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        <title>Portal Mundo Sindical - Noticias sobre Sindicalismo</title> 
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        <description>Sindicalismo levado a serio!</description> 
        <language>pt-br</language> 
        <copyright>MUNDO SINDICAL 2026</copyright>
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        <lastBuildDate>Tue, 18 Aug 2026 05:08:59 GMT</lastBuildDate>
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            <title>Portal Mundo Sindical - Sindicalismo levado a serio!</title>
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                        <title>Lideranças da FEQUIMFAR e Sindicatos filiados participam do lançamento da campanha de Lula e Alckmin em São Bernardo do Campo</title> 
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                    <title>Lideranças da FEQUIMFAR e Sindicatos filiados participam do lançamento da campanha de Lula e Alckmin em São Bernardo do Campo</title> 
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                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69728</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>No domingo, 16 de agosto, lideran&ccedil;as da FEQUIMFAR e de Sindicatos filiados participaram, em S&atilde;o Bernardo do Campo SP, do lan&ccedil;amento oficial da campanha de Lula e Geraldo Alckmin &agrave; Presid&ecirc;ncia e Vice-Presid&ecirc;ncia da Rep&uacute;blica nas elei&ccedil;&otilde;es de 4 de outubro de 2026.</p>
<p>O evento, realizado no Est&aacute;dio 10 de Maio, Vila Euclides, marcou o retorno de Lula ao local hist&oacute;rico das grandes mobiliza&ccedil;&otilde;es dos trabalhadores do ABC e foi tamb&eacute;m um momento de resgatar a trajet&oacute;ria das lutas sindicais e refletir sobre os desafios do presente e do futuro.</p>
<p>A atividade reuniu lideran&ccedil;as dos Qu&iacute;micos da For&ccedil;a, da For&ccedil;a Sindical, CUT, CTB, UGT e demais centrais sindicais, al&eacute;m de ministros de Estado, parlamentares, governadores e outras lideran&ccedil;as.</p>
<p>Durante as falas, foram destacados temas como gera&ccedil;&atilde;o de empregos, garantia de direitos trabalhistas, fortalecimento da ind&uacute;stria, igualdade salarial, combate &agrave; viol&ecirc;ncia contra as mulheres e ao feminic&iacute;dio, al&eacute;m da educa&ccedil;&atilde;o de qualidade, sa&uacute;de e seguran&ccedil;a alimentar.</p>
<p>&ldquo;Este &eacute; um momento de olhar para a nossa hist&oacute;ria, avaliar o presente e debater o futuro, defendendo a democracia, a soberania nacional, o emprego, direitos trabalhistas, igualdade e pol&iacute;ticas p&uacute;blicas que melhorem a vida da popula&ccedil;&atilde;o. Ainda h&aacute; muito a avan&ccedil;ar e o movimento sindical seguir&aacute; atento e mobilizado na defesa dessas conquistas&rdquo;, disse Sergio Luiz Leite, Serginho, presidente da FEQUIMFAR e vice-presidente da For&ccedil;a Sindical.</p>]]>
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                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Mon, 17 Aug 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Fequimfar</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>Enfermeira é libertada da detenção do ICE após pressão do movimento sindical do Maine (EUA)</title> 
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                    <title>Enfermeira é libertada da detenção do ICE após pressão do movimento sindical do Maine (EUA)</title> 
                    <description>Debora Kapisha, enfermeira do Maine Medical Center que havia sido detida pelo Serviço de Imigração e Controle de Alfândegas (ICE), foi libertada da custódia, anunciou o National Nurses United dia 6 de agosto</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69727</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>Kapisha, uma enfermeira registrada de 28 anos, natural da Z&acirc;mbia e solicitante de asilo, foi colocada sob cust&oacute;dia do ICE em 30 de julho, enquanto passava pelo Aeroporto Internacional Logan, em Boston. Ela permaneceu detida por uma semana antes de ser libertada.</p>
<p>A liberta&ccedil;&atilde;o ocorreu apenas um dia depois de mais de 200 enfermeiros, sindicalistas e apoiadores da comunidade realizarem um ato em frente ao Maine Medical Center, exigindo sua liberta&ccedil;&atilde;o imediata. A manifesta&ccedil;&atilde;o, organizada em menos de 24 horas pela Maine State Nurses Association (MSNA), afiliada &agrave; National Nurses United, j&aacute; havia conquistado uma importante vit&oacute;ria ao impedir que o ICE transferisse Kapisha para um centro de deten&ccedil;&atilde;o na Louisiana.</p>
<blockquote>
<p>&ldquo;Os sindicatos fizeram o que os sindicatos fazem: se organizaram&rdquo;, disse a enfermeira registrada Ashlynn Ward ao People&rsquo;s World ap&oacute;s a manifesta&ccedil;&atilde;o. &ldquo;Organizamos uma coletiva de imprensa e uma manifesta&ccedil;&atilde;o que, gosto de pensar, colocou press&atilde;o suficiente sobre o ICE para que eles n&atilde;o transferissem Debora da Nova Inglaterra para a Louisiana.&rdquo;</p>
</blockquote>
<h2>Liberta&ccedil;&atilde;o demonstra a for&ccedil;a da organiza&ccedil;&atilde;o</h2>
<p>Os colegas de Kapisha, que a descrevem como uma colega &ldquo;gentil e solid&aacute;ria&rdquo; e uma &ldquo;profissional de sa&uacute;de compassiva&rdquo;, escreveram mais de 100 cartas de apoio a ela durante sua deten&ccedil;&atilde;o. Eles exigiram que o ICE libertasse Kapisha imediatamente e que o Maine Medical Center tomasse medidas para patrocin&aacute;-la formalmente para a obten&ccedil;&atilde;o da resid&ecirc;ncia permanente.</p>
<blockquote>
<p>&ldquo;Eu conhe&ccedil;o em primeira m&atilde;o o car&aacute;ter dela e a bondade que ela demonstra com as pessoas ao seu redor&rdquo;, disse a enfermeira registrada Abigail Nelson durante a manifesta&ccedil;&atilde;o de 5 de agosto organizada pela MSNA. &ldquo;Enfermeiras como ela n&atilde;o s&atilde;o f&aacute;ceis de substituir, e os pacientes, nossa comunidade &mdash; todos n&oacute;s &mdash; estamos sentindo a falta dela.&rdquo;</p>
</blockquote>
<p>Kapisha est&aacute; legalmente autorizada a viver e trabalhar nos Estados Unidos enquanto seu pedido de asilo, apresentado a partir da Z&acirc;mbia, &eacute; analisado. De acordo com um e-mail obtido pelo Maine&rsquo;s Total Coverage, a MaineHealth informou que Kapisha est&aacute; autorizada a trabalhar nos Estados Unidos at&eacute; 2030.</p>
<blockquote>
<p>&ldquo;Isso tem a ver com tirar a dignidade de nossos vizinhos&rdquo;</p>
</blockquote>
<p>O sindicato dos enfermeiros caracterizou a deten&ccedil;&atilde;o de Kapisha como parte de um padr&atilde;o mais amplo de viol&ecirc;ncia do ICE contra comunidades de imigrantes.</p>
<blockquote>
<p>&ldquo;O ICE est&aacute; prendendo uma enfermeira que cuida das pessoas e salva vidas todos os dias em nossa comunidade&rdquo;, disse Cokie Giles, enfermeira registrada do Maine e vice-presidente da National Nurses United, durante a manifesta&ccedil;&atilde;o. &ldquo;Quando o ICE sequestra membros de nossa comunidade que s&atilde;o essenciais, &iacute;ntegros e trabalhadores como ela, est&aacute; deixando claras suas verdadeiras inten&ccedil;&otilde;es e seu objetivo: expulsar todas as pessoas negras e pardas do pa&iacute;s e transformar os Estados Unidos em uma sociedade fascista e supremacista branca &mdash; al&eacute;m de aterrorizar todas as pessoas que resistem.&rdquo;</p>
</blockquote>
<p>O NNU tem defendido consistentemente a aboli&ccedil;&atilde;o do ICE, citando as mortes de pelo menos 52 pessoas sob cust&oacute;dia da imigra&ccedil;&atilde;o durante o segundo mandato de Trump, al&eacute;m de v&aacute;rios tiroteios fatais cometidos por agentes do ICE.</p>
<h2>Hospital &eacute; pressionado a fazer mais</h2>
<p>Embora a dire&ccedil;&atilde;o do Maine Medical Center tenha dito que estava em contato com os advogados de Kapisha e &ldquo;oferecendo o apoio adequado&rdquo;, os sindicalistas pediram que o hospital fizesse mais.</p>
<p>Janel Crowley, enfermeira da UTI neonatal e representante sindical, disse durante a manifesta&ccedil;&atilde;o que o hospital tem recursos para proteger seus trabalhadores. &ldquo;Este &eacute; um hospital, pelo amor de Deus&rdquo;, afirmou Crowley. &ldquo;Este &eacute; um lugar de cura, de cuidado, de ajuda &agrave;s pessoas vulner&aacute;veis. Mas, pelo menos neste momento, este hospital est&aacute; dando as costas a algu&eacute;m que precisa muito da nossa ajuda.&rdquo;</p>
<p>V&aacute;rios oradores sugeriram que o hospital poderia fornecer uma carta de apoio, ajudar a pagar o valor da fian&ccedil;a ou patrocinar o pedido de green card de Kapisha.</p>
<p>Implica&ccedil;&otilde;es mais amplas para os trabalhadores da sa&uacute;de</p>
<p>Ward, que falou ao People&rsquo;s World ap&oacute;s a manifesta&ccedil;&atilde;o, enfatizou que a luta por Kapisha tem profunda repercuss&atilde;o entre os trabalhadores da sa&uacute;de em todo o estado e em todo o pa&iacute;s.</p>
<blockquote>
<p>&ldquo;As enfermeiras deixaram claro o quanto significa defender esses princ&iacute;pios&rdquo;, disse Ward. &ldquo;N&atilde;o apenas muitas enfermeiras s&atilde;o imigrantes, mas muitos funcion&aacute;rios de apoio dos hospitais tamb&eacute;m s&atilde;o. Essa &eacute; uma realidade muito presente no dia a dia dos profissionais de sa&uacute;de.</p>
<p>&ldquo;Temos funcion&aacute;rios de apoio, profissionais de sa&uacute;de e unidades inteiras formadas por enfermeiras internacionais trazidas pelo sistema hospitalar&rdquo;, continuou. &ldquo;Quando isso acontece t&atilde;o perto de n&oacute;s, ficamos nervosos e assustados. Mas precisamos permanecer vigilantes, orientando nossos funcion&aacute;rios e profissionais de sa&uacute;de para que conhe&ccedil;am seus direitos.&rdquo;</p>
</blockquote>
<p>Ward atribuiu &agrave; NNU o m&eacute;rito por treinar l&iacute;deres de enfermagem para orientar os membros da base sindical sobre seus direitos e sobre os direitos de seus pacientes.</p>
<p>Embora a liberta&ccedil;&atilde;o de Kapisha represente uma grande vit&oacute;ria, a luta ainda n&atilde;o terminou. Seu pedido de asilo continua pendente, e os enfermeiros continuam pressionando o Maine Medical Center para que a patrocine para obter a resid&ecirc;ncia permanente.</p>
<p>Ward descreveu o movimento sindical do Maine como especialmente unido e preparado para responder quando a situa&ccedil;&atilde;o exige.</p>
<blockquote>
<p>&ldquo;O Maine &eacute; um lugar muito especial para os sindicatos&rdquo;, disse ela. &ldquo;N&atilde;o acredito que outros estados tenham a mesma conex&atilde;o estreita entre diferentes sindicatos que temos aqui. Sei que, quando a MSNA, a SEIU ou a IBEW precisam de apoio, outros sindicatos v&atilde;o aparecer para demonstrar solidariedade.&rdquo;</p>
<p>&ldquo;Parece clich&ecirc;, mas &eacute; &lsquo;mexeu com um de n&oacute;s, mexeu com todos n&oacute;s&rsquo;&rdquo;, acrescentou Ward. &ldquo;Isso ficou comprovado na quarta-feira com as enfermeiras. Quando voltamos para nossa confer&ecirc;ncia, todos estavam aplaudindo e perguntando: &lsquo;O que podemos fazer para ajudar voc&ecirc;s?&rsquo; N&oacute;s far&iacute;amos exatamente a mesma coisa por eles.&rdquo;</p>
</blockquote>
<p><strong>Cameron Harrison &eacute; ativista e organizador sindical da Comiss&atilde;o do Trabalho do CPUSA. Ele escreve de Detroit, Michigan.</strong></p>
<p><strong>Texto traduzido do <a href="https://www.peoplesworld.org/article/nurse-released-from-ice-detention-after-pressure-from-maine-labor-movement/">People&acute;s World</a> por Luciana Cristina Ruy</strong></p>
<div><strong><br /></strong></div>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Mon, 17 Aug 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Rádio Peão Brasil</author>
                </item>
            
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                        <title>Sindicalismo comerciário se mobiliza em defesa dos trabalhadores das Casas Bahia</title> 
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                    <title>Sindicalismo comerciário se mobiliza em defesa dos trabalhadores das Casas Bahia</title> 
                    <description>Casas Bahia está em recuperação judicial após fechar 298 lojas. Conheça as implicações para os trabalhadores e as ações dos sindicatos</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69726</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>O recente an&uacute;ncio do fechamento de 298 lojas f&iacute;sicas das Casas Bahia em todo o Brasil ligou o sinal de alerta nos Sincomerci&aacute;rios filiados &agrave; <a href="https://portalfecomerciarios.org.br/">Fecomerci&aacute;rios</a>, onde h&aacute; unidades instaladas.</p>
<p><em><strong>Leia tamb&eacute;m:</strong></em></p>
<p><a href="https://radiopeaobrasil.com.br/fecomerciarios-e-sindicatos-mobilizam-se-para-a-data-base-de-1o-de-setembro/">Sincomerci&aacute;rios de SP mobilizam-se para a data-base</a></p>
<p>O n&uacute;mero representa cerca de 28,7% da gigante rede varejista. O Grupo protocolou no Foro Central C&iacute;vel de S&atilde;o Paulo, um pedido de recupera&ccedil;&atilde;o judicial. A medida envolve a pr&oacute;pria companhia e outras nove empresas. O objetivo &eacute; reorganizar as finan&ccedil;as, renegociar cerca de R$ 17,3 bilh&otilde;es em d&iacute;vidas e garantir a continuidade das opera&ccedil;&otilde;es.</p>
<p>A recupera&ccedil;&atilde;o judicial &eacute; um mecanismo previsto na legisla&ccedil;&atilde;o brasileira que permite &agrave;s empresas com dificuldades financeiras renegociar suas d&iacute;vidas sob supervis&atilde;o da Justi&ccedil;a. O objetivo &eacute; evitar a fal&ecirc;ncia, preservar empregos e permitir que a companhia continue operando enquanto busca reequilibrar suas contas. As demiss&otilde;es podem atingir cerca de 7% dos funcion&aacute;rios. No primeiro semestre do ano, a Casas Bahia empregava cerca de 30 mil.</p>
<h2>Atentos</h2>
<p>Surpresa com o an&uacute;ncio do encerramento de 298 lojas, com a demiss&atilde;o, inicialmente, de cerca de dois mil funcion&aacute;rios, a base sindical comerci&aacute;ria est&aacute; atenta aos desdobramentos da crise e redobra a vigil&acirc;ncia para resguardar os empregos e direitos, em caso de indesejadas novas demiss&otilde;es.</p>
<p>O <a href="https://www.comerciarios.org.br/">Sindicato dos Comerci&aacute;rios de S&atilde;o Paulo</a> prepara uma a&ccedil;&atilde;o judicial para anular a demiss&atilde;o em massa que deve se basear na proibi&ccedil;&atilde;o constitucional de dispensa em massa sem di&aacute;logo pr&eacute;vio com Sindicatos.</p>
<h2>S&atilde;o Paulo</h2>
<p>O presidente <a href="https://radiopeaobrasil.com.br/ricardo-patah-defende-trabalho-decente-no-l20-na-africa-do-sul/">Ricardo Patah</a> informa que a entidade vai pedir a suspens&atilde;o dos desligamentos at&eacute; que uma negocia&ccedil;&atilde;o seja realizada. O entendimento proposto se basear&aacute; na a&ccedil;&atilde;o de repercuss&atilde;o geral de tema 638, da qual o STF decidiu em 2022 que a negocia&ccedil;&atilde;o pr&eacute;via com sindicatos &eacute; imprescind&iacute;vel em casos de demiss&atilde;o em massa, o que n&atilde;o ocorreu.</p>
<p>O Sindicato negociar&aacute; benef&iacute;cios extras e a realoca&ccedil;&atilde;o de gestantes e funcion&aacute;rios em vulnerabilidade. Caso a via judicial falhe, as prioridades incluem a extens&atilde;o da assist&ecirc;ncia m&eacute;dica, indeniza&ccedil;&otilde;es complementares e a transfer&ecirc;ncia de gestantes para pontos de venda remanescentes.</p>
<p>Conforme o presidente Patah:</p>
<blockquote>
<p>&ldquo;o Sindicato n&atilde;o foi avisado previamente dos cortes. A entidade afirma que soube dos cortes de maneira informal e que exigir&aacute; a listagem completa das demiss&otilde;es para avaliar os impactos, para que possa prestar atendimento individualizado aos trabalhadores; tamb&eacute;m iniciou uma panfletagem a respeito nas ruas&rdquo;.</p>
</blockquote>
<p>Reuni&atilde;o entre o Sindicato e a empresa est&aacute; marcada para as 10h de amanh&atilde;. No encontro, o Sindicato vai propor alternativas para evitar a demiss&otilde;es.</p>
<h2>M&aacute;rcia</h2>
<p>A presidente em exerc&iacute;cio da Fecomerci&aacute;rios, M&aacute;rcia Caldas, afirma:</p>
<blockquote>
<p>&ldquo;O comerci&aacute;rio n&atilde;o pode pagar esta conta! Estamos atentos e vigilantes, ainda mais pela preserva&ccedil;&atilde;o dos empregos e diante dos desdobramentos das famigeradas demiss&otilde;es. O comerci&aacute;rio n&atilde;o est&aacute; sozinho!&rdquo;.</p>
</blockquote>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Mon, 17 Aug 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>UOL</author>
                </item>
            
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                        <title>Sindicato cobra explicações após fechamento de 298 lojas da Casas Bahia e acompanha demissões na Grande São Paulo</title> 
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                    <title>Sindicato cobra explicações após fechamento de 298 lojas da Casas Bahia e acompanha demissões na Grande São Paulo</title> 
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                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69725</link>
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                        <![CDATA[<div class="row">
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<div id="noticiadetalhe">
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<div class="fv0XaG_DilRenderer fv0XaG_DilResponseRoot w-full max-w-full">
<p class="w6asjq_TextBase _85PZeG_Text PDq2pG_selectionAnchorContainer">O <span class="w6asjq_TextBase _85PZeG_Text">Sindicato dos Comerci&aacute;rios de S&atilde;o Paulo</span> foi surpreendido pelo an&uacute;ncio de que a <span class="w6asjq_TextBase _85PZeG_Text">Casas Bahia</span> fechou <span class="w6asjq_TextBase _85PZeG_Text">298 lojas</span> em todo o pa&iacute;s e promoveu a demiss&atilde;o de cerca de <span class="w6asjq_TextBase _85PZeG_Text">1,9 mil trabalhadores</span> entre quinta-feira (13) e sexta-feira (14). A entidade afirma que n&atilde;o foi previamente comunicada sobre a medida e considera a decis&atilde;o extremamente preocupante pelos impactos sociais e econ&ocirc;micos para milhares de fam&iacute;lias.</p>
<p class="w6asjq_TextBase _85PZeG_Text PDq2pG_selectionAnchorContainer">Diante da situa&ccedil;&atilde;o, o Sindicato convocou imediatamente representantes da empresa para uma reuni&atilde;o, na qual exigir&aacute; esclarecimentos sobre os crit&eacute;rios adotados para o fechamento das unidades, o n&uacute;mero de trabalhadores atingidos na <span class="w6asjq_TextBase _85PZeG_Text">Grande S&atilde;o Paulo</span> e as medidas que ser&atilde;o tomadas para garantir os direitos dos empregados dispensados.</p>
<p class="w6asjq_TextBase _85PZeG_Text">A entidade informou que j&aacute; est&aacute; acompanhando o caso de perto e prestando orienta&ccedil;&atilde;o aos comerci&aacute;rios afetados. O objetivo &eacute; buscar alternativas que possam minimizar os impactos das demiss&otilde;es e, sempre que poss&iacute;vel, tentar reverter desligamentos nas unidades da regi&atilde;o metropolitana.</p>
<p class="w6asjq_TextBase _85PZeG_Text">O Sindicato tamb&eacute;m refor&ccedil;a que todos os trabalhadores e trabalhadoras da Grande S&atilde;o Paulo que tenham sido demitidos ou tenham d&uacute;vidas sobre seus direitos devem procurar imediatamente a entidade. Al&eacute;m de oferecer assist&ecirc;ncia jur&iacute;dica e sindical, o Sindicato acompanhar&aacute; cada caso para assegurar o cumprimento integral das verbas rescis&oacute;rias e demais garantias previstas na Conven&ccedil;&atilde;o Coletiva e na legisla&ccedil;&atilde;o trabalhista.</p>
<p class="w6asjq_TextBase _85PZeG_Text">Para a dire&ccedil;&atilde;o da entidade, uma reestrutura&ccedil;&atilde;o dessa dimens&atilde;o n&atilde;o pode ocorrer sem di&aacute;logo com os representantes dos trabalhadores. O Sindicato reafirma que permanecer&aacute; mobilizado at&eacute; que a empresa apresente explica&ccedil;&otilde;es e solu&ccedil;&otilde;es para os comerci&aacute;rios atingidos.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Mon, 17 Aug 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Sindicato dos Comerciários de São Paulo</author>
                </item>
            
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                        <title>Sindec-POA inaugura Sindec Delas: acolhimento e proteção às mulheres</title> 
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                    <title>Sindec-POA inaugura Sindec Delas: acolhimento e proteção às mulheres</title> 
                    <description>Sindec Delas, lançado em parceria com a Themis, oferece acolhimento, escuta e orientação às comerciárias em situações de violência e violação de direitos</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69724</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p class="isSelectedEnd">O Sindicato dos Empregados no Com&eacute;rcio de Porto Alegre (<a href="https://www.sindec.org.br/noticias.htm">Sindec-POA</a>) inaugurou, na quarta-feira (12), o <strong>Sindec Delas &ndash; Programa Permanente de Acolhimento e Prote&ccedil;&atilde;o &agrave;s Mulheres</strong>. A iniciativa cria, na sede da entidade, um espa&ccedil;o exclusivo para receber, acolher e orientar trabalhadoras que enfrentam situa&ccedil;&otilde;es de viol&ecirc;ncia, ass&eacute;dio, discrimina&ccedil;&atilde;o e outras formas de viola&ccedil;&atilde;o de direitos.</p>
<p>O programa foi desenvolvido em parceria com a <strong>Themis &ndash; G&ecirc;nero, Justi&ccedil;a e Direitos Humanos</strong>, organiza&ccedil;&atilde;o que atua na promo&ccedil;&atilde;o e defesa dos direitos das mulheres. A proposta &eacute; ampliar a atua&ccedil;&atilde;o do sindicato para al&eacute;m das quest&otilde;es diretamente relacionadas &agrave;s rela&ccedil;&otilde;es de trabalho, considerando que situa&ccedil;&otilde;es de viol&ecirc;ncia e vulnerabilidade tamb&eacute;m afetam a seguran&ccedil;a, a autonomia e a vida profissional das comerci&aacute;rias.</p>
<p class="isSelectedEnd">Antes da inaugura&ccedil;&atilde;o, o Sindec-POA promoveu a forma&ccedil;&atilde;o dos multiplicadores que atuar&atilde;o no programa. A prepara&ccedil;&atilde;o teve como objetivo qualificar os participantes para o acolhimento e a escuta das trabalhadoras, a identifica&ccedil;&atilde;o de situa&ccedil;&otilde;es de vulnerabilidade e a orienta&ccedil;&atilde;o sobre os servi&ccedil;os dispon&iacute;veis na rede de prote&ccedil;&atilde;o &agrave;s mulheres.</p>
<p class="isSelectedEnd">A cerim&ocirc;nia de lan&ccedil;amento reuniu representantes de institui&ccedil;&otilde;es ligadas &agrave; defesa dos direitos das mulheres.</p>
<h2 class="isSelectedEnd">Participaram</h2>
<ul>
<li class="isSelectedEnd">o presidente do Sindec-POA, <strong>Nilton Neco</strong>;</li>
<li class="isSelectedEnd">a diretora-executiva da Themis, <strong>J&eacute;ssica Miranda Pinheiro</strong>;</li>
<li class="isSelectedEnd">a deputada estadual <strong>Sofia Cavedon</strong>;</li>
<li class="isSelectedEnd">a defensora p&uacute;blica <strong>Bibiana Ver&iacute;ssimo Bernardes</strong>, dirigente do N&uacute;cleo de Defesa da Mulher (Nudem) da Defensoria P&uacute;blica do Rio Grande do Sul;</li>
<li class="isSelectedEnd">a delegada <strong>Waleska Aline Viana de Alvarenga</strong>, diretora da Divis&atilde;o de Prote&ccedil;&atilde;o e Atendimento &agrave; Mulher da Pol&iacute;cia Civil do Estado;</li>
<li class="isSelectedEnd">e <strong>Jaqueline Aparecida Vidal Moreira</strong>, diretora de Assuntos das Minorias da For&ccedil;a Sindical e diretora do Sindec-POA.</li>
</ul>
<p class="isSelectedEnd">Durante a programa&ccedil;&atilde;o, tamb&eacute;m foram reconhecidas as primeiras multiplicadoras formadas para atuar no Sindec Delas.</p>
<h2>Sindicato ser&aacute; porta de entrada para a rede de prote&ccedil;&atilde;o</h2>
<p class="isSelectedEnd">O Sindec Delas n&atilde;o substitui os &oacute;rg&atilde;os p&uacute;blicos e servi&ccedil;os especializados de atendimento &agrave;s mulheres. O objetivo &eacute; fazer do sindicato mais uma porta de entrada para a rede de prote&ccedil;&atilde;o, oferecendo um ambiente seguro para escuta, acolhimento e orienta&ccedil;&atilde;o sobre os caminhos dispon&iacute;veis em cada situa&ccedil;&atilde;o.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o presidente do Sindec-POA, Nilton Neco, a iniciativa representa um compromisso permanente da entidade com as trabalhadoras.</p>
<blockquote>
<p class="isSelectedEnd">&ldquo;Hoje, o Sindec n&atilde;o entrega apenas uma sala. Entrega um compromisso. Um compromisso com a forma&ccedil;&atilde;o, com a escuta, com a rede de prote&ccedil;&atilde;o e, sobretudo, com o direito de cada mulher viver e trabalhar com dignidade, seguran&ccedil;a e liberdade.&rdquo;</p>
</blockquote>
<p>Com o novo programa, o Sindec-POA amplia sua atua&ccedil;&atilde;o na defesa das comerci&aacute;rias e passa a oferecer, de forma permanente, um espa&ccedil;o para que mulheres em situa&ccedil;&atilde;o de viol&ecirc;ncia ou viola&ccedil;&atilde;o de direitos possam buscar acolhimento e orienta&ccedil;&atilde;o.</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Mon, 17 Aug 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Rádio Peão Brasil</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>Lula faz comício de candidatura na Vila Euclides</title> 
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                    <title>Lula faz comício de candidatura na Vila Euclides</title> 
                    <description></description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69723</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>O presidente Luiz In&aacute;cio Lula da Silva come&ccedil;ou oficialmente sua busca do quarto mandato em com&iacute;cio no Est&aacute;dio da Vila Euclides, em S&atilde;o Bernardo do Campo, na Regi&atilde;o Metropolitana de S&atilde;o Paulo.</p>
<p>&ldquo;A partir de hoje, s&oacute; vamos dormir direito em 5 de outubro. Cada militante nosso tem de andar com a compara&ccedil;&atilde;o do que n&oacute;s fizemos e do que os outros fizeram&rdquo;, discursou a um est&aacute;dio cheio, conclamando a participa&ccedil;&atilde;o ativa da milit&acirc;ncia na campanha.</p>
<p>O local foi escolhido justamente pela rela&ccedil;&atilde;o com sua hist&oacute;ria pol&iacute;tica. Palco das assembleias de oper&aacute;rios das metal&uacute;rgicas do ABC, teve greves importantes para pressionar uma ditadura militar que j&aacute; dava sinais de cansa&ccedil;o, em 1979.</p>
<p>O evento adiantou as linhas gerais de campanha, com destaque para a defesa da soberania, pautas sociais e as quest&otilde;es em disputa com os partidos de direita, como o papel da mulher e as diferen&ccedil;as de abordagem em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; seguran&ccedil;a p&uacute;blica.</p>
<p>Em sua s&eacute;tima candidatura &agrave; presid&ecirc;ncia, Lula disse que &ldquo;enquanto for vivo n&atilde;o vai permitir que uma direita respons&aacute;vel pela morte de crian&ccedil;as sem rem&eacute;dio e pela morte de 400 mil pessoas sem vacina volte&rdquo;.</p>
<h2>Confira a &iacute;ntegra do evento:&nbsp;<a href="https://www.youtube.com/watch?v=j-JeOIg293k">https://www.youtube.com/watch?v=j-JeOIg293k</a></h2>
<p>O com&iacute;cio emprestou palanque para outros estados, com participa&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;ticos do partido de todas as regi&otilde;es. Coube a Benedita da Silva, que concorre ao Senado no Rio de Janeiro, representar os candidatos ao legislativo.</p>
<p>Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; seguran&ccedil;a p&uacute;blica, defendeu propostas em andamento, como o minist&eacute;rio de seguran&ccedil;a p&uacute;blica e a possibilidade de aprova&ccedil;&atilde;o da lei de combate ao crime organizado, dando destaque &agrave; import&acirc;ncia de buscar os grandes benefici&aacute;rios do crime.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Mon, 17 Aug 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Agência Brasil / Foto: Paulo Pinto</author>
                </item>
            
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                        <title>Redução da jornada: Senado precisa evitar novos atrasos </title> 
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                    <title>Redução da jornada: Senado precisa evitar novos atrasos </title> 
                    <description>CNM/CUT defende manutenção do texto aprovado pela Câmara para impedir que a proposta das 40 horas volte aos deputados</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69722</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>A redu&ccedil;&atilde;o da jornada de trabalho para 40 horas semanais chegou a uma etapa decisiva no Congresso, em Bras&iacute;lia (DF). Para a Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional dos Metal&uacute;rgicos da CUT (CNM/CUT), o Senado Federal deve manter o conte&uacute;do aprovado pela C&acirc;mara dos Deputados e evitar mudan&ccedil;as que prolonguem a tramita&ccedil;&atilde;o de uma reivindica&ccedil;&atilde;o hist&oacute;rica.</p>
<p>Altera&ccedil;&otilde;es feitas pelos senadores no conte&uacute;do da proposta obrigariam o texto a retornar &agrave; C&acirc;mara dos Deputados. Na avalia&ccedil;&atilde;o do presidente da CNM/CUT, Loricardo de Oliveira, esse caminho abriria uma nova etapa de an&aacute;lise e poderia adiar uma conquista aguardada h&aacute; d&eacute;cadas.</p>
<p>&ldquo;Os senadores precisam votar logo e garantir este direito para os trabalhadores&rdquo;, ressalta Loricardo.</p>
<p><strong>Sem retrocessos<br /></strong><br />A defesa da Confedera&ccedil;&atilde;o &eacute; pela aprova&ccedil;&atilde;o do texto sem retrocessos. A proposta j&aacute; foi debatida e submetida a dois turnos de vota&ccedil;&atilde;o entre os deputados, argumento que refor&ccedil;a a cobran&ccedil;a para que o Senado permita o avan&ccedil;o da mat&eacute;ria no Congresso.</p>
<p>&ldquo;O Senado tem o direito de debater, mas n&atilde;o pode usar o debate como justificativa para adiar uma reivindica&ccedil;&atilde;o hist&oacute;rica. A classe trabalhadora espera h&aacute; d&eacute;cadas pela jornada de 40 horas&rdquo;, afirmou Loricardo, ao defender a manuten&ccedil;&atilde;o do texto.</p>
<p>Para o dirigente, a discuss&atilde;o sobre a jornada ultrapassa o rito legislativo. A redu&ccedil;&atilde;o para 40 horas semanais integra uma pauta hist&oacute;rica do movimento sindical e est&aacute; associada &agrave; defesa de qualidade de vida, descanso e mais tempo livre para quem trabalha.</p>
<p><strong>Trabalho e tecnologia</strong><br /><br />No setor metal&uacute;rgico, o debate ocorre em meio a mudan&ccedil;as nos processos produtivos, com avan&ccedil;o da automa&ccedil;&atilde;o e de novas tecnologias. &ldquo;A CNM/CUT defende que ganhos de produtividade tamb&eacute;m devem resultar em benef&iacute;cios concretos para as trabalhadoras e os trabalhadores&rdquo;, argumentou Loricardo.</p>
<p>A manuten&ccedil;&atilde;o do texto aprovado pela C&acirc;mara &eacute; tratada como medida necess&aacute;ria para evitar novo atraso. &ldquo;A CNM/CUT exige dos senadores responsabilidade com uma pauta amadurecida no debate p&uacute;blico e que mobiliza trabalhadores em todo o pa&iacute;s&rdquo;, encerrou.</p>
<p>A expectativa da entidade &eacute; que o Senado fa&ccedil;a o debate sem transformar a an&aacute;lise da proposta em forma de posterga&ccedil;&atilde;o. Para os metal&uacute;rgicos, avan&ccedil;ar agora significa dar resposta concreta a uma reivindica&ccedil;&atilde;o que mobiliza gera&ccedil;&otilde;es da classe trabalhadora.</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Mon, 17 Aug 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Cadu Bazilevski | Editado por: Érica Aragão - CNM/CUT / Foto: Agência Brasil </author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>Bancos frustram bancários e não trazem índice de reajuste salarial</title> 
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                    <title>Bancos frustram bancários e não trazem índice de reajuste salarial</title> 
                    <description>Diante da enrolação da Fenaban, Comando Nacional convoca assembleias em todo país dia 17 de agosto, para deliberação da categoria sobre a proposta dos banqueiros e paralisação dia 20</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69721</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>Os bancos n&atilde;o apresentaram &iacute;ndice de reajuste na s&eacute;tima rodada de negocia&ccedil;&otilde;es da Campanha Nacional Unificada, realizada nesta quinta-feira (13), na capital paulista, frustrando toda a categoria.&nbsp;<br /><br />A proposta dos banqueiros foi de congelamento do piso de ingresso para os novos banc&aacute;rios e reajustes diferenciados para tr&ecirc;s faixas salariais, mas sem dizer quais seriam os par&acirc;metros dessas faixas e nem os percentuais que seriam definidos para cada uma delas.<br /><br />A negocia&ccedil;&atilde;o, iniciada por volta das 10h da manh&atilde;, terminou &agrave;s 18h. Durante os debates, a Fenaban chegou a propor reduzir o valor dos vales refei&ccedil;&atilde;o e alimenta&ccedil;&atilde;o nas cidades do interior, isso porque, segundo a federa&ccedil;&atilde;o, s&atilde;o localidades do pa&iacute;s com custos de alimenta&ccedil;&atilde;o menores. Somente nas grandes capitais os vales poderiam ter aumento.<br /><br /><strong>&ldquo;Eles n&atilde;o querem aumentar o custo, querem simplesmente usar o mesmo valor pago hoje com os vales, tirando de alguns trabalhadores para pagar para outros, como se alguns pudessem comer melhor que outros&rdquo;</strong>, criticou a coordenadora do Comando Nacional dos Banc&aacute;rios, Juvandia Moreira.&nbsp;<br /><br />A representa&ccedil;&atilde;o dos banqueiros chegou, ainda, a amea&ccedil;ar ir ao Tribunal Superior do Trabalho (TST) caso n&atilde;o houvesse acordo para os modelos de reajustes propostos. Mas, depois de um intervalo durante a negocia&ccedil;&atilde;o de hoje, recuou.<br /><br /><strong>&ldquo;O setor banc&aacute;rio lucro R$ 174 bilh&otilde;es ano passado. N&atilde;o tem sentido apresentar uma proposta rebaixada. Por que n&atilde;o tirar dos altos executivos, ent&atilde;o, para pagar o reajuste que a categoria banc&aacute;ria exige e tem de direito?&rdquo;</strong>, rebateu Juvandia, lembrando que a remunera&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia per capita anual paga &agrave; diretoria estatut&aacute;ria dos tr&ecirc;s maiores bancos privados do pa&iacute;s chegar&aacute; a R$ 12,5 milh&otilde;es em 2026.<strong> &ldquo;Esse valor &eacute; mais de 120 vezes superior &agrave; remunera&ccedil;&atilde;o anual de um escritur&aacute;rio, considerando sal&aacute;rio, 13&ordm;, f&eacute;rias, t&iacute;quetes e PLR. &Eacute; uma diferen&ccedil;a salarial que mostra onde os bancos est&atilde;o escolhendo concentrar a renda&rdquo;</strong>, completou.<br /><br />A dirigente destacou ainda que o lucro por empregado nos bancos &eacute; de 438 mil e nas cooperativas &eacute; 173 mil, uma diferen&ccedil;a de 153% em favor dos bancos. Em outras palavras, os banc&aacute;rios s&atilde;o muito mais produtivos e lucrativos.<br /><br /><strong>&ldquo;Eles ficam alegando uma concorr&ecirc;ncia que n&atilde;o existe, para um setor altamente concentrado&rdquo;</strong>, pontuou. <strong>&ldquo;N&atilde;o aceitaremos retirada de direitos. Vamos defender a minuta aprovada pelos banc&aacute;rios e banc&aacute;rias, por aumento real, valoriza&ccedil;&atilde;o nos pisos, t&iacute;quetes, PLR e cria&ccedil;&atilde;o de um piso para os trabalhadores de TI&rdquo;</strong>, concluiu.</p>
<h2>Assembleia na segunda-feira (17)</h2>
<p>Diante da enrola&ccedil;&atilde;o dos banqueiros, o Comando Nacional dos Banc&aacute;rios convocar&aacute; assembleias em todo pa&iacute;s para a pr&oacute;xima segunda-feira, 17 de agosto, para que a categoria delibere sobre o modelo de reajuste, divis&atilde;o da categoria e congelamento de piso, propostos pela Fenaban. A assembleia tamb&eacute;m ir&aacute; deliberar sobre o dia nacional de mobiliza&ccedil;&atilde;o, com paralisa&ccedil;&atilde;o nas bases na quinta-feira, 20 de agosto.<br /><br /><strong>&ldquo;Vamos mobilizar toda a categoria. A divis&atilde;o dos trabalhadores por faixa salarial representa um ataque a nossa unidade. Vamos intensificar a mobiliza&ccedil;&atilde;o, com assembleias em todo o pa&iacute;s, para que os trabalhadores possam discutir e deliberar sobre os pr&oacute;ximos passos. Vamos levar &agrave;s assembleias a proposta de uma paralisa&ccedil;&atilde;o na pr&oacute;xima quinta-feira. &Eacute; fundamental que toda a categoria participe, se mobilize, rejeite esta proposta de modelo de reajuste e mostre aos bancos que n&atilde;o vamos aceitar retrocessos&rdquo;</strong>, enfatizou a presidenta do Sindicato e coordenadora do Comando Nacional dos Banc&aacute;rios, Neiva Ribeiro.</p>
<h2>Pr&oacute;xima negocia&ccedil;&atilde;o</h2>
<p>A pr&oacute;xima negocia&ccedil;&atilde;o da Campanha Nacional Unificada dos Banc&aacute;rios 2026 est&aacute; agendada para a pr&oacute;xima ter&ccedil;a-feira, 18 de agosto.<br /><br />&nbsp;</p>
<h2><strong>Quer ficar por dentro de todas as not&iacute;cias da Campanha Nacional antes de todo mundo?</strong></h2>
<p><strong>&nbsp;</strong>Ent&atilde;o, <a href="https://chat.whatsapp.com/FjXsBIuHe9x68Xrvnnd5X9?s=sw&amp;p=i&amp;mlu=3" target="_blank">acesse este link</a>, e participe da nossa comunidade para receber no n&uacute;mero do seu WhatsApp as informa&ccedil;&otilde;es de tudo o que acontece nas negocia&ccedil;&otilde;es por aumento real e melhores condi&ccedil;&otilde;es de trabalho.</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Mon, 17 Aug 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Contraf-CUT</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>Seminário debate relações do trabalho no transporte</title> 
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                    <title>Seminário debate relações do trabalho no transporte</title> 
                    <description>Seminário reúne empresas, trabalhadores e instituições para debater relações trabalhistas no transporte rodoviário de cargas em São Paulo</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69720</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p class="isSelectedEnd">O<strong> II Semin&aacute;rio de Rela&ccedil;&otilde;es do Trabalho no Transporte Rodovi&aacute;rio de Cargas</strong> reunir&aacute; empresas, trabalhadores e institui&ccedil;&otilde;es para debater quest&otilde;es trabalhistas relevantes para o setor.</p>
<p class="isSelectedEnd">O encontro acontecer&aacute; na quinta-feira, 20 de agosto, das 9h &agrave;s 13h, na sede da <a href="https://fetcesp.com.br/"><span><strong>FETCESP</strong></span></a> e do <a href="https://setcesp.org.br/"><span><strong>SETCESP</strong></span></a>, localizada na Vila Maria, capital paulista.</p>
<p class="isSelectedEnd">O semin&aacute;rio contar&aacute; com apoio institucional do TRT da 2&ordf; Regi&atilde;o, da EJUD2, da FETCESP e da FTTRESP na realiza&ccedil;&atilde;o desta edi&ccedil;&atilde;o paulista.</p>
<p class="isSelectedEnd">A iniciativa busca promover atualiza&ccedil;&atilde;o profissional e troca de experi&ecirc;ncias, fortalecendo o conhecimento sobre rela&ccedil;&otilde;es trabalhistas e desafios enfrentados pelo transporte rodovi&aacute;rio de cargas atualmente.</p>
<p class="isSelectedEnd">Da mesma forma, o evento pretende fortalecer o di&aacute;logo entre representantes empresariais, trabalhadores e institui&ccedil;&otilde;es, contribuindo para rela&ccedil;&otilde;es profissionais mais equilibradas dentro do segmento nacional.</p>
<p class="isSelectedEnd">Assim, participantes poder&atilde;o ampliar conhecimentos, compartilhar experi&ecirc;ncias e discutir temas relacionados ao trabalho, aproximando diferentes setores envolvidos diretamente nas atividades do transporte rodovi&aacute;rio de cargas.</p>
<p>Os interessados devem realizar inscri&ccedil;&atilde;o antecipadamente para participar do semin&aacute;rio, programado para ocorrer na Rua Orlando Monteiro, 21, Vila Maria, na cidade de S&atilde;o Paulo.</p>
<p><strong>Data:</strong> 20 de agosto de 2026 (quinta-feira)<br /><strong>Hor&aacute;rio:</strong> 9h &agrave;s 13h<br /><strong>Local:</strong> Sede da FETCESP e do SETCESP<br /><strong>Endere&ccedil;o:</strong> Rua Orlando Monteiro, 21 &ndash; Vila Maria &ndash; S&atilde;o Paulo<br /><strong>INSCRI&Ccedil;&Otilde;ES:</strong> <a rel="noopener" href="https://www.sympla.com.br/evento/ii-seminario-de-relacoes-trabalhistas-no-trc-20-08-2026-setcesp/3470532?referrer=sympla.queue-it.net&amp;referrer=sympla.queue-it.net" target="_blank"><span><strong>https://www.sympla.com.br/evento/ii-seminario-de-relacoes-trabalhistas-no-trc-20-08-2026-setcesp/3470532?referrer=sympla.queue-it.net&amp;referrer=sympla.queue-it.net</strong></span></a></p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Mon, 17 Aug 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Força Sindical</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>Sindicalistas debatem estratégias para eleições de 2026</title> 
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                    <title>Sindicalistas debatem estratégias para eleições de 2026</title> 
                    <description>Encontro reúne sindicalistas em Florianópolis para debater participação dos trabalhadores, projetos para o Brasil e estratégias eleitorais em 2026</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69719</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p class="isSelectedEnd">O movimento sindical de Santa Catarina realizar&aacute;, nesta quarta-feira, 19 de agosto, encontro em Florian&oacute;polis para debater estrat&eacute;gias relacionadas &agrave;s elei&ccedil;&otilde;es gerais de 2026 catarinenses.</p>
<p class="isSelectedEnd">A atividade reunir&aacute; dirigentes sindicais catarinenses para discutir a participa&ccedil;&atilde;o dos trabalhadores no processo eleitoral e fortalecer o di&aacute;logo sobre os rumos pol&iacute;ticos do pa&iacute;s.</p>
<p class="isSelectedEnd">Al&eacute;m disso, o encontro abordar&aacute; o papel dos sindicatos na disputa entre projetos nacionais e buscar&aacute; construir estrat&eacute;gias coletivas para atua&ccedil;&atilde;o durante o per&iacute;odo eleitoral.</p>
<p class="isSelectedEnd">A programa&ccedil;&atilde;o contar&aacute; tamb&eacute;m com presidentes nacionais de Centrais Sindicais, ampliando o debate entre lideran&ccedil;as sobre desafios, propostas e perspectivas da classe trabalhadora nas elei&ccedil;&otilde;es.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a organiza&ccedil;&atilde;o, as elei&ccedil;&otilde;es de 2026 ser&atilde;o decisivas para os rumos do Brasil e para quest&otilde;es que afetam diretamente a vida dos trabalhadores brasileiros.</p>
<p class="isSelectedEnd">Por isso, os participantes discutir&atilde;o formas de ampliar o protagonismo da classe trabalhadora na constru&ccedil;&atilde;o de propostas e no debate sobre o futuro do Brasil.</p>
<p class="isSelectedEnd">Assim, o encontro pretende ir al&eacute;m do acompanhamento eleitoral, promovendo reflex&atilde;o sobre qual projeto nacional atende &agrave;s demandas, direitos e expectativas dos trabalhadores brasileiros atualmente.</p>
<p>O Encontro de Sindicalistas acontecer&aacute; &agrave;s 9 horas, no audit&oacute;rio da <a href="https://www.fecesc.org.br/"><span><strong>FECESC</strong></span></a>, em Florian&oacute;polis, com participa&ccedil;&atilde;o de dirigentes e lideran&ccedil;as sindicais de diferentes entidades catarinenses.</p>
<p><strong>Data:</strong> 19 de agosto (quarta-feira)<br /><strong>Hor&aacute;rio:</strong> 9h<br /><strong>Local:</strong> Audit&oacute;rio da FECESC &ndash; Florian&oacute;polis</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Mon, 17 Aug 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Força Sindical</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>Da precarização à uberização: lógica do trabalho sob demanda avança </title> 
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                    <title>Da precarização à uberização: lógica do trabalho sob demanda avança </title> 
                    <description>Para pesquisadora da Unicamp, uberização é mais ampla que os aplicativos: envolve transferência de riscos, perda de direitos e uma força de trabalho cada vez mais disponível e acionada sob demanda</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69718</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>A uberiza&ccedil;&atilde;o do trabalho n&atilde;o nasceu com os aplicativos e tampouco se limita a motoristas e entregadores. Ela faz parte de uma transforma&ccedil;&atilde;o mais profunda das rela&ccedil;&otilde;es de trabalho, marcada pela informaliza&ccedil;&atilde;o, terceiriza&ccedil;&atilde;o, transfer&ecirc;ncia de riscos e custos para os trabalhadores e pelo uso crescente de tecnologias para controlar e organizar a for&ccedil;a de trabalho.</p>
<p>Essa &eacute; a avalia&ccedil;&atilde;o da pesquisadora Ludmila Costhek Abilio, da Unicamp, que h&aacute; anos estuda as transforma&ccedil;&otilde;es no mundo do trabalho. Para ela, compreender a uberiza&ccedil;&atilde;o exige olhar menos para os aplicativos e mais para a forma como o trabalho passa a ser organizado.</p>
<p>&ldquo;Eu entendo que ela &eacute; um novo tipo de controle, gerenciamento e organiza&ccedil;&atilde;o do trabalho. E o principal elemento dessa nova forma de organiza&ccedil;&atilde;o do trabalho &eacute; reduzir os trabalhadores a trabalhadores sob demanda&rdquo;.</p>
<p>Na pr&aacute;tica, isso significa uma mudan&ccedil;a profunda na rela&ccedil;&atilde;o entre trabalhador e empresa. Em vez de uma rela&ccedil;&atilde;o claramente estabelecida, com contrato, jornada, remunera&ccedil;&atilde;o e responsabilidades definidas, cresce uma for&ccedil;a de trabalho que permanece dispon&iacute;vel e &eacute; acionada conforme a necessidade.</p>
<p>&ldquo;S&atilde;o trabalhadores que n&atilde;o t&ecirc;m nem mesmo um contrato de trabalho claramente estabelecido e que n&atilde;o t&ecirc;m nenhuma defini&ccedil;&atilde;o acordada sobre qual o tempo de trabalho deles, qual o valor desse trabalho e quanto eles ganham por dia&rdquo;.</p>
<p><strong>A discuss&atilde;o ganha outra dimens&atilde;o quando envolve servi&ccedil;os essenciais, como energia el&eacute;trica, saneamento, manuten&ccedil;&atilde;o urbana e outros servi&ccedil;os p&uacute;blicos submetidos a processos de privatiza&ccedil;&atilde;o, terceiriza&ccedil;&atilde;o e externaliza&ccedil;&atilde;o</strong> <strong>como j&aacute; vem ocorrendo em S&atilde;o Paulo.</strong></p>
<p>Ludmila considera que &eacute; preciso cautela para afirmar que o Estado j&aacute; esteja completamente uberizado. Para ela, por&eacute;m, existem sinais concretos de aproxima&ccedil;&atilde;o com essa l&oacute;gica, especialmente quando a terceiriza&ccedil;&atilde;o cria formas de trabalho sob demanda.</p>
<p>&ldquo;O Estado, eu n&atilde;o sei se ele j&aacute; tem um mecanismo que possibilite usar dessa forma o trabalho amador. Ele deve estar bem perto disso. Mas eu n&atilde;o sei se ele j&aacute; conseguiu institucionalizar esse tipo de uso&rdquo;.</p>
<p>A pesquisadora ressalta, entretanto, que a uberiza&ccedil;&atilde;o j&aacute; pode ser observada dentro de determinados servi&ccedil;os p&uacute;blicos.</p>
<p><strong>&ldquo;Estamos caminhando para uma uberiza&ccedil;&atilde;o dos servi&ccedil;os p&uacute;blicos h&aacute; muito tempo. Um dos exemplos s&atilde;o professores na rede p&uacute;blica que s&atilde;o usados sob demanda, que ficam ali &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o do Estado e s&atilde;o utilizados somente quando necess&aacute;rio para substitui&ccedil;&atilde;o de algu&eacute;m que faltou. Isso j&aacute; &eacute; um exemplo de uberiza&ccedil;&atilde;o&rdquo;.</strong></p>
<p>O caso dos professores tempor&aacute;rios, segundo ela, ajuda a compreender como uma for&ccedil;a de trabalho pode permanecer dispon&iacute;vel para ser acionada conforme a necessidade do servi&ccedil;o, sem necessariamente contar com as mesmas garantias de um servidor efetivo<strong>.</strong></p>
<p>Quando essa l&oacute;gica &eacute; aplicada a setores como energia, &aacute;gua e manuten&ccedil;&atilde;o urbana, os efeitos podem ultrapassar a rela&ccedil;&atilde;o entre empresa e trabalhador. A precariza&ccedil;&atilde;o da for&ccedil;a de trabalho pode atingir a pr&oacute;pria qualidade do servi&ccedil;o prestado &agrave; popula&ccedil;&atilde;o.</p>
<p><strong>Emprego formal, informalidade e terceiriza&ccedil;&atilde;o convivem</strong></p>
<p>Na avalia&ccedil;&atilde;o da pesquisadora, empresas e institui&ccedil;&otilde;es podem combinar diferentes modalidades para obter a for&ccedil;a de trabalho de acordo com suas necessidades.</p>
<p>&ldquo;Ent&atilde;o voc&ecirc; tem articula&ccedil;&otilde;es que v&atilde;o conseguir combinar, dependendo do melhor uso da for&ccedil;a de trabalho, emprego formal com trabalho informal, com diversos tipos de terceiriza&ccedil;&atilde;o&rdquo;.</p>
<p>Essa combina&ccedil;&atilde;o &eacute; particularmente importante quando se observa o avan&ccedil;o das concession&aacute;rias privadas sobre servi&ccedil;os essenciais.</p>
<p>&ldquo;Servi&ccedil;os essenciais da popula&ccedil;&atilde;o est&atilde;o sendo altamente terceirizados, isso a gente j&aacute; sabe. A gente sabe o quanto isso degrada tanto o trabalho como a qualidade dos servi&ccedil;os&rdquo;.</p>
<p><strong>Para Ludmila, a experi&ecirc;ncia cotidiana da popula&ccedil;&atilde;o permite questionar a promessa de que a privatiza&ccedil;&atilde;o e a terceiriza&ccedil;&atilde;o necessariamente produziriam servi&ccedil;os melhores.</strong></p>
<p>&ldquo;A gente vive cotidianamente a prova de que essa ideia de que &eacute; ineficiente e as empresas privadas ir&atilde;o prover o melhor servi&ccedil;o. Cotidianamente a gente vive o fato de que s&atilde;o monop&oacute;lios que v&atilde;o precarizando as nossas condi&ccedil;&otilde;es de vida e as condi&ccedil;&otilde;es de trabalho dos trabalhadores desses setores&rdquo;.</p>
<p><strong>O trabalhador que aparece como usu&aacute;rio</strong></p>
<p>Uma das novidades que a pesquisadora identifica &eacute; a possibilidade de empresas utilizarem pessoas que n&atilde;o s&atilde;o reconhecidas formalmente como trabalhadores, mas que realizam tarefas &uacute;teis para a atividade empresarial.</p>
<p>&ldquo;Ela mostra hoje que as empresas j&aacute; det&ecirc;m meios tecnol&oacute;gicos e pol&iacute;ticos de englobar na sua for&ccedil;a de trabalho essas figuras que v&atilde;o aparecer meio como consumidores, meio usu&aacute;rios, meio trabalhadores que est&atilde;o a&iacute; dispon&iacute;veis.&rdquo;</p>
<p>O resultado &eacute; uma fronteira cada vez mais dif&iacute;cil de identificar entre consumidor, usu&aacute;rio e trabalhador.</p>
<p>&ldquo;E que ela vai recrutar sem custo algum, sem risco algum, sem prote&ccedil;&atilde;o nenhuma. S&atilde;o figuras que v&atilde;o ocupar um espa&ccedil;o que &eacute; meio indistinto e complexo&rdquo;.</p>
<p>Para a pesquisadora, esse processo tamb&eacute;m se articula com mecanismos de vigil&acirc;ncia e explora&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>&ldquo;Ent&atilde;o, de repente, eu estou fotografando uma coisa que o meu vizinho denunciou. Olha como as coisas v&atilde;o se articulando: vigil&acirc;ncia, explora&ccedil;&atilde;o do trabalho, novas formas do trabalho. Tudo isso vai se articulando de uma forma muito nova, mas, para o lado da empresa, &eacute; muito racionalizada.&rdquo;</p>
<p>Leia mais <strong><a rel="noopener" href="https://www.cut.org.br/noticias/trabalhadores-denunciam-riscos-da-uberizacao-em-servicos-publicos-essenciais-f5e5" target="_blank">Trabalhadores denunciam riscos da uberiza&ccedil;&atilde;o em servi&ccedil;os p&uacute;blicos essenciais</a></strong></p>
<p><strong>A estabilidade do funcionalismo como barreira &agrave; uberiza&ccedil;&atilde;o</strong></p>
<p>Nesse cen&aacute;rio, a estabilidade do funcionalismo p&uacute;blico aparece como um dos principais limites &agrave; expans&atilde;o dessa l&oacute;gica.</p>
<p>&ldquo;O reduto ainda protegido da uberiza&ccedil;&atilde;o, de alguma forma, &eacute; o funcionalismo p&uacute;blico que conta com uma estabilidade que lhe garante todas as determina&ccedil;&otilde;es sobre tempo de trabalho, remunera&ccedil;&atilde;o, tempo de descanso e f&eacute;rias&rdquo;.</p>
<p>Esse espa&ccedil;o, por&eacute;m, est&aacute; permanentemente em disputa, afirma a pesquisadora. Mudan&ccedil;as na gest&atilde;o, novas formas de avalia&ccedil;&atilde;o e contrata&ccedil;&atilde;o, terceiriza&ccedil;&otilde;es e parcerias podem alterar progressivamente as rela&ccedil;&otilde;es de trabalho dentro do Estado.</p>
<p>&ldquo;As parcerias p&uacute;blico-privadas, as ONGs, v&aacute;rias formas de arranjos v&atilde;o possibilitando, de alguma forma, esse uso da for&ccedil;a de trabalho no modo sob demanda para o Estado&rdquo;.</p>
<p>Por isso, Ludmila evita tratar a transforma&ccedil;&atilde;o como um processo linear em que um modelo simplesmente substitui outro. O que ocorre, segundo ela, &eacute; a combina&ccedil;&atilde;o de diferentes formas de contrata&ccedil;&atilde;o e organiza&ccedil;&atilde;o do trabalho.</p>
<p>&ldquo;Eu acho que &eacute; importante a gente n&atilde;o ter um pensamento evolucionista como se uma forma de organiza&ccedil;&atilde;o fosse substituindo a outra. O que n&oacute;s estamos vendo &eacute; algo mais complexo&rdquo;.</p>
<p><strong>O trabalho que se informaliza</strong></p>
<p>Para Ludmila, a principal caracter&iacute;stica da uberiza&ccedil;&atilde;o &eacute; justamente esse processo de informaliza&ccedil;&atilde;o, que pode atingir inclusive trabalhadores que continuam formalmente empregados. O problema, segundo ela, n&atilde;o est&aacute; apenas no tipo de contrato, mas na perda de refer&ecirc;ncias sobre jornada, remunera&ccedil;&atilde;o, responsabilidades e direitos.</p>
<p>&ldquo;Eu chamo isso de processo de informaliza&ccedil;&atilde;o. Mas, para o lado das empresas, tudo isso s&atilde;o informa&ccedil;&otilde;es. E da&iacute; a import&acirc;ncia hoje dessas novas tecnologias que possibilitam transformar em dados uma enormidade de elementos da vida social&rdquo;.</p>
<p><strong>A pesquisadora chama aten&ccedil;&atilde;o para uma diferen&ccedil;a fundamental. Enquanto o trabalhador perde garantias e passa a assumir riscos e custos que antes eram das empresas, estas conseguem transformar as informa&ccedil;&otilde;es sobre o trabalho em instrumentos de gest&atilde;o.</strong></p>
<p>&ldquo;Empresas hoje externalizam, terceirizam esse servi&ccedil;o e transformam tudo isso numa gest&atilde;o altamente racionalizada, eficiente e cada vez menos custosa para ela e com cada vez menos riscos na gest&atilde;o da for&ccedil;a de trabalho&rdquo;.</p>
<p>&Eacute; nesse ponto que, para Ludmila, tecnologia e precariza&ccedil;&atilde;o se encontram. A plataforma ou o aplicativo n&atilde;o s&atilde;o a origem do processo, mas instrumentos que permitem aprofundar uma transforma&ccedil;&atilde;o que j&aacute; vinha ocorrendo h&aacute; d&eacute;cadas.</p>
<p>&ldquo;A gente precisa compreender isso com profundidade. E a uberiza&ccedil;&atilde;o vem na esteira de um processo de v&aacute;rios elementos que regem os processos de trabalho. Isso n&atilde;o se iniciou com o aplicativo&rdquo;.</p>
<p><strong>Do home office aos servi&ccedil;os sob demanda</strong></p>
<p><strong>A pesquisadora destaca que a precariza&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m pode avan&ccedil;ar dentro do emprego formal. O home office &eacute; citado como exemplo de uma transforma&ccedil;&atilde;o na qual custos e responsabilidades podem ser deslocados para o trabalhador.</strong></p>
<p>&ldquo;Eu, o trabalhador, passo a ficar com uma s&eacute;rie de custos sobre o meu trabalho que n&atilde;o s&atilde;o mais contabilizados e at&eacute; muitos deles s&atilde;o dif&iacute;ceis de contabilizar. O caf&eacute;, a &aacute;gua, a luz da minha casa, meus m&oacute;veis, tudo se torna parte do meu trabalho e eu fico com aquilo&rdquo;.</p>
<p>A quest&atilde;o n&atilde;o se restringe aos gastos. Tamb&eacute;m h&aacute; mudan&ccedil;as na pr&oacute;pria rela&ccedil;&atilde;o com o tempo de trabalho.</p>
<p>&ldquo;Quando n&atilde;o h&aacute; esse controle, o que est&aacute; acontecendo &eacute; uma nova forma de gerir esse tempo de trabalho que vai se articular com um monte de outras atividades e voc&ecirc; j&aacute; n&atilde;o sabe mais quantas horas. O trabalho vai colonizando todo o seu tempo&rdquo;.</p>
<p>Para Ludmila, esses processos produzem uma combina&ccedil;&atilde;o de extens&atilde;o n&atilde;o contabilizada da jornada, intensifica&ccedil;&atilde;o do trabalho e transfer&ecirc;ncia de riscos e custos.</p>
<p>&ldquo;S&atilde;o processos, dentre muitos outros, que correm tanto pelo lado do trabalho informal como do trabalho formal e que v&atilde;o transformando as rela&ccedil;&otilde;es de trabalho e se traduzindo em transfer&ecirc;ncia de riscos e custos para os trabalhadores, extens&atilde;o n&atilde;o contabilizada do tempo de trabalho, formas dif&iacute;ceis de identificar de intensifica&ccedil;&atilde;o do trabalho&rdquo;.</p>
<p><strong>A conta da precariza&ccedil;&atilde;o</strong></p>
<p>A pesquisadora defende que a discuss&atilde;o sobre uberiza&ccedil;&atilde;o n&atilde;o pode ficar restrita ao trabalhador que perde direitos. &Eacute; necess&aacute;rio tamb&eacute;m observar quem assume os custos sociais decorrentes da precariza&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>&ldquo;Voltando a&iacute; nosso olhar para o Estado, que &eacute; como o Estado e a sociedade v&atilde;o arcando no presente e no futuro com a degrada&ccedil;&atilde;o do trabalho e da sa&uacute;de dos trabalhadores que est&aacute; sendo promovida nessas novas formas de gerenciamento do trabalho&rdquo;.</p>
<p>Nesse sentido, discutir a chamada &ldquo;uberiza&ccedil;&atilde;o dos servi&ccedil;os p&uacute;blicos&rdquo; significa observar n&atilde;o apenas quem presta o servi&ccedil;o, mas tamb&eacute;m como esse trabalho &eacute; organizado, quem assume os riscos e quais consequ&ecirc;ncias recaem sobre a popula&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Para Ludmila, a quest&atilde;o central &eacute; compreender que a uberiza&ccedil;&atilde;o n&atilde;o representa simplesmente a substitui&ccedil;&atilde;o do emprego tradicional por aplicativos. Trata-se de uma transforma&ccedil;&atilde;o mais ampla, que pode combinar emprego formal, terceiriza&ccedil;&atilde;o, informalidade, tecnologia, vigil&acirc;ncia e trabalho sob demanda. Ela chama aten&ccedil;&atilde;o para a experi&ecirc;ncia dos trabalhadores terceirizados e para os impactos que novas formas de gest&atilde;o podem produzir sobre a sa&uacute;de.</p>
<p>&ldquo;Ent&atilde;o n&oacute;s estamos vendo os processos de adoecimento, n&oacute;s estamos vendo, no caso dos motoboys, os trabalhadores se quebrarem todos os dias, num movimento crescente de aumento de acidentes, de aumento de mortes que est&atilde;o associados a essas novas formas de controle e gerenciamento do trabalho&rdquo;.</p>
<p>Ludmila destaca que os problemas n&atilde;o terminam no local de trabalho. Quando as condi&ccedil;&otilde;es de trabalho se deterioram, os custos podem ser transferidos para toda a sociedade.</p>
<p>&ldquo;A gente est&aacute; vendo um processo de deteriora&ccedil;&atilde;o dessas condi&ccedil;&otilde;es de trabalho e isso tem custos enormes para o SUS, para todo o sistema previdenci&aacute;rio, para a sociedade como um todo&rdquo;.</p>
<p>A experi&ecirc;ncia dos motoboys &eacute;, para ela, um alerta sobre o que pode ocorrer quando novas formas de gerenciamento aprofundam uma atividade que j&aacute; era marcada por riscos.</p>
<p>&ldquo;Os motoboys sempre tiveram condi&ccedil;&otilde;es de trabalho altamente arriscadas, insalubres, se acidentavam muito, mas isso est&aacute; crescendo.&rdquo;</p>
<p>&ldquo;N&oacute;s estamos vendo os processos de adoecimento, no caso dos motoboys, os trabalhadores se quebrarem todos os dias&rdquo;, alerta a pesquisadora, ao destacar que os efeitos dessas mudan&ccedil;as ultrapassam o local de trabalho e atingem fam&iacute;lias, servi&ccedil;os p&uacute;blicos e toda a sociedade.</p>
<p><strong>A multid&atilde;o dispon&iacute;vel e o trabalhador just-in-time</strong></p>
<p>&Eacute; nesse contexto que Ludmila utiliza o conceito de &ldquo;trabalhador just-in-time&rdquo;. A express&atilde;o ajuda a explicar uma for&ccedil;a de trabalho que permanece dispon&iacute;vel e &eacute; acionada de acordo com a demanda.</p>
<p>&ldquo;E a&iacute; a gente tem que olhar para essa multid&atilde;o. Isso tamb&eacute;m &eacute; um elemento muito importante da uberiza&ccedil;&atilde;o. Voc&ecirc; passa a ter uma multid&atilde;o de trabalhadores n&atilde;o contratados que est&atilde;o ali dispon&iacute;veis&rdquo;.</p>
<p>Segundo ela, n&atilde;o se trata apenas da informalidade tradicional. H&aacute; uma perda ainda mais profunda de reconhecimento da pr&oacute;pria condi&ccedil;&atilde;o de trabalhador.</p>
<p>&ldquo;&Eacute; uma informalidade em que voc&ecirc; nem reconhece esse cara como trabalhador. Mas ele est&aacute; ali executando um trabalho para a empresa&rdquo;.</p>
<p>O conceito de just-in-time vem das formas de organiza&ccedil;&atilde;o da produ&ccedil;&atilde;o associadas ao Toyotismo (modelo de produ&ccedil;&atilde;o industrial, focado em eliminar desperd&iacute;cios e produzir apenas o necess&aacute;rio conforme a demanda, criado no Jap&atilde;o nas d&eacute;cadas de 1950 e 1970, na montadora Toyota). Em vez de produzir antecipadamente, busca-se organizar a produ&ccedil;&atilde;o de acordo com o momento da demanda. Aplicado ao trabalho, o conceito ajuda a compreender a disponibilidade permanente de trabalhadores que s&atilde;o mobilizados quando necess&aacute;rios.</p>
<p>&ldquo;Essa &eacute; uma discuss&atilde;o muito importante e que ajuda a gente a compreender transforma&ccedil;&otilde;es contempor&acirc;neas do trabalho&rdquo;.</p>
<p>Ludmila lembra que o soci&oacute;logo Francisco de Oliveira j&aacute; discutia, no in&iacute;cio dos anos 2000, a figura do &ldquo;trabalhador just-in-time&rdquo;.</p>
<p>&ldquo;E ele j&aacute; no in&iacute;cio dos anos 2000 falava nesse trabalhador just-in-time. Que trabalhador que est&aacute; ali vai sendo recrutado, numa perda de limites sobre o que &eacute;, o que n&atilde;o &eacute; tempo de trabalho&rdquo;.</p>
<p><strong>A uberiza&ccedil;&atilde;o antes dos aplicativos</strong></p>
<p>A pesquisadora ressalta que a uberiza&ccedil;&atilde;o &eacute; anterior &agrave; pr&oacute;pria Uber. Em sua pesquisa de doutorado, conclu&iacute;da em 2011, ela estudou as revendedoras de cosm&eacute;ticos e identificou uma forma de organiza&ccedil;&atilde;o do trabalho que antecipava elementos hoje associados &agrave;s plataformas digitais.</p>
<p>&ldquo;Ent&atilde;o a uberiza&ccedil;&atilde;o precede essa conversa sobre as plataformas digitais. As empresas de cosm&eacute;ticos que contratam revendedoras j&aacute; s&atilde;o exemplos de uberiza&ccedil;&atilde;o sem nem ter esse nome ainda. &Eacute; muito mais antigo que isso&rdquo;.</p>
<p>Essas empresas conseguiram organizar uma enorme rede de revendedoras sem que elas fossem reconhecidas socialmente como trabalhadoras da mesma forma que os empregados tradicionais.</p>
<p>&ldquo;Do lado de fora &eacute; isso. &Eacute; uma multid&atilde;o de mulheres que n&atilde;o s&atilde;o realmente reconhecidas como trabalhadores que deveriam ter prote&ccedil;&otilde;es, direitos organizados, etc. Mas que realizam toda a distribui&ccedil;&atilde;o dos produtos&rdquo;.</p>
<p>O modelo tamb&eacute;m transfere para as revendedoras riscos que normalmente estariam associados &agrave; produ&ccedil;&atilde;o e &agrave; comercializa&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>&ldquo;Quem corre esses riscos s&atilde;o as mulheres. Os estoques est&atilde;o nas gavetas de dois milh&otilde;es de mulheres. Ent&atilde;o isso &eacute; a produ&ccedil;&atilde;o just-in-time&rdquo;, conclui.</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Mon, 17 Aug 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Rosely Rocha - CUT / Foto: Roberto Parizotti</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>SINTPq acompanha ações judiciais e cobra esclarecimentos da Amazul </title> 
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                    <title>SINTPq acompanha ações judiciais e cobra esclarecimentos da Amazul </title> 
                    <description>Sindicato segue atuando na defesa dos direitos dos trabalhadores e das trabalhadoras da Amazul em duas importantes frentes</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69717</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<div class="dd-m-editor">
<p>O <strong>SINTPq (Sindicato dos Trabalhadores em Pesquisa, Ci&ecirc;ncia e Tecnologia)</strong> pede sustenta&ccedil;&atilde;o oral no processo do transporte fretado:<strong> </strong>O Sindicato dos Trabalhadores em Pesquisa, Ci&ecirc;ncia e Tecnologia do Estado de S&atilde;o Paulo (SINTPq) protocolou pedido de sustenta&ccedil;&atilde;o oral no processo que trata do transporte fretado dos empregados da Amazul. A medida refor&ccedil;a o compromisso do SINTPq em defender os interesses da categoria, levando aos ministros os argumentos que sustentam a import&acirc;ncia da manuten&ccedil;&atilde;o desse direito. O sindicato continuar&aacute; acompanhando todas as etapas do processo e manter&aacute; os trabalhadores informados sobre o resultado do julgamento.</p>
<p>SINTPq cobra esclarecimentos sobre o aux&iacute;lio mobilidade: Al&eacute;m da atua&ccedil;&atilde;o judicial, o SINTPq encaminhou of&iacute;cio &agrave; Amazul solicitando esclarecimentos sobre a implanta&ccedil;&atilde;o do chamado cart&atilde;o mobilidade (aux&iacute;lio mobilidade).</p>
<p>O Sindicato tomou conhecimento de que a empresa est&aacute; encaminhando formul&aacute;rios aos empregados para ades&atilde;o ao benef&iacute;cio e questionou quais s&atilde;o os objetivos dessa implementa&ccedil;&atilde;o, considerando que o tema est&aacute; relacionado ao processo judicial em andamento. Tamb&eacute;m solicitou informa&ccedil;&otilde;es sobre os poss&iacute;veis impactos da medida nos valores retroativos discutidos na a&ccedil;&atilde;o. Essas solicita&ccedil;&otilde;es constam do of&iacute;cio enviado &agrave; empresa em 31 de julho de 2026.&nbsp;</p>
<p>O SINTPq aguarda resposta oficial da Amazul e seguir&aacute; acompanhando o caso para garantir transpar&ecirc;ncia e a preserva&ccedil;&atilde;o dos direitos dos trabalhadores. O Sindicato permanece atento e atuante em defesa da categoria.&nbsp;</p>
</div>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Mon, 17 Aug 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Sindicato dos Trabalhadores em Pesquisa, Ciência e Tecnologia</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>STF consolida entendimento de que desmembramento sindical não exige anuência de entidade preexistente</title> 
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                    <title>STF consolida entendimento de que desmembramento sindical não exige anuência de entidade preexistente</title> 
                    <description>Regra aliada à Portaria do Ministério do Trabalho exige que dirigentes redobrem a atenção aos editais de convocação para evitar a perda silenciosa de base territorial</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69716</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>A jurisprud&ecirc;ncia do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior do Trabalho (TST) consolidou o entendimento de que a cria&ccedil;&atilde;o de um novo sindicato &mdash; por meio de desmembramento para representar uma categoria ou base mais espec&iacute;fica &mdash; n&atilde;o necessita da aprova&ccedil;&atilde;o ou autoriza&ccedil;&atilde;o do sindicato mais antigo. A medida impacta diretamente a din&acirc;mica da organiza&ccedil;&atilde;o sindical no Brasil, exigindo maior vigil&acirc;ncia das diretorias em exerc&iacute;cio.</p>
<p>De acordo com as diretrizes do Minist&eacute;rio do Trabalho e Emprego (MTE), regulamentadas pela Portaria 326/2013, a formaliza&ccedil;&atilde;o desse processo exige a publica&ccedil;&atilde;o de um Edital de Convoca&ccedil;&atilde;o espec&iacute;fico. O documento deve ter ampla publicidade, citar claramente a inten&ccedil;&atilde;o de desmembramento ou dissocia&ccedil;&atilde;o, definir a nova base territorial pretendida e informar o CNPJ e a raz&atilde;o social da entidade que ser&aacute; afetada. Pela regra, qualquer membro da base pode convocar essa assembleia.</p>
<p><strong>O risco da desinforma&ccedil;&atilde;o</strong></p>
<p>Diante desse cen&aacute;rio jur&iacute;dico, especialistas em direito e gest&atilde;o sindical alertam que a falta de acompanhamento cont&iacute;nuo das publica&ccedil;&otilde;es legais pode resultar na perda de representatividade. Como a autoriza&ccedil;&atilde;o pr&eacute;via n&atilde;o &eacute; um requisito, a &uacute;nica forma de o sindicato origin&aacute;rio articular politicamente ou questionar juridicamente a mudan&ccedil;a &eacute; tomando conhecimento do edital em tempo h&aacute;bil.</p>
<p>Quando o edital &eacute; publicado e a diretoria do sindicato preexistente n&atilde;o o identifica a tempo, perde-se a janela de contesta&ccedil;&atilde;o. O resultado &eacute; a funda&ccedil;&atilde;o legal de um novo sindicato dividindo a mesma base territorial, muitas vezes pegando a gest&atilde;o atual de surpresa.</p>
<p><strong>Ferramenta de monitoramento</strong></p>
<p>Para auxiliar os dirigentes sindicais no acompanhamento dessas movimenta&ccedil;&otilde;es, o Portal Mundo Sindical disponibiliza o servi&ccedil;o de Assinatura de Editais. A ferramenta realiza o monitoramento constante de publica&ccedil;&otilde;es e emite alertas &agrave;s entidades caso haja qualquer tentativa de funda&ccedil;&atilde;o de novos sindicatos ou extens&atilde;o de base que interfira no territ&oacute;rio do assinante.</p>
<p>O objetivo do servi&ccedil;o &eacute; garantir que a diretoria tenha prazo para adotar as provid&ecirc;ncias de manobra necess&aacute;rias. A ades&atilde;o ao monitoramento pode ser feita de forma 100% online pelo endere&ccedil;o <a href="https://editais.mundosindical.com.br/">editais.mundosindical.com.br</a>, com pagamento e ativa&ccedil;&atilde;o imediatos.</p>
<p>Al&eacute;m de oferecer solu&ccedil;&otilde;es tecnol&oacute;gicas para a seguran&ccedil;a e gest&atilde;o das entidades, o <a>Portal Mundo Sindical</a> segue atuando como um dos principais espa&ccedil;os de conte&uacute;do informativo, focando na qualifica&ccedil;&atilde;o, nas lutas e no dia a dia das lideran&ccedil;as sindicais de todo o pa&iacute;s.</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Mon, 17 Aug 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Mundo Sindical</author>
                </item>
            
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                        <title>Após reunião com Lula, Davi Alcolumbre destrava PEC da 6x1 no Senado</title> 
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                    <title>Após reunião com Lula, Davi Alcolumbre destrava PEC da 6x1 no Senado</title> 
                    <description></description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69715</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-1dd3aa8c-7fff-80e5-619d-50812f80215b">
<p dir="ltr"><span>O principal tema para os trabalhadores do Brasil, &eacute; o fim da escala 6x1 que est&aacute; para ser discutida e votada no Senado. Agora a hist&oacute;ria come&ccedil;a a mudar.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Davi Alcolumbre (Uni&atilde;o-AP), ap&oacute;s encontros com o presidente da Rep&uacute;blica, Luiz In&aacute;cio Lula da Silva (PT), confirmou que encaminhou nesta sexta-feira (14) para an&aacute;lise das comiss&otilde;es a PEC da 6x1 e tamb&eacute;m, a PEC da Seguran&ccedil;a P&uacute;blica e o projeto de lei que estabelece o marco legal de minerais cr&iacute;ticos e terras raras.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Alcolumbre, em nota, fala sobre o encontro com Lula &eacute; comenta que foi &ldquo;uma importante conversa institucional&rdquo;, que ocorreu na &uacute;ltima quarta-feira (12).</span></p>
<p dir="ltr"><span>"Foi um di&aacute;logo maduro, franco e republicano, fundamental para compreender as prioridades do Governo e tratar da agenda legislativa de interesse do nosso pa&iacute;s".</span></p>
<p dir="ltr"><span>Alcolumbre lembra na nota que a sua fun&ccedil;&atilde;o como presidente do Congresso Nacional tem a responsabilidade de encaminhar as mat&eacute;rias que s&atilde;o submetidas a cada, com respeito &agrave;s prerrogativas do Poder Legislativo.</span></p>
<p dir="ltr"><span>"S&atilde;o mat&eacute;rias de alta complexidade que seguir&atilde;o o rito ordin&aacute;rio e regimental no Senado, com a an&aacute;lise e o aprofundamento necess&aacute;rios", prosseguiu.</span></p>
<br />
<p dir="ltr"><strong>Quando ser&atilde;o votadas</strong></p>
<p dir="ltr"><span>A pergunta que todos querem saber &eacute;: Quando a escala 6x1 vai acabar?</span></p>
<p dir="ltr"><span>Como a PEC n&atilde;o foi apreciada antes do recesso parlamentar e a partir do dia 16 de agosto inicia oficialmente as campanhas para a Elei&ccedil;&atilde;o deste ano, a avalia&ccedil;&atilde;o no Senado &eacute; que a PEC s&oacute; seja votada ap&oacute;s as elei&ccedil;&otilde;es.</span></p>
</span></p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Fri, 14 Aug 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Redação Mundo Sindical com informações do g1 / Foto: Ricardo Stuckert</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>Mobilização na Mundial e Nansen em Manaus fortalece Campanha Salarial </title> 
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                    <title>Mobilização na Mundial e Nansen em Manaus fortalece Campanha Salarial </title> 
                    <description>Metalúrgicos participaram de atividades nas portas das duas fábricas para ampliar a organização e fortalecer a Campanha Salarial 2026/2027</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69714</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<div class="dd-m-editor">
<p>A Campanha Salarial 2026/2027 ganhou for&ccedil;a nesta quarta-feira (12), com mobiliza&ccedil;&otilde;es nas portas das empresas Mundial e Nansen, em Manaus (AM). As atividades reuniram trabalhadoras e trabalhadores, al&eacute;m de dirigentes sindicais para fortalecer a organiza&ccedil;&atilde;o da categoria.</p>
<p>&ldquo;Quanto maior for a uni&atilde;o dos trabalhadores, maior ser&aacute; a nossa for&ccedil;a na negocia&ccedil;&atilde;o&rdquo;, afirmou o presidente do Sindicato dos Metal&uacute;rgicos do Amazonas, Valdemir Santana, ao destacar o papel da mobiliza&ccedil;&atilde;o da categoria na Campanha Salarial.</p>
<p>Na porta da Mundial, a mobiliza&ccedil;&atilde;o abriu espa&ccedil;o para o di&aacute;logo direto com os trabalhadores sobre a campanha e os pr&oacute;ximos desafios. &ldquo;A atividade refor&ccedil;ou a import&acirc;ncia da participa&ccedil;&atilde;o da base para dar for&ccedil;a &agrave;s reivindica&ccedil;&otilde;es nas negocia&ccedil;&otilde;es com o setor patronal&rdquo;, disse C&aacute;tia Cheve, vice-presidente da Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional dos Metal&uacute;rgicos da CUT (CNM/CUT).</p>
<p>A mobiliza&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m chegou &agrave; Nansen, onde os metal&uacute;rgicos acompanharam as discuss&otilde;es sobre a campanha. &ldquo;O trabalho nas portas das f&aacute;bricas busca aproximar ainda mais o sindicato da base e manter os trabalhadores envolvidos nas decis&otilde;es que dizem respeito &agrave; categoria&rdquo;, completou C&aacute;tia.</p>
<p><strong>For&ccedil;a vem da base<br /></strong><br />As atividades fazem parte do processo de mobiliza&ccedil;&atilde;o da Campanha Salarial 2026/2027. A presen&ccedil;a nas f&aacute;bricas permite conversar diretamente com quem est&aacute; no ch&atilde;o de f&aacute;brica e ampliar a organiza&ccedil;&atilde;o necess&aacute;ria para enfrentar as negocia&ccedil;&otilde;es com os empres&aacute;rios.</p>
<p>C&aacute;tia frisou que a campanha &eacute; constru&iacute;da com a participa&ccedil;&atilde;o dos trabalhadores. &ldquo;Cabe &agrave; categoria discutir e aprovar as reivindica&ccedil;&otilde;es que ser&atilde;o defendidas nas negocia&ccedil;&otilde;es, enquanto o Sindicato atua na organiza&ccedil;&atilde;o da mobiliza&ccedil;&atilde;o e na representa&ccedil;&atilde;o dos metal&uacute;rgicos diante do setor patronal&rdquo;, falou.</p>
<p>&ldquo;Nesse processo, a unidade dos trabalhadores ser&aacute; fundamental para ampliar a for&ccedil;a da campanha. A mobiliza&ccedil;&atilde;o na Mundial e na Nansen mostra que a disputa por melhores sal&aacute;rios, direitos e condi&ccedil;&otilde;es de trabalho come&ccedil;a com a participa&ccedil;&atilde;o dentro e fora das f&aacute;bricas&rdquo;, disse.</p>
<p><strong>Pauta aprovada</strong><br /><br />Entre os pontos econ&ocirc;micos aprovados pelos metal&uacute;rgicos est&atilde;o o piso salarial de R$ 3 mil e o reajuste pelo INPC acrescido de aumento real. A categoria tamb&eacute;m reivindica cesta b&aacute;sica de R$ 300, progress&atilde;o salarial e PLR para todos.</p>
<p>A pauta inclui ainda jornada de 40 horas semanais sem redu&ccedil;&atilde;o salarial, creche escolar para filhos de at&eacute; 12 anos, aux&iacute;lio calamidade e alimenta&ccedil;&atilde;o durante as f&eacute;rias. As reivindica&ccedil;&otilde;es agora ser&atilde;o defendidas pela categoria no processo de negocia&ccedil;&atilde;o.</p>
</div>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Fri, 14 Aug 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>CNM/CUT - Cadu Bazilevski | Editado por: Érica Aragão / Foto: CNM/CUT</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>Nova Diretoria do Sinsaúde Franca toma posse em busca de renovação e mais união da categoria</title> 
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                    <title>Nova Diretoria do Sinsaúde Franca toma posse em busca de renovação e mais união da categoria</title> 
                    <description>A posse oficial dos novos diretores foi conduzida pelo presidente da Federação Paulista da Saúde, Edison Laércio de Oliveira.</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69713</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>Em uma solenidade foi realizada nesta ter&ccedil;a-feira, 11 de agosto de 2026, &agrave;s 10 horas, no Tower Hotel, em Franca/SP, a posse da nova Diretoria eleita do Sindicato dos Trabalhadores da Sa&uacute;de de Franca (Sinsa&uacute;de Franca). O ato reuniu diretores, trabalhadores da sa&uacute;de e lideran&ccedil;as sindicais para marcar o in&iacute;cio de uma nova gest&atilde;o &agrave; frente da entidade.</p>
<p>A posse oficial dos novos diretores foi conduzida pelo presidente da Federa&ccedil;&atilde;o Paulista da Sa&uacute;de, Edison La&eacute;rcio de Oliveira. Em seu discurso, Edison destacou a import&acirc;ncia de renovar o esp&iacute;rito de luta dos sindicatos e defendeu maior participa&ccedil;&atilde;o dos jovens profissionais no movimento sindical. Ele tamb&eacute;m abordou a necessidade de melhoria salarial e das condi&ccedil;&otilde;es de trabalho na &aacute;rea da sa&uacute;de, e citou a campanha "Sa&uacute;de Sim, Viol&ecirc;ncia N&atilde;o", lan&ccedil;ada pela Federa&ccedil;&atilde;o com car&aacute;ter permanente em defesa de um olhar mais humanizado para as dificuldades enfrentadas pelos trabalhadores da sa&uacute;de.</p>
<p>Ao encerrar sua fala, Edison desejou prosperidade &agrave; nova gest&atilde;o e conclamou os jovens da categoria a integrarem a luta sindical, refor&ccedil;ando que &eacute; somente por meio da participa&ccedil;&atilde;o coletiva que se constroem dias melhores para os trabalhadores. Ele tamb&eacute;m deixou uma mensagem sobre os rumos do sindicalismo: "&Eacute; na proximidade com os trabalhadores que o sindicato encontra for&ccedil;a para lutar e conquistar". A vice-presidente do Sinsa&uacute;de e diretora da Federa&ccedil;&atilde;o, Juliana Machado, tamb&eacute;m participou da cerim&ocirc;nia de posse.&nbsp;</p>
<p>O presidente da Federa&ccedil;&atilde;o ainda refor&ccedil;ou o compromisso da nova diretoria com os avan&ccedil;os da categoria: "Temos que avan&ccedil;ar nas negocia&ccedil;&otilde;es, nas conquistas e combater as pr&aacute;ticas antissindicais."</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span><strong>Reeleita, Elaine Amaral agradece apoio e refor&ccedil;a as lutas do sindicato</strong></span></p>
<p>A presidente reeleita do Sinsa&uacute;de Franca, Elaine da Silva Amaral, agradeceu a posse conferida &agrave; sua diretoria e reafirmou o compromisso com as lutas sindicais da categoria. Ela contou com o apoio de seu vice-presidente, Luiz Carlos Vergara, que destacou a import&acirc;ncia da uni&atilde;o de todos os diretores para que o sindicato possa avan&ccedil;ar nas lutas nos pr&oacute;ximos anos.</p>
<p>&ldquo;Que essa nova gest&atilde;o do Sinsa&uacute;de Franca seja marcada por uni&atilde;o, presen&ccedil;a, uni&atilde;o da base e muitas conquistas para os trabalhadores da sa&uacute;de&rdquo;, frisou Elaine Amaral, lembrando que a entidade sindical estende sua base territorial para as cidades de cidades de Pedregulho, Igarapava, Ituverava, Guar&aacute;, Patroc&iacute;nio Paulista, Ipu&atilde;, al&eacute;m da pr&oacute;pria Franca.&nbsp;</p>
<p>Tamb&eacute;m participaram da cerim&ocirc;nia Almir Paulo Carlos de Oliveira, administrador, e Juliana Machado, diretora de Rela&ccedil;&otilde;es P&uacute;blicas Da Federa&ccedil;&atilde;o Paulista da Sa&uacute;de.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span>Confiram os novos integrantes da diretoria do Sinsa&uacute;de Franca e Regi&atilde;o:</span></p>
<p><span>DIRETORES &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; POSI&Ccedil;&Atilde;O</span></p>
<p>ELAINE DA SILVA AMARAL&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; PRESIDENTE</p>
<p>LUIZ CARLOS VERGARA PEREIRA&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; VICE-PRESIDENTE</p>
<p>CR&Ecirc;NIO SEVERO HENRIQUE &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; SECRET&Aacute;RIO GERAL</p>
<p>CARLOS HENRIQUE DIAS FERREIRA&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp; PRIMEIRO SECRET&Aacute;RIO</p>
<p>MARIA HELENA ANUNCIA&Ccedil;&Atilde;O &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp; TESOUREIRA GERAL</p>
<p>DEUSDETE MARTINS DIAS&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; PRIMEIRA TESOUREIRA</p>
<p>SAULO J&Uacute;LIO SOARES&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; DIRETOR DE PATRIMONIO</p>
<p>GRAZIELA CRISTINA ALVES&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; DIRETORA DA REGI&Atilde;O</p>
<p>M&Aacute;RCIA APARECIDA DE SOUSA&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; DIRETORA SOCIAL E FORMA&Ccedil;&Atilde;O&nbsp;</p>
<p>SILVIA APARECIDA DA SILVA&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; DIRETORA</p>
<p>BIANCA J&Uacute;LIA ALVES DA SILVA&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; DIRETORA</p>
<p>CAROLINA MARTINS SILVA&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; DIRETORA</p>
<p>DIOC&Eacute;SIO DIAS DE SOUZA FILHO&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; DIRETOR</p>
<p>RITA DE C&Aacute;SSIA F. ADRI&Atilde;O&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; DIRETORA</p>
<p>VILMA DARC GOMES DOS SANTOS&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; DIRETORA</p>
<p>IVONE CARROCINI&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; DIRETORA</p>
<p>CARLOS RAIKMAN DE ANDRADE&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; DIRETOR</p>
<p>OSVALDO DOS SANTOS&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; DIRETOR</p>
<p>ANA MARIA AIELO&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; CONSELHO FISCAL</p>
<p>MARIA EMILIA DOS SANTOS&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; CONSELHO FISCAL</p>
<p>JOANA DARC CATA BERTANHA&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; CONSELHO FISCAL</p>
<p>ROSANGELA BERNARDES&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; CONSELHO FISCAL</p>
<p>WELDIMAN CESAR DE PAULA SILVA&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; CONSELHO FISCAL</p>
<p>TASSIANA ANGELICA ALVES CRUZ&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; CONSELHO FISCAL</p>
<p>IRANI DE F&Aacute;TIMA CAETANO &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; DELEGADO REP. JTO. FEDERA&Ccedil;&Atilde;O</p>
<p>&nbsp;</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Fri, 14 Aug 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>UGT</author>
                </item>
            
                <item>
                    <image>
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                        <title>Gina Chiala debate direitos trabalhistas na Força Sindical</title> 
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                    <title>Gina Chiala debate direitos trabalhistas na Força Sindical</title> 
                    <description>Gina Chiala participa de debate na Força Sindical sobre direitos trabalhistas, democracia, justiça social e organização dos trabalhadores</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69712</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Em agenda de visitas ao Brasil, Gina Chiala participou, na quarta-feira, 12 de agosto, de debate realizado na sede da For&ccedil;a Sindical, em S&atilde;o Paulo.</p>
<p class="isSelectedEnd">O encontro reuniu lideran&ccedil;as sindicais, militantes pol&iacute;ticos e advogados brasileiros para intercambiar experi&ecirc;ncias sobre organiza&ccedil;&atilde;o dos trabalhadores, direitos sociais, democracia, desigualdades e desafios pol&iacute;ticos atuais.</p>
<p class="isSelectedEnd">Durante o debate, Gina apresentou sua trajet&oacute;ria na defesa dos direitos sindicais, civis, sociais e jur&iacute;dicos dos trabalhadores e das popula&ccedil;&otilde;es de baixa renda norte-americanas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Al&eacute;m disso, a advogada destacou sua atua&ccedil;&atilde;o contra a precariza&ccedil;&atilde;o do trabalho e seu envolvimento com movimentos por moradia, renda digna, inclus&atilde;o e justi&ccedil;a racial.</p>
<p class="isSelectedEnd">Chiala fundou e dirigiu o Heartland Center for Jobs and Freedom, em Kansas City, e ocupa a diretoria jur&iacute;dica do Missouri Workers Center, nos Estados Unidos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo Gina, as duas entidades atuam como &ldquo;aliadas&rdquo; na organiza&ccedil;&atilde;o dos trabalhadores e na defesa de direitos diante das transforma&ccedil;&otilde;es pol&iacute;ticas, econ&ocirc;micas e sociais norte-americanas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ao analisar o cen&aacute;rio pol&iacute;tico dos Estados Unidos, Gina alertou sobre os poss&iacute;veis impactos internacionais do enfraquecimento das organiza&ccedil;&otilde;es e for&ccedil;as progressistas sobre os trabalhadores.</p>
<blockquote>
<h2 class="isSelectedEnd"><em>&ldquo;Se a esquerda nos Estados Unidos n&atilde;o se fortalecer, quem pagar&aacute; o pre&ccedil;o ser&atilde;o os trabalhadores do mundo todo&rdquo;, afirmou Gina Chiala no encontro sindical.</em></h2>
</blockquote>
<p class="isSelectedEnd">Por outro lado, dirigentes brasileiros apresentaram aspectos do cen&aacute;rio pol&iacute;tico, social e sindical do pa&iacute;s, compartilhando experi&ecirc;ncias, desafios e estrat&eacute;gias desenvolvidas pelas entidades representativas presentes.</p>
<p class="isSelectedEnd">No contexto brasileiro, participantes destacaram a import&acirc;ncia da reelei&ccedil;&atilde;o do presidente Lula, associando essa perspectiva &agrave; defesa da democracia, do desenvolvimento e da soberania nacional.</p>
<p class="isSelectedEnd">Al&eacute;m disso, defenderam a elei&ccedil;&atilde;o de um Congresso Nacional, Assembleias Legislativas e governos estaduais que, segundo os participantes, representem efetivamente os interesses da popula&ccedil;&atilde;o brasileira.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre as prioridades apresentadas, lideran&ccedil;as ressaltaram a mobiliza&ccedil;&atilde;o no Senado pela redu&ccedil;&atilde;o da jornada, sem redu&ccedil;&atilde;o salarial, e pelo fim da escala de trabalho 6&times;1.</p>
<p class="isSelectedEnd">Da mesma forma, destacaram lutas pelos direitos das mulheres contra misoginia, feminic&iacute;dio, desigualdades, racismo, ass&eacute;dios moral e sexual, injusti&ccedil;as e demais formas de viol&ecirc;ncia.</p>
<h2>Representa&ccedil;&atilde;o sindical</h2>
<p class="isSelectedEnd">Representando Miguel Torres, participaram Geraldino dos Santos Silva e Jos&eacute; Luiz, ligados ao Sindicato dos Metal&uacute;rgicos de S&atilde;o Paulo e Mogi das Cruzes e For&ccedil;a.</p>
<p class="isSelectedEnd">Tamb&eacute;m participaram Jocenita Silva, do Sindimont da Baixada Santista; Eunice Cabral, das Costureiras de S&atilde;o Paulo e Connacovest; Rubens Fernandes da Silva, representante do Sinthoresp.</p>
<p class="isSelectedEnd">O encontro reuniu ainda Bebeto Galv&atilde;o, do Sintepav-Bahia; Ort&eacute;lio Pal&aacute;cios, da For&ccedil;a Sindical; e M&ocirc;nica Veloso, representante da For&ccedil;a Sindical, CNTM e Metal&uacute;rgicos de Osasco.</p>
<p class="isSelectedEnd">Al&eacute;m deles, participaram Valcl&eacute;cia Trindade, da For&ccedil;a Sindical; Betina Cristina e Richard Maguim, do Piza Advogados; e Ros&acirc;ngela Hil&aacute;rio, representante do governo federal no encontro.</p>
<p>Por fim, Rafael Messias Guerra, do SEIU, participou do interc&acirc;mbio, que aproximou organiza&ccedil;&otilde;es brasileiras e norte-americanas interessadas no fortalecimento da democracia, coopera&ccedil;&atilde;o e direitos trabalhistas.</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Fri, 14 Aug 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Força Sindical</author>
                </item>
            
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                        <title>Congresso da FEQUIMFAR define prioridades para quatro anos</title> 
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                    <title>Congresso da FEQUIMFAR define prioridades para quatro anos</title> 
                    <description>11º Congresso da FEQUIMFAR aprova resoluções sobre jornada, emprego, direitos, igualdade e desenvolvimento para orientar próximos quatro anos</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69711</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p class="isSelectedEnd">O 11&ordm; Congresso da FEQUIMFAR terminou nesta quarta-feira, 12 de agosto, ap&oacute;s tr&ecirc;s dias de palestras, debates e discuss&otilde;es sobre desafios enfrentados pelos trabalhadores brasileiros.</p>
<p class="isSelectedEnd">Durante o encontro, dirigentes e delegados dos 31 Sindicatos filiados analisaram temas relacionados ao mundo do trabalho, organiza&ccedil;&atilde;o sindical e desenvolvimento econ&ocirc;mico e social brasileiro.</p>
<p class="isSelectedEnd">Al&eacute;m disso, os participantes avaliaram o perfil das categorias representadas, a conjuntura pol&iacute;tica e econ&ocirc;mica, transforma&ccedil;&otilde;es trabalhistas, desafios jur&iacute;dicos e estrat&eacute;gias para fortalecer sindicatos paulistas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Como resultado, os delegados aprovaram resolu&ccedil;&otilde;es e proposi&ccedil;&otilde;es que orientar&atilde;o a atua&ccedil;&atilde;o da FEQUIMFAR e dos Sindicatos filiados durante os pr&oacute;ximos quatro anos de trabalho.</p>
<p class="isSelectedEnd">Consequentemente, as decis&otilde;es buscam fortalecer a organiza&ccedil;&atilde;o sindical e ampliar a unidade das categorias qu&iacute;micas diante das mudan&ccedil;as econ&ocirc;micas, sociais, tecnol&oacute;gicas e pol&iacute;ticas enfrentadas atualmente.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre as propostas, o Congresso defendeu desenvolvimento associado &agrave; gera&ccedil;&atilde;o de empregos qualificados, prote&ccedil;&atilde;o social e melhoria das condi&ccedil;&otilde;es de vida para toda popula&ccedil;&atilde;o brasileira.</p>
<p class="isSelectedEnd">Tamb&eacute;m ganharam prioridade a redu&ccedil;&atilde;o da jornada sem redu&ccedil;&atilde;o salarial, fim da escala 6&times;1, combate &agrave; pejotiza&ccedil;&atilde;o e defesa permanente da sa&uacute;de dos trabalhadores.</p>
<p>Por fim, as resolu&ccedil;&otilde;es incluem combate &agrave; viol&ecirc;ncia contra mulheres e feminic&iacute;dio, previd&ecirc;ncia, igualdade racial, juventude, inclus&atilde;o, desenvolvimento sustent&aacute;vel, justi&ccedil;a social, democracia e soberania nacional.</p>
<p class="isSelectedEnd">&nbsp;</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Fri, 14 Aug 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Fequimfar</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>Comissão aprova programa de capacitação e de incentivo para incluir donas de casa no mercado de trabalho </title> 
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                    <title>Comissão aprova programa de capacitação e de incentivo para incluir donas de casa no mercado de trabalho </title> 
                    <description></description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69710</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>A Comiss&atilde;o de Finan&ccedil;as e Tributa&ccedil;&atilde;o da C&acirc;mara dos Deputados aprovou projeto de lei que cria um programa de capacita&ccedil;&atilde;o profissional gratuito e de incentivo &agrave; inser&ccedil;&atilde;o de donas de casa no mercado de trabalho.</p>
<p>A proposta aprovada &eacute; a vers&atilde;o da relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), para o <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1066506-projeto-institui-medidas-para-incluir-donas-de-casa-no-mercado-de-trabalho">Projeto de Lei 1429/24</a>, da deputada Rog&eacute;ria Santos (Republicanos-BA). A fim de ajustar o texto &agrave;s regras fiscais, a relatora retirou incentivos a empresas.</p>
<p>&ldquo;O substitutivo preserva o n&uacute;cleo material da proposta, mas afasta dispositivos que, no texto original, acarretavam repercuss&atilde;o or&ccedil;ament&aacute;ria e financeira sem o atendimento dos requisitos legais&rdquo;, afirmou Laura Carneiro no parecer.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=3144537&amp;filename=Parecer-CFT-2026-06-10">Veja o texto aprovado</a></p>
<h3 class="ds-titulo-subsecao">Incentivos</h3>
<p>O texto aprovado considera dona de casa a mulher que nunca exerceu atividade remunerada ou que deixou de exerc&ecirc;-la. As empresas que aderirem ao programa dever&atilde;o adotar medidas de apoio &agrave; inclus&atilde;o desse p&uacute;blico, como:</p>
<ul>
<li>flexibilidade de hor&aacute;rios;</li>
<li>pol&iacute;ticas de concilia&ccedil;&atilde;o entre trabalho e vida familiar;</li>
<li>aconselhamento e orienta&ccedil;&atilde;o profissional;</li>
<li>programas de mentoria;</li>
<li>a&ccedil;&otilde;es para reduzir barreiras de entrada no mercado; e</li>
<li>subs&iacute;dios para a educa&ccedil;&atilde;o continuada.</li>
</ul>
<p>O poder p&uacute;blico tamb&eacute;m dever&aacute; promover campanhas de valoriza&ccedil;&atilde;o do trabalho dom&eacute;stico e da import&acirc;ncia das donas de casa no mercado formal.</p>
<h3 class="ds-titulo-subsecao">Pr&oacute;ximos passos</h3>
<p>A proposta tramita em <span id="4322" class="termoGlossario materia__glossario">car&aacute;ter conclusivo</span> e ainda ser&aacute; analisada pela Comiss&atilde;o de Constitui&ccedil;&atilde;o e Justi&ccedil;a e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovada pela C&acirc;mara e pelo Senado.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramita&ccedil;&atilde;o de projetos de lei</a></p>
<p>&nbsp;</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Fri, 14 Aug 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Agência Câmara de Notícias / Foto: Getty Images</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>Agosto Lilás: Sinditamaraty promove debate sobre enfrentamento à violência contra a mulher</title> 
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                    <title>Agosto Lilás: Sinditamaraty promove debate sobre enfrentamento à violência contra a mulher</title> 
                    <description></description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69709</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p><span>Como parte das a&ccedil;&otilde;es do Agosto Lil&aacute;s e das celebra&ccedil;&otilde;es pelos 20 anos da Lei Maria da Penha, o Sinditamaraty realizou, nesta quinta-feira (13), na Sala San Tiago Dantas, no Pal&aacute;cio do Itamaraty, em Bras&iacute;lia, o evento &ldquo;Agosto Lil&aacute;s: Conscientiza&ccedil;&atilde;o e combate &agrave; viol&ecirc;ncia contra a mulher&rdquo;.</span><br /><br /><span>A iniciativa foi promovida em parceria com o Coletivo Mulheres Sindicalistas e proporcionou um espa&ccedil;o de di&aacute;logo sobre as m&uacute;ltiplas dimens&otilde;es da viol&ecirc;ncia contra as mulheres e seus impactos na sociedade, com destaque para o Pacto Nacional Brasil contra o Feminic&iacute;dio.</span><br /><br /><span>A programa&ccedil;&atilde;o reuniu especialistas, representantes de institui&ccedil;&otilde;es e servidoras e servidores para discutir estrat&eacute;gias de preven&ccedil;&atilde;o e enfrentamento &agrave; viol&ecirc;ncia de g&ecirc;nero. Entre os temas abordados estiveram os diferentes tipos de viol&ecirc;ncia contra mulheres e meninas, os mecanismos de acolhimento e prote&ccedil;&atilde;o &agrave;s v&iacute;timas e o papel das institui&ccedil;&otilde;es na constru&ccedil;&atilde;o de uma sociedade livre da misoginia, baseada no respeito e na equidade.</span><br /><br /><span>A convite do Sinditamaraty, participaram da atividade a presidente da Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST), S&ocirc;nia Zerino, e Meury Janu&aacute;rio.</span><br /><br /><span>&ldquo;Parabenizo o Sinditamaraty e o Coletivo Mulheres Sindicalistas pela iniciativa. Debater o enfrentamento &agrave; viol&ecirc;ncia contra as mulheres &eacute; fundamental para fortalecer a conscientiza&ccedil;&atilde;o e a rede de prote&ccedil;&atilde;o. A NCST reafirma seu compromisso com essa luta e com a constru&ccedil;&atilde;o de uma sociedade mais justa, igualit&aacute;ria e livre da viol&ecirc;ncia", afirmou S&ocirc;nia Zerino.&nbsp;</span></p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Fri, 14 Aug 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>NCST</author>
                </item>
            
    </channel>
</rss>
