccedil;&atilde;o 151, garantindo negocia&ccedil;&atilde;o coletiva e valoriza&ccedil;&atilde;o dos servidores p&uacute;blicos brasileiros, porque o servidor p&uacute;blico tamb&eacute;m &eacute; trabalhador&rdquo;, afirmou.</p>
</blockquote>
<p>Na mesma linha, Luiz Marinho falou em seguida e ressaltou a import&acirc;ncia do movimento sindical na defesa dos direitos trabalhistas e reconheceu a necessidade de regulamenta&ccedil;&atilde;o da Conven&ccedil;&atilde;o.</p>
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&ldquo;A Uni&atilde;o, estados e munic&iacute;pios t&ecirc;m a obriga&ccedil;&atilde;o de fornecer espa&ccedil;o. Obviamente vai depender de condi&ccedil;&otilde;es de or&ccedil;amento, da capacidade t&eacute;cnica de negocia&ccedil;&atilde;o do setor. Mas &eacute; direito de todo servidor e servidora a condi&ccedil;&atilde;o de negociar&rdquo;, afirmou o ministro.</p>
</blockquote>
<p>Marinho avaliou o uso irregular da pejotiza&ccedil;&atilde;o e da categoria de Microempreendedor Individual (MEI) como formas de substitui&ccedil;&atilde;o de v&iacute;nculos formais de trabalho.</p>
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&ldquo;O MEI foi pensado para aquele trabalhador que n&atilde;o tinha nenhuma chance de formalizar. N&atilde;o era para ser usado como m&atilde;o de obra, fraude trabalhista e disputa ideol&oacute;gica, enganando o trabalhador dizendo que ele ser&aacute; empreendedor se trabalhar 12h por dia pedalando uma bicicleta. N&atilde;o somos m&aacute;quinas, precisamos de descanso&rdquo;, defendeu.</p>
</blockquote>
<p>O ministro tamb&eacute;m criticou a possibilidade de negocia&ccedil;&otilde;es individuais entre empresas e trabalhadores sem participa&ccedil;&atilde;o sindical, classificando o modelo como &ldquo;prejudicial &agrave; prote&ccedil;&atilde;o dos direitos trabalhistas&rdquo;.&nbsp;</p>
<p>O procurador-chefe da Conalis destacou a import&acirc;ncia das entidades sindicais, chamando aten&ccedil;&atilde;o para a necessidade de combater o ass&eacute;dio eleitoral no ambiente de trabalho e defendendo a atua&ccedil;&atilde;o conjunta entre sindicatos, Justi&ccedil;a Eleitoral e Minist&eacute;rio P&uacute;blico do Trabalho para garantir a liberdade de voto.</p>
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&ldquo;Temos uma preocupa&ccedil;&atilde;o muito grande que trabalhadores e trabalhadoras possam exercer sua liberdade. &Eacute; imprescind&iacute;vel que os empregadores n&atilde;o interfiram nesse processo de liberdade de voto&rdquo;, declarou Alberto Emiliano.</p>
</blockquote>
<p>A secret&aacute;ria da Mulher da CSB, Antonieta de Faria, refor&ccedil;ou a import&acirc;ncia da participa&ccedil;&atilde;o feminina no movimento sindical e afirmou que as mulheres querem mais representatividade e reconhecimento dentro das entidades e nos espa&ccedil;os de decis&atilde;o. Ela tamb&eacute;m ressaltou o papel das trabalhadoras na mobiliza&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica e sindical.</p>
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&ldquo;Tivemos avan&ccedil;os, mas n&atilde;o podemos contar vit&oacute;ria, ficar no &lsquo;oba-oba&rsquo; achando que j&aacute; est&aacute; f&aacute;cil. N&oacute;s mulheres somos 50% dos votos e somos m&atilde;es dos outros 50%, ent&atilde;o nossa obriga&ccedil;&atilde;o &eacute; dobrada&rdquo;, acrescentou Antonieta.</p>
</blockquote>
<p>J&aacute; o superintendente Regional do Trabalho e Emprego, Marcus Alves de Mello, destacou o papel da fiscaliza&ccedil;&atilde;o trabalhista no combate &agrave; precariza&ccedil;&atilde;o, &agrave; &lsquo;uberiza&ccedil;&atilde;o&rsquo; e &agrave;s condi&ccedil;&otilde;es degradantes de trabalho.</p>
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&ldquo;O fortalecimento das pol&iacute;ticas p&uacute;blicas e da atua&ccedil;&atilde;o do Minist&eacute;rio do Trabalho tem contribu&iacute;do para ampliar o combate ao trabalho an&aacute;logo &agrave; escravid&atilde;o e melhorar as condi&ccedil;&otilde;es de fiscaliza&ccedil;&atilde;o em todo o pa&iacute;s&rdquo;, garantiu.</p>
</blockquote>
<p><span>Negocia&ccedil;&atilde;o coletiva na pr&aacute;tica &ndash; estrat&eacute;gia, dados e prepara&ccedil;&atilde;o</span></p>
<p>Estreando a programa&ccedil;&atilde;o de paineis, o Painel 1 contou com debates sobre regulamenta&ccedil;&atilde;o trabalhista e as estrat&eacute;gias para a defesa, manuten&ccedil;&atilde;o e aplica&ccedil;&atilde;o da negocia&ccedil;&atilde;o coletiva.</p>
<p>Com a presen&ccedil;a do Desembargador do Trabalho, Dr. Rafael Pugliese, o advogado e especialista em rela&ccedil;&otilde;es coletivas de trabalho, Dr. Clovis Renato, o dirigente sindical e presidente da Federa&ccedil;&atilde;o Nacional dos Trabalhadores em Tecnologia da Informa&ccedil;&atilde;o (Fenati), Emerson Morresi, e a advogada, mestre em Direito Sindical e assessora sindical, Dra. Augusta Raeffray intermediando a mesa de debate.</p>
<p>Em fala inicial, Pugliese argumentou que apesar de ser uma medida de duas d&eacute;cadas de exist&ecirc;ncia, a negocia&ccedil;&atilde;o coletiva ainda &eacute; pouco reconhecida.</p>
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&ldquo;A negocia&ccedil;&atilde;o coletiva &eacute; a mais importante atividade sindical, &eacute; a ess&ecirc;ncia da entidade sindical. A pol&iacute;tica salarial no Brasil est&aacute; sentada na negocia&ccedil;&atilde;o coletiva desde 2001 e, apesar disso, ainda n&atilde;o &eacute; entendida&rdquo;, opinou.</p>
</blockquote>
<p>A discuss&atilde;o reuniu reflex&otilde;es sobre a prepara&ccedil;&atilde;o das entidades sindicais para a garantia da negocia&ccedil;&atilde;o coletiva enquanto direito fundamental que necessita de constante fortalecimento.</p>
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&ldquo;Negocia&ccedil;&atilde;o tem sido um objeto de viv&ecirc;ncia e estudo meu h&aacute; muito tempo. &Eacute; um conhecimento, na minha percep&ccedil;&atilde;o, que n&atilde;o se esgota. Tem a ver com satisfa&ccedil;&atilde;o, persuas&atilde;o e tornar a coisa doce&rdquo;, afirmou Clovis Renato.</p>
</blockquote>
<p>O tema ganha ainda mais relev&acirc;ncia diante das transforma&ccedil;&otilde;es nas rela&ccedil;&otilde;es de trabalho e das mudan&ccedil;as econ&ocirc;micas que impactam diretamente os trabalhadores e amea&ccedil;am os direitos trabalhistas.</p>
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&ldquo;O estudo de caso do Sindpd canaliza tudo o que fizemos para a categoria. A parte de resist&ecirc;ncia desse processo come&ccedil;ou quando n&atilde;o fechamos a negocia&ccedil;&atilde;o coletiva. Nada ficou bem. Mudamos isso tendo posicionamento, autoridade, respeito e resist&ecirc;ncia&rdquo;, revelou Emerson Morresi. &ldquo;N&atilde;o vou assinar, n&atilde;o vou fazer e se quiser voltar para a mesa, converse com a gente&rdquo;, concluiu.</p>
</blockquote>
<p>Com destaque para a resili&ecirc;ncia demonstrada por sindicatos, segundo o dirigente da Fenati, h&aacute; necessidade de &ldquo;uma atua&ccedil;&atilde;o mais estrat&eacute;gica e conectada &agrave;s novas realidades do mercado&rdquo;, com acordos de negocia&ccedil;&atilde;o coletiva cada vez mais personalizados e adequados &agrave;s especificidades de cada categoria, setor e modelo de contrata&ccedil;&atilde;o.</p>
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&ldquo;A capacidade de negocia&ccedil;&atilde;o dos sindicatos passa por conhecimento, estudo, estrat&eacute;gia. Esse &eacute; o momento de compartilhar essa experi&ecirc;ncia compartilhada&rdquo;, completou Augusta Raeffray.</p>
</blockquote>
<p><span>Regulamenta&ccedil;&atilde;o da Conven&ccedil;&atilde;o 151 no centro do debate</span></p>
<p>O Painel 2 abordou a recente e comemor&aacute;vel mudan&ccedil;a sobre a regulamenta&ccedil;&atilde;o da Conven&ccedil;&atilde;o 151, propiciada pelo atual governo ap&oacute;s uma hist&oacute;rica mobiliza&ccedil;&atilde;o de trabalhadores sindicalizados.</p>
<p>Com a presen&ccedil;a do deputado federal e relator do Projeto de Lei n&ordm; 1.893/2026, Andr&eacute; Figueiredo, o presidente da Federa&ccedil;&atilde;o Sindical dos Servidores P&uacute;blicos no Estado do Rio Grande do Sul (Fessergs), S&eacute;rgio Arnoud, e o secret&aacute;rio de Rela&ccedil;&otilde;es de Trabalho do Minist&eacute;rio da Gest&atilde;o e da Inova&ccedil;&atilde;o em Servi&ccedil;os P&uacute;blicos, Jos&eacute; Lopez Feij&oacute;o, o debate defendeu a urg&ecirc;ncia da inclus&atilde;o da norma na legisla&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>A proposta &eacute; considerada hist&oacute;rica por estabelecer regras permanentes de di&aacute;logo entre servidores e a administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica. Atualmente, a abertura de negocia&ccedil;&otilde;es depende da disposi&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica dos governos em curso, cen&aacute;rio apontado por dirigentes sindicais como um dos principais entraves para a constru&ccedil;&atilde;o de rela&ccedil;&otilde;es institucionais mais est&aacute;veis no setor p&uacute;blico.</p>
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&ldquo;A Constitui&ccedil;&atilde;o de 1988 deu para os servidores o direito de se organizar em sindicatos, mas deixou de fora o direito da negocia&ccedil;&atilde;o coletiva, cabendo ao governo de plant&atilde;o abrir, ou n&atilde;o, negocia&ccedil;&atilde;o, com base na simpatia com os servidores. &Eacute; uma falha que infelizmente ficou. A negocia&ccedil;&atilde;o n&atilde;o pode depender do governo de plant&atilde;o&rdquo;, declarou o secret&aacute;rio Jos&eacute; Feij&oacute;o.</p>
</blockquote>
<p>O deputado Andr&eacute; Figueiredo, relator do projeto, afirmou que existe articula&ccedil;&atilde;o para acelerar a tramita&ccedil;&atilde;o da proposta tanto na C&acirc;mara quanto no Senado. Segundo ele, o objetivo &eacute; evitar altera&ccedil;&otilde;es no texto para permitir uma aprova&ccedil;&atilde;o mais r&aacute;pida e garantir a san&ccedil;&atilde;o presidencial ainda este ano.</p>
<p>O parlamentar destacou que o atual cen&aacute;rio pol&iacute;tico &eacute; mais favor&aacute;vel ao fortalecimento do servi&ccedil;o p&uacute;blico e da negocia&ccedil;&atilde;o coletiva do que em per&iacute;odos recentes marcados por propostas de redu&ccedil;&atilde;o do papel do Estado.</p>
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&ldquo;A gente tem condi&ccedil;&atilde;o porque &eacute; um momento totalmente diferente. A nossa ideia &eacute; concluir o relat&oacute;rio at&eacute; a primeira semana de junho. Se tivermos di&aacute;logo, conseguiremos aprovar e dar ao presidente Lula a oportunidade de sancionar a regulamenta&ccedil;&atilde;o. &Eacute; o nosso compromisso&rdquo;, afirmou.</p>
</blockquote>
<p>Durante o painel, lideran&ccedil;as sindicais refor&ccedil;aram que a regulamenta&ccedil;&atilde;o da Conven&ccedil;&atilde;o 151 n&atilde;o se limita &agrave; discuss&atilde;o salarial. O reconhecimento formal da negocia&ccedil;&atilde;o coletiva representa um avan&ccedil;o institucional capaz de trazer mais seguran&ccedil;a jur&iacute;dica tanto para trabalhadores quanto para a gest&atilde;o p&uacute;blica.</p>
<p>O presidente da Fessergs, S&eacute;rgio Arnoud, destacou que a regulamenta&ccedil;&atilde;o pode inverter a l&oacute;gica atual das negocia&ccedil;&otilde;es no setor p&uacute;blico.&nbsp;</p>
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&ldquo;Hoje n&oacute;s brigamos para sentar na mesa. Na Conven&ccedil;&atilde;o n&atilde;o vamos tratar apenas de sal&aacute;rios, mas de todas as condi&ccedil;&otilde;es relevantes ao servi&ccedil;o p&uacute;blico, como o ass&eacute;dio. &Eacute; o direito de poder discutir melhores condi&ccedil;&otilde;es para os trabalhadores&rdquo;, argumentou.</p>
</blockquote>
<p>O dirigente comentou sobre as cr&iacute;ticas feitas ao fato de que o projeto n&atilde;o prev&ecirc; o direito &agrave; greve.&nbsp;</p>
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&ldquo;Defendemos que o direito de greve n&atilde;o deveria estar nesse projeto porque precisamos do Centro para aprov&aacute;-lo, e falar de greve significa colocar o bode na sala. Precisamos da compreens&atilde;o pol&iacute;tica de que essa n&atilde;o &eacute; uma medida para beneficiar os servidores, mas para beneficiar todo o pa&iacute;s&rdquo;, concluiu.</p>
</blockquote>
<p>No encerramento, assim como no primeiro painel, foi entregue uma lembran&ccedil;a aos participantes como forma de agradecimento pela contribui&ccedil;&atilde;o ao espa&ccedil;o de debate. Em seguida, ocorreu um jantar de confraterniza&ccedil;&atilde;o, promovendo integra&ccedil;&atilde;o entre dirigentes de diferentes setores e regi&otilde;es do pa&iacute;s.</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Fri, 15 May 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>CSB</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>Sintepav-BA intensifica Campanha Salarial 2026 e ameaça greve na construção pesada</title> 
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                    <title>Sintepav-BA intensifica Campanha Salarial 2026 e ameaça greve na construção pesada</title> 
                    <description></description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69064</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>O Sindicato dos Trabalhadores da Constru&ccedil;&atilde;o Pesada e Montagem Industrial da Bahia (<a href="https://sintepav.org.br/">Sintepav-BA</a>) vem intensificando as mobiliza&ccedil;&otilde;es da Campanha Salarial 2026 em diversas regi&otilde;es do estado, com foco na valoriza&ccedil;&atilde;o profissional, melhoria das condi&ccedil;&otilde;es de trabalho e defesa da redu&ccedil;&atilde;o da jornada sem redu&ccedil;&atilde;o salarial.</p>
<p>Com o lema &ldquo;Jornada menor para uma vida melhor&rdquo;, a entidade tem promovido assembleias, distribui&ccedil;&atilde;o de boletins informativos e articula&ccedil;&otilde;es sindicais junto aos trabalhadores da constru&ccedil;&atilde;o pesada e montagem industrial. Entre as principais reivindica&ccedil;&otilde;es da categoria est&atilde;o reajuste salarial com ganho real, manuten&ccedil;&atilde;o e amplia&ccedil;&atilde;o de direitos, melhorias nos benef&iacute;cios e combate &agrave; escala 6&times;1.</p>
<p>Nas &uacute;ltimas semanas, o Sintepav-BA realizou uma ampla agenda de assembleias em empresas e canteiros de obras espalhados pelo estado. As a&ccedil;&otilde;es envolveram trabalhadores de empresas como Cobra Brasil, Elecnor, Cons&oacute;rcio CNA, CBV, CLC, Paviservice, Camel e IBISA, em munic&iacute;pios como Barra do Rio Grande, Barra do Cho&ccedil;a, Correntina, Jeremoabo, Vit&oacute;ria da Conquista, Lauro de Freitas, S&atilde;o F&eacute;lix do Coribe, Ilh&eacute;us e Salvador.</p>
<h2>Assembleia na obra do Gasoduto da Bahiag&aacute;s</h2>
<p>A semana come&ccedil;ou com assembleia na obra do Gasoduto da Bahiag&aacute;s, em Ilh&eacute;us, no sul da Bahia. Na manh&atilde; da segunda-feira (11), dirigentes do sindicato estiveram reunidos com trabalhadores e trabalhadoras das empresas Ebric e MB (Marques Bezerra) para tratar do andamento da Campanha Salarial 2026 e tamb&eacute;m do acordo espec&iacute;fico da obra.</p>
<p>A atividade foi conduzida pelos diretores Bebeto Galv&atilde;o, Alessandro Ribeiro, Marcos Tadeu e Clebson Azevedo. Durante a assembleia, o sindicato refor&ccedil;ou a import&acirc;ncia da mobiliza&ccedil;&atilde;o da categoria e destacou que seguir&aacute; realizando encontros em diferentes regi&otilde;es do estado para fortalecer a campanha salarial e a luta por melhores condi&ccedil;&otilde;es de vida e trabalho.</p>
<h2>VLT</h2>
<p>J&aacute; na manh&atilde; da ter&ccedil;a-feira (12), o Sintepav Bahia promoveu nova assembleia com trabalhadores do Lote 2 do Ve&iacute;culo Leve sobre Trilhos (VLT), no bairro de &Aacute;guas Claras, em Salvador. Durante o encontro, a dire&ccedil;&atilde;o sindical apresentou o andamento das negocia&ccedil;&otilde;es da Campanha Salarial 2026 e criticou os impasses colocados pelo sindicato patronal diante das propostas apresentadas pela categoria.</p>
<p>Segundo o Sintepav, caso n&atilde;o haja avan&ccedil;o nas negocia&ccedil;&otilde;es at&eacute; o pr&oacute;ximo dia 20 de maio, os trabalhadores poder&atilde;o deflagrar greve em toda a categoria no estado da Bahia. A assembleia foi conduzida pelo presidente do Sintepav Bahia, Irailson Gazo, e contou ainda com a presen&ccedil;a do vice-presidente Emerson Gomes e dos diretores Bebeto Galv&atilde;o, Valdeli Rosa e Kizzy Adriana.</p>
<p>Entre os principais pontos defendidos pelo sindicato est&atilde;o a reposi&ccedil;&atilde;o do &Iacute;ndice Nacional de Pre&ccedil;os ao Consumidor (INPC) com ganho real, reajuste salarial de at&eacute; 7%, amplia&ccedil;&atilde;o da cesta b&aacute;sica, assist&ecirc;ncia m&eacute;dica e odontol&oacute;gica, inclus&atilde;o da Participa&ccedil;&atilde;o nos Lucros e Resultados (PLR) na Conven&ccedil;&atilde;o Coletiva de Trabalho (CCT) e a redu&ccedil;&atilde;o da jornada de trabalho sem redu&ccedil;&atilde;o salarial.</p>
<p>O fim da escala 6&times;1 tamb&eacute;m aparece como uma das principais bandeiras da campanha. O sindicato destaca os impactos positivos da redu&ccedil;&atilde;o da jornada para a sa&uacute;de, qualidade de vida e conviv&ecirc;ncia familiar dos trabalhadores.</p>
<h2>Qualifica&ccedil;&atilde;o profissional</h2>
<p>Al&eacute;m das mobiliza&ccedil;&otilde;es salariais, o Sintepav Bahia tamb&eacute;m ressaltou a import&acirc;ncia da qualifica&ccedil;&atilde;o profissional para a categoria. Nesta ter&ccedil;a-feira (12), a Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte da Bahia (Setre) anunciou a abertura de 1.400 vagas de qualifica&ccedil;&atilde;o profissional voltadas &agrave;s demandas do Sistema Vi&aacute;rio da Ponte Salvador&ndash;Itaparica.</p>
<p>As inscri&ccedil;&otilde;es devem ser abertas entre o fim de junho e o in&iacute;cio de julho, com previs&atilde;o de in&iacute;cio das turmas logo ap&oacute;s o cadastramento dos interessados. Para o sindicato, a iniciativa representa uma oportunidade importante para ampliar a forma&ccedil;&atilde;o profissional dos trabalhadores da constru&ccedil;&atilde;o pesada e fortalecer o acesso da categoria &agrave;s novas vagas que ser&atilde;o geradas pelas obras de infraestrutura no estado.</p>
<p>O Sintepav Bahia refor&ccedil;ou que seguir&aacute; acompanhando as oportunidades de forma&ccedil;&atilde;o e defendendo investimentos em qualifica&ccedil;&atilde;o profissional, al&eacute;m de manter a mobiliza&ccedil;&atilde;o em defesa dos direitos, da valoriza&ccedil;&atilde;o salarial e de melhores condi&ccedil;&otilde;es de trabalho para a categoria.</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Fri, 15 May 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Rádio Peão Brasil</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>Porto Alegre recebe audiência pública sobre fim da escala 6×1</title> 
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                    <title>Porto Alegre recebe audiência pública sobre fim da escala 6×1</title> 
                    <description>Acompanhe as Audiências Públicas sobre o fim da escala 6×1 e participe da discussão sobre a jornada de trabalho no Brasil</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69063</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>A Comiss&atilde;o Especial da C&acirc;mara dos Deputados que debate a redu&ccedil;&atilde;o da jornada de trabalho e o fim da escala 6&times;1 realiza, antes da vota&ccedil;&atilde;o da Proposta de Emenda &agrave; Constitui&ccedil;&atilde;o (PEC), uma s&eacute;rie de semin&aacute;rios p&uacute;blicos regionais em diferentes estados do pa&iacute;s.</p>
<p>As atividades t&ecirc;m como objetivo ampliar o di&aacute;logo com a sociedade civil, entidades representativas, trabalhadores, movimentos sociais e setores econ&ocirc;micos sobre os impactos sociais, econ&ocirc;micos e trabalhistas da redu&ccedil;&atilde;o da jornada sem diminui&ccedil;&atilde;o salarial.</p>
<h2>A atividade &eacute; articulada pela deputada Daiana Santos</h2>
<p>No Rio Grande do Sul, o semin&aacute;rio ser&aacute; realizado no dia 15 de maio de 2026, a partir das 9h30, no Audit&oacute;rio da Superintend&ecirc;ncia Regional de Administra&ccedil;&atilde;o, localizado na Avenida Loureiro da Silva, 445, no bairro Praia de Belas, em Porto Alegre.</p>
<p>A atividade no estado &eacute; articulada pela deputada federal Daiana Santos, primeira vice-presidenta da Comiss&atilde;o Especial. O encontro deve reunir representantes do poder p&uacute;blico, especialistas, entidades sindicais, trabalhadores e movimentos sociais para discutir os desafios contempor&acirc;neos das rela&ccedil;&otilde;es de trabalho e os impactos da escala 6&times;1 sobre a sa&uacute;de f&iacute;sica e mental da classe trabalhadora.</p>
<h2>Audi&ecirc;ncias pelo pa&iacute;s</h2>
<p>Al&eacute;m do Rio Grande do Sul, os semin&aacute;rios p&uacute;blicos j&aacute; passaram ou ainda passar&atilde;o por:</p>
<ul>
<li>S&atilde;o Paulo,</li>
<li>Para&iacute;ba,</li>
<li>Maranh&atilde;o,</li>
<li>Minas Gerais e</li>
<li>Amazonas.</li>
</ul>
<p>Em S&atilde;o Paulo, o encontro da comiss&atilde;o aconteceu nesta quarta-feira (14), em S&atilde;o Paulo, no Pal&aacute;cio do Trabalhador, sede do Sindicato dos Metal&uacute;rgicos de S&atilde;o Paulo, com in&iacute;cio previsto para as 9h30.</p>
<p>Na sequ&ecirc;ncia, os parlamentares participam do semin&aacute;rio em Porto Alegre, no dia 15, e depois seguem para o Maranh&atilde;o, no dia 16. O calend&aacute;rio ainda prev&ecirc; atividades em Belo Horizonte, no dia 21, e em Manaus, no dia 22.</p>
<p>Est&atilde;o confirmadas as presen&ccedil;as do presidente da Comiss&atilde;o Especial, deputado Alencar Santana (PT-SP), e do relator da proposta, deputado Leo Prates (Republicanos-BA).</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Fri, 15 May 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Rádio Peão Brasil</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>Centrais sindicais buscam mobilizar trabalhadores para votação do fim da escala 6x1 </title> 
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                    <title>Centrais sindicais buscam mobilizar trabalhadores para votação do fim da escala 6x1 </title> 
                    <description></description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69062</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>Representantes de centrais sindicais que participaram de audi&ecirc;ncia p&uacute;blica sobre a proposta de redu&ccedil;&atilde;o da jornada de trabalho (<a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/632530-pec-reduz-jornada-semanal-de-trabalho-de-44-para-36-horas">PEC 221/19</a>) pediram que os trabalhadores compare&ccedil;am &agrave; C&acirc;mara dos Deputados no dia 27 de maio, data esperada para a vota&ccedil;&atilde;o no Plen&aacute;rio. A audi&ecirc;ncia foi realizada dentro do programa &ldquo;C&acirc;mara pelo Brasil&rdquo; em S&atilde;o Paulo.</p>
<p>O presidente da comiss&atilde;o especial que analisa o assunto, deputado Alencar Santana (PT-SP), disse que &eacute; preciso aten&ccedil;&atilde;o a mudan&ccedil;as no texto durante a vota&ccedil;&atilde;o. A ideia &eacute; votar a redu&ccedil;&atilde;o da jornada, de 44 para 40 horas semanais, com dois dias de descanso e sem perdas salariais. Segundo o deputado, existem resist&ecirc;ncias &agrave;s altera&ccedil;&otilde;es constitucionais.</p>
<p>O relator, deputado Leo Prates (Republicanos-BA), disse que o objetivo &eacute; estabelecer os dois dias de descanso, mantendo que um deles seja preferencialmente aos domingos. Ele tamb&eacute;m explicou que, caso haja um prazo para que as empresas se adequem &agrave;s mudan&ccedil;as, elas poder&atilde;o ser penalizadas nesta transi&ccedil;&atilde;o se promoverem alguma redu&ccedil;&atilde;o de sal&aacute;rios.</p>
<p>Leo Prates lembrou que, apesar de estar na pauta dos sindicatos h&aacute; muito tempo, a redu&ccedil;&atilde;o da jornada avan&ccedil;ou porque a juventude brasileira se mobilizou nas redes sociais contra a escala 6x1.</p>
<p>&ldquo;O relat&oacute;rio n&atilde;o ser&aacute; contra ningu&eacute;m. Eu terei uma agenda grande com o setor patronal aqui em S&atilde;o Paulo tamb&eacute;m. A gente vai tentar encontrar um texto que diminua os danos sem prejudicar o trabalhador. Mas n&oacute;s temos lado, o lado das pessoas, dos seres humanos&rdquo;, disse.</p>
<p><strong>Pejotiza&ccedil;&atilde;o<br /></strong><br /> O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, disse que, ap&oacute;s o fim da escala 6x1, &eacute; importante que os trabalhadores se atentem para o fim da pejotiza&ccedil;&atilde;o, que est&aacute; em debate no Supremo Tribunal Federal. A pejotiza&ccedil;&atilde;o acontece quando, em vez de ser contratado como pessoa f&iacute;sica, o trabalhador precisa abrir uma empresa (com CNPJ, por isso o nome pejotiza&ccedil;&atilde;o). Esse tipo de contrato permite a redu&ccedil;&atilde;o de custos trabalhistas para quem contrata.</p>
<p>Marinho tamb&eacute;m reivindicou o fortalecimento das negocia&ccedil;&otilde;es coletivas para situa&ccedil;&otilde;es espec&iacute;ficas em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; redu&ccedil;&atilde;o da jornada. O ministro ainda afirmou que n&atilde;o haver&aacute; ajuda tribut&aacute;ria ou isen&ccedil;&atilde;o fiscal para compensar eventuais custos das empresas.</p>
<p>O professor de direito da Funda&ccedil;&atilde;o Get&uacute;lio Vargas Oscar Vilhena disse que n&atilde;o adianta acabar com a escala 6x1 e manter a pejotiza&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>&ldquo;A pejotiza&ccedil;&atilde;o &eacute; a possibilidade de anular todo o artigo 7&ordm; da Constitui&ccedil;&atilde;o. N&atilde;o adianta p&ocirc;r um avan&ccedil;o no artigo se o acordo individual puder suspender a aplica&ccedil;&atilde;o dos direitos do trabalhador e se a Justi&ccedil;a do Trabalho for afastada da possibilidade de verificar se n&oacute;s temos ali um contrato fraudado ou n&atilde;o&rdquo;, alertou.</p>
<p>Alguns representantes do setor empresarial presentes ao debate disseram ser favor&aacute;veis &agrave; redu&ccedil;&atilde;o da jornada, mas pediram uma transi&ccedil;&atilde;o para evitar perdas nos contratos em andamento, como no caso da constru&ccedil;&atilde;o civil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Fri, 15 May 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Agência Câmara de Notícias / Foto: Ettore Chiereguini / Câmara dos Deputados</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>Sindicato dos Comerciários promove conscientização sobre a escala 6X1 em Campo Grande</title> 
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                    <title>Sindicato dos Comerciários promove conscientização sobre a escala 6X1 em Campo Grande</title> 
                    <description></description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69061</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>Falta pouco para uma das vota&ccedil;&otilde;es mais importantes da hist&oacute;ria do pa&iacute;s para a classe trabalhadora: a vota&ccedil;&atilde;o que pode extinguir a escala 6X1.&nbsp;</p>
<p>De olho nisso, o Sindicato dos Comerci&aacute;rios promoveu uma a&ccedil;&atilde;o, no cal&ccedil;ad&atilde;o de Campo Grande, nesta ter&ccedil;a-feira (12), para atualizar os trabalhadores e as trabalhadoras sobre a tramita&ccedil;&atilde;o da proposta no Congresso Nacional.</p>
<p>"A participa&ccedil;&atilde;o de cada um de n&oacute;s nesse processo &eacute; fundamental. Quanto mais a gente cobrar, mais n&oacute;s teremos nossos direitos e reivindica&ccedil;&otilde;es assegurados. E, para cobrar, precisamos saber o que est&aacute; acontecendo", explicou o presidente do Sindicato dos Comerci&aacute;rios, M&aacute;rcio Ayer.</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Thu, 14 May 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Sindicato dos Comerciários do Rio de Janeiro</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>Sindicato dos Metelúrgicos de São José dos Campos intensifica campanha pela redução da jornada e fim da escala 6x1</title> 
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                    <title>Sindicato dos Metelúrgicos de São José dos Campos intensifica campanha pela redução da jornada e fim da escala 6x1</title> 
                    <description>Trabalhadores da Armco, Gerdau e Akaer participaram de assembleias nesta quarta-feira (13)</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69060</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>O&nbsp;<strong>Sindicato dos Metel&uacute;rgicos de S&atilde;o Jos&eacute; dos Campos</strong> intensificou nesta quarta-feira (13) a campanha pela redu&ccedil;&atilde;o da jornada de trabalho e pelo fim da escala 6x1 nas f&aacute;bricas da regi&atilde;o. Assembleias foram realizadas com trabalhadores da Armco, em Jacare&iacute;, e da Gerdau e Akaer, em S&atilde;o Jos&eacute; dos Campos.</p>
<p>Durante as atividades, dirigentes sindicais distribu&iacute;ram um jornal tem&aacute;tico e dialogaram com os metal&uacute;rgicos sobre a import&acirc;ncia de ampliar a mobiliza&ccedil;&atilde;o para outras categorias, &agrave;s v&eacute;speras da vota&ccedil;&atilde;o do Projeto de Lei 1838/2026, prevista para o pr&oacute;ximo dia 27, no Congresso Nacional.</p>
<p>O projeto, proposto pelo governo federal, prev&ecirc; a substitui&ccedil;&atilde;o da escala 6x1 pelo modelo 5x2, com jornada de 40 horas semanais sem redu&ccedil;&atilde;o salarial.</p>
<p>Para o Sindicato, no entanto, a proposta &eacute; insuficiente. A entidade defende a implanta&ccedil;&atilde;o da escala 4x3 (quatro dias de trabalho e tr&ecirc;s de descanso), com jornada de 36 horas semanais, sem redu&ccedil;&atilde;o de sal&aacute;rio e sem per&iacute;odo de transi&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Em grande parte das f&aacute;bricas metal&uacute;rgicas da regi&atilde;o a jornada j&aacute; &eacute; de 40 horas semanais, o que faria com que o projeto n&atilde;o tivesse impacto para a categoria.</p>
<p>A entidade tamb&eacute;m critica a pejotiza&ccedil;&atilde;o, modelo de contrata&ccedil;&atilde;o em que trabalhadores s&atilde;o registrados como Pessoa Jur&iacute;dica (PJ), sem direitos trabalhistas, mas submetidos a jornadas e regras semelhantes &agrave;s de empregados com carteira assinada.</p>
<p>&ldquo;N&atilde;o podemos confiar apenas no parlamento para conquistar o fim da escala 6x1, at&eacute; porque a proposta do governo Lula &eacute; eleitoreira e n&atilde;o beneficia toda a classe trabalhadora. &Eacute; preciso ampliar a mobiliza&ccedil;&atilde;o dos trabalhadores e pressionar pela implementa&ccedil;&atilde;o da escala 4x3&rdquo;, afirmou o presidente do Sindicato, Weller Gon&ccedil;alves.</p>
<p>Nos pr&oacute;ximos dias, o Sindicato realizar&aacute; novas assembleias em empresas da regi&atilde;o e enviar&aacute; a pauta de reivindica&ccedil;&otilde;es &agrave;s f&aacute;bricas da categoria, cobrando negocia&ccedil;&atilde;o imediata pela redu&ccedil;&atilde;o da jornada.</p>
<p><span><strong>Mobiliza&ccedil;&atilde;o&nbsp;</strong><br /></span><br />Al&eacute;m das assembleias nas metal&uacute;rgicas, o Sindicato prepara atividades de di&aacute;logo com a popula&ccedil;&atilde;o em S&atilde;o Jos&eacute; dos Campos, Jacare&iacute;, Ca&ccedil;apava e Igarat&aacute;.</p>
<p>A entidade tamb&eacute;m produzir&aacute; materiais informativos sobre os impactos da escala 6x1 na sa&uacute;de e na qualidade de vida dos trabalhadores. O &ldquo;Dia D&rdquo; da mobiliza&ccedil;&atilde;o est&aacute; marcado para 27 de maio.</p>
<p><span><strong>Redu&ccedil;&atilde;o da jornada pode gerar empregos</strong><br /></span><br />De acordo com pesquisa do Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho da Unicamp, a ado&ccedil;&atilde;o da jornada 4x3 no Brasil poderia gerar 4,5 milh&otilde;es de empregos e beneficiar cerca de 76 milh&otilde;es de trabalhadores.</p>
<p>Por&eacute;m, empres&aacute;rios, pol&iacute;ticos e a grande imprensa adotaram um discurso alarmista para confundir e amedrontar a popula&ccedil;&atilde;o sobre supostos riscos econ&ocirc;micos do fim da escala 6x1. N&oacute;s j&aacute; vimos essa novela mentirosa!</p>
<p>No Brasil, a jornada de 44 horas semanais foi definida pela Constitui&ccedil;&atilde;o de 1988. Na &eacute;poca, a choradeira foi enorme, porque os patr&otilde;es queriam manter a jornada de 48 horas. Ningu&eacute;m quebrou. J&aacute; s&atilde;o 38 longos anos sem grandes mudan&ccedil;as trabalhistas no pa&iacute;s, est&aacute; mais do que na hora de mudar.</p>
<p>Al&eacute;m disso, o avan&ccedil;o tecnol&oacute;gico e os ganhos de produtividade permitem a redu&ccedil;&atilde;o da jornada sem preju&iacute;zo econ&ocirc;mico.</p>
<p>&ldquo;Se a gente trabalhar menos horas, mais postos de trabalho ser&atilde;o criados. Nenhuma f&aacute;brica, com&eacute;rcio ou prestadora de servi&ccedil;os vai fechar por causa disso. Basta de explora&ccedil;&atilde;o. Exigimos mais vida e menos trabalho&rdquo;, concluiu Weller.</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Thu, 14 May 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos / Foto: Roosevelt Cássio</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>Ricardo Patah participa de audiência pública pelo fim da escala 6x1 e defende redução da jornada como questão de saúde pública</title> 
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                    <title>Ricardo Patah participa de audiência pública pelo fim da escala 6x1 e defende redução da jornada como questão de saúde pública</title> 
                    <description></description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69059</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<div class="row">
<div class="col-md-offset-2 col-md-8">
<div id="noticiadetalhe">
<p>O presidente da UGT, Ricardo Patah, participou na manh&atilde; desta quinta-feira, 14 de maio, da audi&ecirc;ncia p&uacute;blica &ldquo;C&acirc;mara pelo Brasil&rdquo;, realizada no Pal&aacute;cio do Trabalho, sede do Sindicato dos Metal&uacute;rgicos de S&atilde;o Paulo. O encontro reuniu representantes de todas as centrais sindicais do pa&iacute;s, parlamentares, ministros e mais de 600 trabalhadores e trabalhadoras em defesa do fim da escala 6x1 e da redu&ccedil;&atilde;o da jornada de trabalho.</p>
<p>A audi&ecirc;ncia foi conduzida pelo deputado federal Alencar Santana e promoveu um amplo debate entre o movimento sindical, parlamentares e a classe trabalhadora sobre os impactos da atual jornada de trabalho na sa&uacute;de f&iacute;sica e mental da popula&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>O ato contou com a presen&ccedil;a do ministro do Trabalho, Luiz Marinho, da ex-ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, al&eacute;m dos deputados federais Luiz Carlos Motta, Carlos Zarattini, Reginaldo Lopes &mdash; autor da PEC pela redu&ccedil;&atilde;o da jornada 6x1 &mdash;, Leo Prates, relator das Propostas de Emenda &agrave; Constitui&ccedil;&atilde;o (PECs) que reduzem a jornada de trabalho e acabam com a escala 6x1, Paulinho da For&ccedil;a, Alfredinho e Juliana Cardoso, entre outros parlamentares.</p>
<p>Ao longo dos meses, Ricardo Patah vem defendendo que a luta pelo fim da escala 6x1 vai al&eacute;m das rela&ccedil;&otilde;es trabalhistas e deve ser tratada como uma pauta de sa&uacute;de p&uacute;blica. Segundo ele, a sobrecarga f&iacute;sica e emocional causada pelas jornadas exaustivas tem aumentado significativamente os casos de adoecimento mental entre os trabalhadores.</p>
<p>A ex-ministra Marina Silva acompanhou o posicionamento defendido por Patah e destacou a import&acirc;ncia de se discutir um novo modelo de jornada que preserve a sa&uacute;de e a qualidade de vida da popula&ccedil;&atilde;o trabalhadora.</p>
<p>&ldquo;H&aacute; muitos problemas relacionados a essa escala. Al&eacute;m de sobrecarregar o sistema de sa&uacute;de, o trabalhador que n&atilde;o estiver doente fisicamente ou psicologicamente ter&aacute; mais produtividade. A redu&ccedil;&atilde;o da jornada &eacute; uma quest&atilde;o de sa&uacute;de p&uacute;blica&rdquo;, afirmou.</p>
</div>
</div>
</div>]]>
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                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Thu, 14 May 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Sindicato dos Comerciários de São Paulo</author>
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                        <title>Vereadores aprovam 3,51% de reajuste, em duas parcelas; categoria diz não e a greve continua</title> 
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                    <title>Vereadores aprovam 3,51% de reajuste, em duas parcelas; categoria diz não e a greve continua</title> 
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                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69058</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p><span style="font-size: medium;">A C&acirc;mara Municipal aprovou, nesta quarta-feira, 13/05, em sess&atilde;o extraordin&aacute;ria, o Projeto de Lei n&ordm; 354/2026, do Executivo municipal, que disp&otilde;e sobre a revis&atilde;o geral anual dos servidores p&uacute;blicos, em segunda vota&ccedil;&atilde;o. Foram 35 votos a favor e 16 votos contra.<br /><br />A vota&ccedil;&atilde;o ocorreu ap&oacute;s a nossa grande manifesta&ccedil;&atilde;o e assembleia em frente &agrave; Prefeitura, quando milhares de profissionais de educa&ccedil;&atilde;o, na luta por valoriza&ccedil;&atilde;o e condi&ccedil;&otilde;es dignas de trabalho, ocuparam o Viaduto do Ch&aacute;, disseram n&atilde;o &agrave; retirada de direitos e aprovaram a continuidade da greve da categoria, iniciada em 28/04. Em seguida, tomaram as ruas da cidade em dire&ccedil;&atilde;o &agrave; C&acirc;mara Municipal, para denunciar &agrave; popula&ccedil;&atilde;o o descaso do governo Nunes com a educa&ccedil;&atilde;o e tentar sensibilizar os vereadores a alterarem o PL do governo e garantir, de fato, a valoriza&ccedil;&atilde;o dos trabalhadores. A caminhada seguiu rumo &agrave; avenida Paulista, onde a categoria se juntou ao movimento estudantil, em frente ao Masp.<br /><br />A decis&atilde;o pela continuidade da greve &eacute; uma rea&ccedil;&atilde;o &agrave;s maldades do prefeito Nunes contra os profissionais que vivenciam, no ch&atilde;o da escola, o colapso da educa&ccedil;&atilde;o na maior cidade do pa&iacute;s, com condi&ccedil;&otilde;es indignas, que v&ecirc;m adoecendo os trabalhadores, em fun&ccedil;&atilde;o de salas superlotadas, sem ventila&ccedil;&atilde;o e necessitando de reformas; m&oacute;dulos insuficientes, falta de seguran&ccedil;a no entorno e dentro das escolas, falta de investimento em sa&uacute;de, aus&ecirc;ncia de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas de inclus&atilde;o, al&eacute;m de jornada de trabalho extenuantes. Isto s&oacute; para citar alguns exemplos.&nbsp;<br /><br />O desrespeito com a categoria e com a Coordena&ccedil;&atilde;o dos Entidades Sindicais Espec&iacute;ficas da Educa&ccedil;&atilde;o Municipal (Coeduc), composta pelo SINPEEM, SEDIN e SINESP, se agravou com o envio do Projeto de Lei n&ordm; 354/2026, antes da finaliza&ccedil;&atilde;o do processo de negocia&ccedil;&atilde;o dos sindicatos com as Secretarias Municipais de Educa&ccedil;&atilde;o e de Gest&atilde;o, tendo em visita que a nossa pauta foi protocolada em novembro do ano passado e reapresentada em fevereiro e mar&ccedil;o deste ano, com reivindica&ccedil;&otilde;es salariais, condi&ccedil;&otilde;es de trabalho, funcionamento das escolas, concursos de ingresso e de acesso, inclus&atilde;o, sa&uacute;de e seguran&ccedil;a dos profissionais de educa&ccedil;&atilde;o e dos estudantes. Al&eacute;m disso, a exemplo de 2025, judicializou a greve, para que seja considerada ilegal e abusiva.<br /><br />No entanto, desconsiderando o processo de negocia&ccedil;&atilde;o e o que, de fato, &eacute; necess&aacute;rio para garantir educa&ccedil;&atilde;o de qualidade, o PL do governo municipal ataca os direitos de docentes, gestores e do Quadro de Apoio. Al&eacute;m de oferecer um m&iacute;sero &iacute;ndice de reajuste de 3,51%, divididos em duas parcelas (2% em maio de 2026 e 1,48% em maio de 2027), os artigos 15 e 16 do PL impedem os professores readaptados de exercerem a Jornada Especial Integral de Forma&ccedil;&atilde;o (Jeif); o artigo 9&ordm;, que disp&otilde;e sobre a op&ccedil;&atilde;o por transforma&ccedil;&atilde;o do cargo de professor de educa&ccedil;&atilde;o infantil (PEI) em professor de educa&ccedil;&atilde;o infantil e ensino fundamental I (Peif), representa a redu&ccedil;&atilde;o de 33% dos sal&aacute;rios dos PEIs, n&atilde;o garante a lota&ccedil;&atilde;o no mesmo territ&oacute;rio e deixa clara a inten&ccedil;&atilde;o de terceirizar a educa&ccedil;&atilde;o infantil; e o artigo 13 autoriza a SME a aumentar o &iacute;ndice de contrata&ccedil;&atilde;o na educa&ccedil;&atilde;o municipal, de 10% para at&eacute; 30% dos cargos dispon&iacute;veis, configurando o avan&ccedil;o da terceiriza&ccedil;&atilde;o na rede.&nbsp;<br /><br /><br /></span>
<div><span style="font-size: large;"><strong>COEDUC APRESENTOU PROPOSTA PARA UM SUBSTITUTIVO EM AUDI&Ecirc;NCIA P&Uacute;BLICA</strong></span></div>
<span style="font-size: medium;"><br />Durante a audi&ecirc;ncia p&uacute;blica das Comiss&otilde;es de Constitui&ccedil;&atilde;o, Justi&ccedil;a e Legisla&ccedil;&atilde;o Participativa (CCJ) e de Finan&ccedil;as e Or&ccedil;amento, ocorrida na ter&ccedil;a-feira, 12/05, a Coeduc apresentou aos vereadores proposta para um substitutivo ao PL n&ordm; 354/2026.&nbsp;<br /><br />No documento, a Coeduc prop&ocirc;s &iacute;ndice de reposi&ccedil;&atilde;o integral da infla&ccedil;&atilde;o e aumento real de 10%, al&eacute;m de estabelecer a incorpora&ccedil;&atilde;o progressiva dos abonos complementares dos profissionais de educa&ccedil;&atilde;o; institui&ccedil;&atilde;o de medidas relativas &agrave; sa&uacute;de e condi&ccedil;&otilde;es de trabalho, valoriza&ccedil;&atilde;o profissional, realiza&ccedil;&atilde;o de concursos p&uacute;blicos, educa&ccedil;&atilde;o inclusiva, infraestrutura, tecnologia escolar e reestrutura&ccedil;&atilde;o da carreira do Quadro de Apoio. Todos itens que atendem a importantes e necess&aacute;rias reivindica&ccedil;&otilde;es da categoria, mas que foram totalmente ignorados pelo governo e pelos 35 vereadores que aprovaram o PL original do prefeito Nunes, sem qualquer altera&ccedil;&atilde;o.<br /><br /><strong><a href="https://www.sinpeem.com.br/sites/arquivos/downloads/propostadacoeducparaumsubstitutivoaopl354-2026.pdf">Veja a &iacute;ntegra da proposta apresentada pela Coeduc.<br /></a></strong>&nbsp;<br />Nesta quarta-feira, tamb&eacute;m ocorreu a audi&ecirc;ncia de concilia&ccedil;&atilde;o no Tribunal de Justi&ccedil;a entre os sindicatos e a Prefeitura, que judicializou a greve, para ela seja considerada abusiva e ilegal.<br /><br />O SINPEEM, o SEDIN e o SINESP apresentaram ao desembargador a pauta de reivindica&ccedil;&otilde;es dos profissionais de educa&ccedil;&atilde;o, justificando os motivos do movimento e solicitaram a suspens&atilde;o do processo e a realiza&ccedil;&atilde;o de nova audi&ecirc;ncia, ambas aceitas pelo TJ, que marcou nova audi&ecirc;ncia para o dia 21/05.<br /><br />N&atilde;o satisfeita com as maldades contra os grevistas, a SME publicou no DOC comunicado orientando o apontamento das faltas dos profissionais de educa&ccedil;&atilde;o &ldquo;que se ausentaram em decorr&ecirc;ncia da participa&ccedil;&atilde;o no movimento de paralisa&ccedil;&atilde;o organizado por entidades sindicais nos dias 09/04; 15/04; 28/04, e no per&iacute;odo de greve a partir de 29/04/2026, at&eacute; o dia 15/05&rdquo;.&nbsp;<br /><br />A Coeduc discorda e tomar&aacute; as medidas cab&iacute;veis para que os trabalhadores em greve n&atilde;o sejam prejudicados.<br /><br /><br /></span>
<div><span style="font-size: large;"><strong>A NOSSA LUTA CONTINUA</strong></span></div>
<span style="font-size: medium;"><br />A aprova&ccedil;&atilde;o do PL n&ordm; 354 n&atilde;o encerra a nossa luta. O nosso movimento, com 16 dias de paralisa&ccedil;&atilde;o, vem crescendo e a nossa press&atilde;o j&aacute; est&aacute; surtindo efeito. A prova desta afirma&ccedil;&atilde;o &eacute; que a Secretaria de Gest&atilde;o chamou a Coeduc (SINPEEM, SEDIN e SINESP) para reuni&atilde;o nesta quinta-feira.<br /><br />Vamos continuar pressionando pelo atendimento &agrave;s nossas reivindica&ccedil;&otilde;es (veja o&nbsp;<strong><a href="https://www.sinpeem.com.br/sites/arquivos/downloads/boletimcoeduc24042026.pdf">Boletim da Coeduc</a></strong>&nbsp;com os principais eixos da nossa pauta de reivindica&ccedil;&otilde;es).<br /><br /><br /></span>
<div><span style="font-size: x-large;"><strong>TODOS &Agrave; LUTA<br /><br /><span style="color: #ff0000;">Manifesta&ccedil;&atilde;o e assembleia na sexta-feira, 15/05, &agrave;s 11 horas, em frente &agrave; Prefeitura</span></strong><br /><br /></span><span style="font-size: large;">JUNTOS SOMOS MAIS FORTES!</span><span style="font-size: x-large;"><br /><br /></span><strong><span style="font-size: medium;">A DIRETORIA</span></strong></div>
<div><strong><span style="font-size: medium;"><br /></span></strong></div>
<div><strong><span style="font-size: medium;">CLAUDIO FONSECA</span></strong></div>
<div><span style="font-size: medium;">Presidente</span></div>
</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Thu, 14 May 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>SINPEEM</author>
                </item>
            
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                        <title>MPT lança livro sobre assédio eleitoral, democracia e trabalho</title> 
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                    <title>MPT lança livro sobre assédio eleitoral, democracia e trabalho</title> 
                    <description>Lançamento aconteceu durante abertura de curso sobre o tema promovido pela Escola Superior do MPU</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69057</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>O Minist&eacute;rio P&uacute;blico do Trabalho (MPT) lan&ccedil;ou, nesta ter&ccedil;a-feira (12), o&nbsp;<a rel="noopener" href="https://mpt.mp.br/pgt/noticias/assedio-eleitoral-democracia-e-trabalho.pdf" target="_blank">livro &ldquo;Ass&eacute;dio Eleitoral &ndash; Democracia e Trabalho&rdquo;</a>. O lan&ccedil;amento ocorreu durante a abertura do curso de aperfei&ccedil;oamento &ldquo;Ass&eacute;dio eleitoral nas rela&ccedil;&otilde;es de trabalho&rdquo;, promovido pela Escola Superior do Minist&eacute;rio P&uacute;blico da Uni&atilde;o (ESMPU), em Bras&iacute;lia, entre entre os dias 12 e 14 de maio.</p>
<p>Elaborada pela Coordenadoria Nacional de Promo&ccedil;&atilde;o da Igualdade de Oportunidades e Elimina&ccedil;&atilde;o da Discrimina&ccedil;&atilde;o no Trabalho (Coordigualdade), a obra re&uacute;ne artigos de integrantes da institui&ccedil;&atilde;o e aborda a atua&ccedil;&atilde;o do MPT no enfrentamento ao ass&eacute;dio eleitoral nas elei&ccedil;&otilde;es de 2022 e 2024.</p>
<p>A publica&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m traz o conceito jur&iacute;dico de ass&eacute;dio eleitoral com base na Conven&ccedil;&atilde;o 190, da Organiza&ccedil;&atilde;o Internacional do Trabalho (OIT). A norma destaca que a pr&aacute;tica pode ocorrer tanto no ambiente f&iacute;sico de trabalho quanto em redes sociais, aplicativos de mensagens e outras situa&ccedil;&otilde;es relacionadas &agrave;s rela&ccedil;&otilde;es laborais.</p>
<p>Na abertura do curso, o coordenador nacional de Promo&ccedil;&atilde;o da Igualdade de Oportunidades e Elimina&ccedil;&atilde;o da Discrimina&ccedil;&atilde;o no Trabalho (Coordigualdade) do MPT, Igor Sousa Gon&ccedil;alves, ressaltou a atua&ccedil;&atilde;o conjunta entre as institui&ccedil;&otilde;es no combate ao ass&eacute;dio eleitoral. &ldquo;Nosso trabalho &eacute; contribuir para que tenhamos uma sociedade na qual o trabalho dignifique a pessoa humana. Combater o ass&eacute;dio eleitoral &eacute; fortalecer a liberdade de pensamento dos trabalhadores e das trabalhadoras, mas tamb&eacute;m &eacute; defender a nossa democracia&rdquo;, destacou.</p>
<p>A coordenadora do Grupo de Trabalho do MPT "Ass&eacute;dio Eleitoral e Conven&ccedil;&atilde;o 190 da OIT", Mel&iacute;cia Carvalho Mesel, destacou o aumento no n&uacute;mero de den&uacute;ncias recebidas pelo MPT, que passou de 212, em 2018, para 3.505 em 2022. Segundo a procuradora, esse crescimento que levou a institui&ccedil;&atilde;o a estruturar uma atua&ccedil;&atilde;o nacional integrada e emergencial. &ldquo;O Minist&eacute;rio P&uacute;blico do Trabalho se organizou de forma muito r&aacute;pida. Criamos gabinetes de crise, grupos de trabalho, fluxos de comunica&ccedil;&atilde;o em tempo real e modelos de atua&ccedil;&atilde;o. Foi um verdadeiro esfor&ccedil;o coletivo em defesa da democracia&rdquo;, relatou.</p>
<p>Segundo o procurador-geral do Trabalho, Gl&aacute;ucio Ara&uacute;jo de Oliveira, o enfrentamento ao ass&eacute;dio eleitoral &eacute; prioridade institucional do MPT neste ano eleitoral. &ldquo;O ass&eacute;dio eleitoral hoje &eacute; o principal tema para o Minist&eacute;rio P&uacute;blico do Trabalho neste ano. Estamos preparando medidas para o pr&oacute;ximo semestre e estudando a possibilidade de um mutir&atilde;o para buscar acordos judiciais&rdquo;, afirmou.</p>
<p>A diretora-geral da ESMPU, Raquel Branquinho, afirmou que o tema exige atua&ccedil;&atilde;o integrada de todos os ramos do Minist&eacute;rio P&uacute;blico da Uni&atilde;o e ressaltou o car&aacute;ter transversal do debate. &ldquo;&Eacute; um tema que interessa a toda a sociedade brasileira e que requer do Minist&eacute;rio P&uacute;blico brasileiro um olhar muito atento. O Minist&eacute;rio P&uacute;blico do Trabalho teve atua&ccedil;&atilde;o significativa nas &uacute;ltimas elei&ccedil;&otilde;es com esse novo olhar para a preven&ccedil;&atilde;o e o combate ao ass&eacute;dio eleitoral nas rela&ccedil;&otilde;es de trabalho&rdquo;, observou.</p>
<p>O diretor-geral adjunto da ESMPU, Manoel Jorge e Silva Neto, ressaltou que a democracia &eacute; uma constru&ccedil;&atilde;o. &ldquo;O que parece muito evidente assume contornos ultrajantes em termos de prote&ccedil;&atilde;o &agrave; cidadania quando se observa a atualiza&ccedil;&atilde;o de pr&aacute;ticas delet&eacute;rias utilizadas no passado para o presente. N&atilde;o h&aacute; d&uacute;vida de que o ass&eacute;dio eleitoral se converte em clara reminisc&ecirc;ncia das pr&aacute;ticas inerentes ao voto de cabresto&rdquo;.</p>
<p>Tamb&eacute;m participaram do evento o presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Luiz&nbsp;Philippe Vieira de Mello Filho, e o procurador regional da Rep&uacute;blica Luiz Carlos dos Santos Gon&ccedil;alves.</p>
<p>&nbsp;</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Thu, 14 May 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Procuradoria-Geral do Trabalho com informações da ESMPU</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>Mulheres jornalistas defendem ação sindical concreta por igualdade de gênero no Congresso do Centenário da FIJ</title> 
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                    <title>Mulheres jornalistas defendem ação sindical concreta por igualdade de gênero no Congresso do Centenário da FIJ</title> 
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                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69056</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>A mesa-redonda &ldquo;Prioridades Sindicais para a Igualdade de G&ecirc;nero&rdquo;, realizada na quinta-feira (7/05), durante o Congresso do Centen&aacute;rio da Federa&ccedil;&atilde;o Internacional de Jornalistas, em Paris, reuniu representantes sindicais de diferentes regi&otilde;es do mundo para debater os desafios enfrentados pelas mulheres jornalistas e fortalecer o papel do Conselho de G&ecirc;nero da entidade internacional.</p>
<p>A atividade foi moderada por Pamela Morini&egrave;re e contou com a participa&ccedil;&atilde;o de Mar&iacute;a-&Aacute;ngeles Samperio, da Espanha; Samira de Castro e Alicia Ortega, coordenadoras para a Am&eacute;rica Latina e Caribe; Javeria Siddique, do Paquist&atilde;o; Manuela Berm&uacute;dez, da Fran&ccedil;a; Domenica Mima Caligaris, da It&aacute;lia; al&eacute;m de Kadiatou Thierno Diallo, da Guin&eacute;, e Patricia Adjisseku, do Togo.</p>
<p>As representantes apresentaram um panorama da situa&ccedil;&atilde;o das mulheres jornalistas em suas regi&otilde;es e apontaram prioridades para a atua&ccedil;&atilde;o do Conselho de G&ecirc;nero da FIJ no pr&oacute;ximo per&iacute;odo.</p>
<p>Pela Am&eacute;rica Latina, os debates realizados por Brasil e Uruguai enfatizaram a necessidade de transformar diagn&oacute;sticos e declara&ccedil;&otilde;es em pol&iacute;ticas sindicais concretas, capazes de impactar efetivamente as condi&ccedil;&otilde;es de trabalho, a representa&ccedil;&atilde;o e a participa&ccedil;&atilde;o das mulheres nos espa&ccedil;os de decis&atilde;o das empresas de comunica&ccedil;&atilde;o e das entidades sindicais.</p>
<p>Representando a Associa&ccedil;&atilde;o Uruguaia de Imprensa (APU), Alicia Ortega destacou os avan&ccedil;os conquistados pela entidade uruguaia em pol&iacute;ticas de paridade de g&ecirc;nero e organiza&ccedil;&atilde;o feminista. Segundo ela, a APU implementou paridade em seu Conselho Diretor e criou recentemente a Secretaria de G&ecirc;nero e Feminismos, ampliando espa&ccedil;os de acolhimento e orienta&ccedil;&atilde;o para jornalistas mulheres.</p>
<p>Durante sua fala, a dirigente uruguaia defendeu que o Conselho de G&ecirc;nero da FIJ avance para a&ccedil;&otilde;es mais concretas e prop&ocirc;s a realiza&ccedil;&atilde;o de um Congresso Internacional de G&ecirc;nero da FIJ, destinado &agrave; formula&ccedil;&atilde;o de estrat&eacute;gias e resolu&ccedil;&otilde;es pol&iacute;ticas espec&iacute;ficas sobre igualdade e direitos das mulheres jornalistas. O Uruguai se colocou &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o para sediar o encontro.</p>
<p>A proposta integra um documento pol&iacute;tico constru&iacute;do conjuntamente por Brasil e Uruguai, que defende &ldquo;uma agenda estrat&eacute;gica para a transforma&ccedil;&atilde;o do sindicalismo e da comunica&ccedil;&atilde;o com perspectiva de g&ecirc;nero&rdquo;, colocando a agenda feminista &ldquo;no centro da a&ccedil;&atilde;o sindical internacional&rdquo;.</p>
<p>Representando a Federa&ccedil;&atilde;o Nacional dos Jornalistas (FENAJ), Samira de Castro afirmou que as desigualdades enfrentadas pelas mulheres jornalistas na Am&eacute;rica Latina dialogam com problemas vividos por profissionais da imprensa em diversas partes do mundo e defendeu a necessidade de transformar os diagn&oacute;sticos em organiza&ccedil;&atilde;o e a&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica.</p>
<p>A dirigente brasileira defendeu programas de forma&ccedil;&atilde;o sindical com perspectiva de g&ecirc;nero, entendendo a capacita&ccedil;&atilde;o como instrumento de redistribui&ccedil;&atilde;o de poder dentro do movimento sindical e de fortalecimento da participa&ccedil;&atilde;o de mulheres e grupos diversos em posi&ccedil;&otilde;es de lideran&ccedil;a. Tamb&eacute;m destacou a import&acirc;ncia de construir uma rede global de g&ecirc;nero no sindicalismo internacional para articular a&ccedil;&otilde;es e compartilhar experi&ecirc;ncias entre as regi&otilde;es.</p>
<p>&ldquo;Sem coordena&ccedil;&atilde;o n&atilde;o h&aacute; for&ccedil;a&rdquo;, afirmou Samira de Castro durante sua apresenta&ccedil;&atilde;o, encerrando sua participa&ccedil;&atilde;o com a palavra de ordem: &ldquo;Lute como uma jornalista&rdquo;.</p>
<p>O encontro evidenciou o fortalecimento da presen&ccedil;a latino-americana nos espa&ccedil;os de debate da FIJ e o esfor&ccedil;o regional para consolidar a agenda de g&ecirc;nero como eixo estruturante do sindicalismo da imprensa em n&iacute;vel internacional.</p>
<p>&nbsp;</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Thu, 14 May 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Fenaj com informações da APU</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>Topázio amplia ataques e servidores mantêm greve em Florianópolis</title> 
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                    <title>Topázio amplia ataques e servidores mantêm greve em Florianópolis</title> 
                    <description>Após dois dias de audiência sem propostas e sem recuar nas mais de 200 demissões de servidores, categoria decide continuar a greve iniciada no dia 23 de abril</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69055</link>
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                        <![CDATA[<p class="_aupe copyable-text x15bjb6t x1n2onr6">Nesta ter&ccedil;a-feira, 12 de maio, os servidores municipais de Florian&oacute;polis decidiram pela continuidade da greve iniciada no dia 23 de abril. A decis&atilde;o foi aprovada em assembleia ap&oacute;s dois dias de audi&ecirc;ncia de concilia&ccedil;&atilde;o no Tribunal de Justi&ccedil;a de Santa Catarina terminarem sem qualquer avan&ccedil;o nas negocia&ccedil;&otilde;es e sem recuo da Prefeitura nas puni&ccedil;&otilde;es impostas &agrave; categoria.</p>
<p class="_aupe copyable-text x15bjb6t x1n2onr6">Mesmo diante da forte mobiliza&ccedil;&atilde;o dos trabalhadores e trabalhadoras, o governo do prefeito Top&aacute;zio Neto encerrou as audi&ecirc;ncias sem apresentar propostas concretas para a pauta de reivindica&ccedil;&otilde;es e sem rever as medidas arbitr&aacute;rias e ilegais. Desde o in&iacute;cio da greve, mais de 200 servidores j&aacute; foram demitidos pela prefeitura em uma tentativa de enfraquecer o movimento.</p>
<p class="_aupe copyable-text x15bjb6t x1n2onr6">Durante a tarde desta ter&ccedil;a-feira, o prefeito voltou a atacar os trabalhadores pelas redes sociais e ampliou as amea&ccedil;as contra servidores efetivos, tempor&aacute;rios, diretores escolares eleitos pelas comunidades e trabalhadores designados. A gest&atilde;o tamb&eacute;m anunciou abertura de Processos Administrativos Disciplinares (PADs) contra grevistas.</p>
<p class="_aupe copyable-text x15bjb6t x1n2onr6">Para o diretor do SINTRASEM e da CUT Nacional, Ren&ecirc; Munaro, o governo municipal demonstra uma postura autorit&aacute;ria e antissindical ao tentar impor o fim da greve pela for&ccedil;a&nbsp;&ldquo;Essas medidas demonstram a face autorit&aacute;ria do governo Top&aacute;zio, que demite trabalhadores, desconta sal&aacute;rio e quer impor pela for&ccedil;a o fim da greve. A assembleia desta ter&ccedil;a rejeitou a proposta massivamente, com milhares nas ruas mais uma vez para exigir negocia&ccedil;&atilde;o imediatamente&rdquo;, afirmou.</p>
<p class="_aupe copyable-text x15bjb6t x1n2onr6">Ren&ecirc; tamb&eacute;m destacou que a prefeitura se recusou a apresentar qualquer proposta concreta durante a concilia&ccedil;&atilde;o&nbsp;&ldquo;Diferente do que a prefeitura vem dizendo na imprensa, a audi&ecirc;ncia de concilia&ccedil;&atilde;o se encerrou porque n&atilde;o houve nenhuma proposta para o movimento que pudesse ser apresentada como forma de acordo dessa reuni&atilde;o de concilia&ccedil;&atilde;o&rdquo;, declarou.</p>
<p class="_aupe copyable-text x15bjb6t x1n2onr6">Segundo o dirigente, a categoria seguir&aacute; mobilizada e j&aacute; protocolou no Poder Judici&aacute;rio a decis&atilde;o da assembleia exigindo a retomada imediata das negocia&ccedil;&otilde;es. Nesta quarta-feira (13), &agrave;s 15h, os trabalhadores realizar&atilde;o um grande ato em frente &agrave; Secretaria Municipal de Educa&ccedil;&atilde;o em defesa dos diretores eleitos, dos postos de trabalho e do investimento nas escolas p&uacute;blicas da capital.</p>
<p class="_aupe copyable-text x15bjb6t x1n2onr6">A presidenta da CUT-SC, Anna Julia Rodrigues, criticou duramente a postura da prefeitura e reafirmou o apoio da Central &agrave; greve dos servidores municipais&nbsp;&ldquo;&Eacute; inadmiss&iacute;vel que um prefeito responda uma greve leg&iacute;tima com persegui&ccedil;&otilde;es, amea&ccedil;as e demiss&otilde;es em massa. O governo Top&aacute;zio tenta criminalizar a luta dos servidores ao inv&eacute;s de abrir negocia&ccedil;&atilde;o s&eacute;ria com a categoria. A CUT-SC seguir&aacute; ao lado dos trabalhadores de Florian&oacute;polis na defesa do servi&ccedil;o p&uacute;blico, da democracia e do direito de greve&rdquo;, afirmou.</p>
<p class="_aupe copyable-text x15bjb6t x1n2onr6">&nbsp;</p>]]>
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                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Thu, 14 May 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>CUT-SC / Foto: Sintrasem</author>
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