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        <title>Portal Mundo Sindical - Noticias sobre Sindicalismo</title> 
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        <description>Sindicalismo levado a serio!</description> 
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        <copyright>MUNDO SINDICAL 2026</copyright>
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            <title>Portal Mundo Sindical - Sindicalismo levado a serio!</title>
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                        <title>Rodoviários do Rio entram em greve por tempo indeterminado</title> 
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                    <title>Rodoviários do Rio entram em greve por tempo indeterminado</title> 
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                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69387</link>
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                        <![CDATA[<p><strong>Os motoristas de &ocirc;nibus do Rio de Janeiro entraram em greve por tempo indeterminado &agrave; meia-noite desta segunda-feira (29) por melhorias salariais.</strong> Eles pedem o que o piso do motorista seja de R$ 4 mil e do motorista de &ocirc;nibus articulado (BRT), R$ 5 mil. Os rodovi&aacute;rios tamb&eacute;m reivindicam um vale alimenta&ccedil;&atilde;o de R$ 1000,00 e o benef&iacute;cio do plano de sa&uacute;de.</p>
<p>Decis&atilde;o judicial determinou que 50% da frota esteja circulando nos hor&aacute;rios de pico. Segundo o Rio &Ocirc;nibus, no momento, 860 &ocirc;nibus est&atilde;o circulando pela cidade. <strong>"Infelizmente, cerca de 40 ve&iacute;culos foram vandalizados por grevistas", disse em nota.</strong></p>
<p>Os cons&oacute;rcios informaram que fazem um apelo a todos os motoristas e demais rodovi&aacute;rios para que compare&ccedil;am &agrave;s suas garagens, para que a normalidade do servi&ccedil;o seja restabelecida o quanto antes.</p>
<p><strong>Segundo Everaldo Jo&atilde;o, da diretoria do conselho fiscal do Sindicato dos Rodovi&aacute;rios do Rio, o sindicato n&atilde;o tem a informa&ccedil;&atilde;o de que grevistas vandalizaram &ocirc;nibus. "O piso est&aacute; muito defasado h&aacute; muitos anos", disse.&nbsp;</strong></p>
<p>Na ter&ccedil;a-feira (30) de manh&atilde;, haver&aacute; nova audi&ecirc;ncia de concilia&ccedil;&atilde;o e nova assembleia dos rodovi&aacute;rios est&aacute; marcada para depois da audi&ecirc;ncia.&nbsp;</p>]]>
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                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Mon, 29 Jun 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Agência Brasil / Foto: José Cruz/Agência Brasil</author>
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                        <title>Campanha Salarial - Trabalhadores do setor do etanol conquistam Acordos Coletivos</title> 
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                    <title>Campanha Salarial - Trabalhadores do setor do etanol conquistam Acordos Coletivos</title> 
                    <description></description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69386</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>Nas &uacute;ltimas semanas, a Campanha Salarial dos trabalhadores nas usinas e destilarias de produ&ccedil;&atilde;o de etanol conquistou importantes avan&ccedil;os com Acordos Coletivos de Trabalho. Acompanhe:</p>
<p><strong>Regi&atilde;o de Gua&iacute;ra</strong></p>
<p>O Sindicato do Qu&iacute;micos e Etanol de Gua&iacute;ra e Regi&atilde;o, presidido por C&eacute;lio Pimenta, j&aacute; encerrou as negocia&ccedil;&otilde;es coletivas desta Campanha Salarial.</p>
<p>Os trabalhadores da usina Alta Mogiana conquistaram a renova&ccedil;&atilde;o do acordo coletivo de trabalho, al&eacute;m de reajuste salarial de 4,50% e reajuste de 5% no cart&atilde;o alimenta&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Na Usina A&ccedil;ucareira Gua&iacute;ra, a categoria ter&aacute; reajuste salarial de 4,50% e PLR que saiu de R$ 2.550,00 para R$ 2.900,00 (ou seja, um reajuste de 13,72%).</p>
<p>Os trabalhadores da Usina Tereos, Unidade Mandu, aprovaram proposta de reajuste de 8% no Piso; reajuste de 4,11% pra quem ganha acima do Piso Salarial; reajuste de 10% no Vale Alimenta&ccedil;&atilde;o; reajuste de 5% no Ticket ACT.</p>
<p>Na Usina Colorado, os trabalhadores conquistaram reajuste salarial de 4,25% e o Ticket Alimenta&ccedil;&atilde;o saiu de R$ 200,00 para R$ 300,00 (ou seja, um reajuste de 50%).</p>
<p><strong>Regi&atilde;o de S&atilde;o Jos&eacute; do Rio Preto</strong></p>
<p>O Sindicato dos Qu&iacute;micos e Etanol de S&atilde;o Jos&eacute; do Rio Preto e Regi&atilde;o, presidido por Jo&atilde;o Pedro Alves Filho, concluiu importantes negocia&ccedil;&otilde;es da Campanha Salarial com as usinas Colombo, Tiet&ecirc;, Cofco, Tereos, Alcoeste, Malosso, Moreno, Coplasa e Moema.</p>
<p>Os acordos garantiram reajustes salariais entre 4,11% e 4,50%, com pisos salariais variando de R$ 2.118,97 a R$ 2.285,71. Os trabalhadores tamb&eacute;m conquistaram reajustes nos vales-alimenta&ccedil;&atilde;o que chegaram a 10,32%, al&eacute;m da manuten&ccedil;&atilde;o e valoriza&ccedil;&atilde;o de benef&iacute;cios como PLR, horas in itinere e demais cl&aacute;usulas dos acordos coletivos.</p>
<p><strong>Regi&atilde;o de Bauru</strong></p>
<p>O Sindicato dos Qu&iacute;micos de Bauru e Regi&atilde;o, presidido por Edson Dias Bicalho, tamb&eacute;m avan&ccedil;ou nas negocia&ccedil;&otilde;es da Campanha Salarial 2026.</p>
<p>Os trabalhadores das usinas Ipiranga, Della Coletta e Ra&iacute;zen conquistaram reajuste salarial de 4,11%.</p>
<p>Nos benef&iacute;cios, os acordos tamb&eacute;m garantiram reajustes no cart&atilde;o-alimenta&ccedil;&atilde;o: 13,33% na Usina Ipiranga, 18,42% na Della Coletta e 4,11% na Ra&iacute;zen, assegurando avan&ccedil;os importantes para a categoria.</p>
<p><strong>Regi&atilde;o de Ara&ccedil;atuba</strong></p>
<p>O Sindicato do Qu&iacute;micos e Etanol de Ara&ccedil;atuba e Regi&atilde;o, presidido por Jos&eacute; Roberto da Cunha, j&aacute; fechou alguns acordos coletivos com empresas da regi&atilde;o.</p>
<p>Os trabalhadores da Viralcool &ndash; Castilho conquistaram reajuste salarial de 4,50% e &nbsp;Piso salarial de R$ 2.100,00.</p>
<p>J&aacute; os trabalhadores da categoria do grupo de empresas Lins Agroindustrial, Cafealcool, Clealco: Queiroz e Clementina, Da Mata aprovaram acordo coletivo de trabalho com Piso Salarial de R$ 2.100,00 e reajuste de 4,50% nos demais sal&aacute;rios.</p>
<p>Os trabalhadores da Diana Bioenergia Avanhandava conquistaram reajuste de 4,50%, Piso Salarial de R$ 2.100,00 e Ticket Alimenta&ccedil;&atilde;o de R$ 210,00.</p>
<p>Na Ipanema Agroindustrial, os trabalhadores ser&atilde;o beneficiados com reajuste salarial de 4,50% e Piso Salarial de R$ 2.100,00.</p>
<p>Os trabalhadores da Viterra Bioenergia Unidade Nova Unialco, a categoria conquistou reajuste salarial de 4,50%, Piso Salarial de R$ 2.100,00 e Ticket Alimenta&ccedil;&atilde;o de 303,00.</p>
<p>O Sindicato conquistou ainda a manuten&ccedil;&atilde;o de todas as demais cl&aacute;usulas nos acordos coletivos.</p>
<p><strong>Regi&atilde;o de Presidente Prudente</strong></p>
<p>O Sindicato do Qu&iacute;micos e Etanol de Presidente Prudente e Regi&atilde;o, presidido por Milton Ribeiro Sobral, tem realizado rodadas de negoacia&ccedil;&atilde;o na base e j&aacute; fechou acordos coletivo com a Usina Caet&eacute;, Unidade Pauliceia S/A. Os trabalhadores conquistaram reajuste salarial de 4,5%; Piso Salarial de R$ 2.020,00; Vale Alimenta&ccedil;&atilde;o de R$ 370,00; &nbsp;Vale Alimenta&ccedil;&atilde;o do Pessoal de apoio ao campo em per&iacute;odo de safra de R$ 560,00; Abono Especial Indenizat&oacute;rio: R$ 1.212,00; al&eacute;m da manuten&ccedil;&atilde;o das demais cl&aacute;usulas do acordo coletivo de trabalho.</p>
<p><strong>Regi&atilde;o de Ribeir&atilde;o Preto</strong></p>
<p>O Sindicato dos Qu&iacute;micos de Ribeir&atilde;o Preto e Regi&atilde;o, presidido por Pedro Jesus Sampaio, tamb&eacute;m avan&ccedil;ou nas negocia&ccedil;&otilde;es e j&aacute; garantiu acordos coletivos em diversas empresas do setor. Entre elas est&atilde;o a Destilaria Nova Era, Usina Bazan S/A, Central Energ. Vale do Sapuca&iacute;, Central Energ. Moreno A&ccedil;. e Alc., Scutti Ind. e Armazenagem Ltda, Delos Destilaria Lopes da Silva, Usina Batatais S/A A&ccedil;&uacute;car e &Aacute;lcool, Viralcool A&ccedil;&uacute;car e &Aacute;lcool Ltda, Sert&atilde;ozinho, Viralcool A&ccedil;&uacute;car e &Aacute;lcool Ltda &ndash; Pitangueiras, Viralcool A&ccedil;&uacute;car e &Aacute;lcool Ltda &ndash; Ibitiuva e Pitangueiras A&ccedil;&uacute;car e &Aacute;lcool.</p>
<p>Os acordos asseguraram reajustes salariais de 4,50%, al&eacute;m de avan&ccedil;os nos benef&iacute;cios.</p>
<p><strong>Regi&atilde;o de Botucatu</strong></p>
<p>O Sindicato dos Qu&iacute;micos e Etanol de Botucatu e Regi&atilde;o, presidido S&eacute;rgio Aparecido Goes, o Cas&atilde;o, fechou acordo coletivo de trabalho com a Usina Cereale (&aacute;lcool de milho), localizada no munic&iacute;pio de Dois C&oacute;rregos SP. Os trabalhadores conquistaram reajuste de 7% para todas as faixas salariais e Piso Salarial de R$ 2.140,00.</p>
<p><strong>Campanha salarial mobiliza v&aacute;rias regi&otilde;es do estado</strong></p>
<p>A Campanha Salarial dos trabalhadores nas usinas e destilarias de produ&ccedil;&atilde;o de etanol no estado de SP, data-base 1&ordm; de maio, &eacute; coordenada pela FEQUIMFAR com apoio dos Sindicatos filiados. Est&atilde;o sendo realizadas diversas rodadas de negocia&ccedil;&atilde;o entre Bancada de Trabalhadores e Patronal em diversas regi&otilde;es do estado e na pr&oacute;xima semana, novos acordos dever&atilde;o ser fechados.</p>]]>
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                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Mon, 29 Jun 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Fequimfar</author>
                </item>
            
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                        <title>CNTE defende pautas da educação na Conferência Internacional do Trabalho, em Genebra</title> 
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                    <title>CNTE defende pautas da educação na Conferência Internacional do Trabalho, em Genebra</title> 
                    <description>Evento reúne anualmente especialistas de todo o mundo para estabelecer acordos de temas relacionados ao trabalho e ao emprego</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69385</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>De 2 a 12 de junho, a Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional dos Trabalhadores em Educa&ccedil;&atilde;o (CNTE) esteve presente na 114&ordf; Confer&ecirc;ncia Internacional do Trabalho (CIT), em Genebra, Su&iacute;&ccedil;a. Principal f&oacute;rum global de defini&ccedil;&atilde;o de normas internacionais do trabalho, o encontro promovido pela Organiza&ccedil;&atilde;o Internacional do Trabalho (OIT) re&uacute;ne todos os anos representantes de governos, trabalhadores e empregadores de 187 pa&iacute;ses.</p>
<p>A 114&ordf; CIT se debru&ccedil;ou sobre a intelig&ecirc;ncia artificial, igualdade de g&ecirc;nero, di&aacute;logo social e regula&ccedil;&atilde;o internacional do trabalho mediado por plataformas digitais. A secret&aacute;ria de Rela&ccedil;&otilde;es Internacionais da CNTE, Mar&iacute;lia Cibelli, participou das agendas para denunciar o ataque &agrave; doc&ecirc;ncia e &agrave; organiza&ccedil;&atilde;o sindical na Comiss&atilde;o de Aplica&ccedil;&atilde;o de Normas, a fim de contribuir com a cria&ccedil;&atilde;o de normas e acordos da OIT.&nbsp;</p>
<p>&ldquo;Ter participado junto com a Internacional da Educa&ccedil;&atilde;o na defesa dos trabalhadores foi fundamental, pois levamos &agrave; OIT novas den&uacute;ncias sobre a onda global de ataques aos sistemas de ensino e &agrave; desvaloriza&ccedil;&atilde;o profissional, que afeta principalmente os docentes. Cobramos que os governos cumpram os tratados internacionais e protejam quem trabalha na educa&ccedil;&atilde;o&rdquo;, disse Mar&iacute;lia.</p>
<p>Dois exemplos na Am&eacute;rica Latina foram destaque na Comiss&atilde;o, segundo a secret&aacute;ria: &ldquo;Denunciamos como pol&iacute;ticas fiscais severas e reformas recentes t&ecirc;m engessado e inviabilizado a negocia&ccedil;&atilde;o coletiva real na educa&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica da Costa Rica, limitando severamente os reajustes salariais e os direitos de organiza&ccedil;&atilde;o&rdquo;.</p>
<p>&ldquo;No Panam&aacute;, o cen&aacute;rio tamb&eacute;m &eacute; alarmante. O pa&iacute;s foi inclu&iacute;do na lista de casos graves examinados pela Comiss&atilde;o da OIT devido ao severo retrocesso no di&aacute;logo social, al&eacute;m de epis&oacute;dios de criminaliza&ccedil;&atilde;o de movimentos grevistas de professores, que enfrentaram deten&ccedil;&otilde;es de lideran&ccedil;as e processos de retalia&ccedil;&atilde;o contra educadores que exerceram seu direito de protesto&rdquo;, completou.&nbsp;</p>
<p>Al&eacute;m de representar a Confedera&ccedil;&atilde;o, Mar&iacute;lia atuou em nome da Internacional da Educa&ccedil;&atilde;o para a Am&eacute;rica Latina (IEAL) e da Central &Uacute;nica dos Trabalhadores. Com essa participa&ccedil;&atilde;o ampla, a secret&aacute;ria tamb&eacute;m debateu na comiss&atilde;o de igualdade de g&ecirc;nero e do di&aacute;logo social e tripartismo.</p>
<p>&ldquo;Na comiss&atilde;o voltada para a igualdade de g&ecirc;nero, realizamos uma discuss&atilde;o aprofundada sobre a igualdade salarial entre homens e mulheres, com forte &ecirc;nfase na implementa&ccedil;&atilde;o de mecanismos de transpar&ecirc;ncia remunerat&oacute;ria. Outro tema central e pioneiro foi a economia do cuidado, onde defendemos a urg&ecirc;ncia de reduzir as disparidades globais por meio da amplia&ccedil;&atilde;o de licen&ccedil;as parentais remuneradas e do fortalecimento de sistemas p&uacute;blicos de prote&ccedil;&atilde;o social&rdquo;, contou Mar&iacute;lia.</p>
<p>&ldquo;J&aacute; na Comiss&atilde;o de Discuss&atilde;o Recorrente sobre Di&aacute;logo Social e Tripartismo, reafirmamos que a liberdade sindical e o direito &agrave; negocia&ccedil;&atilde;o coletiva de boa-f&eacute; s&atilde;o pilares centrais e democr&aacute;ticos, exigindo a participa&ccedil;&atilde;o efetiva e equilibrada de governos, empregadores e trabalhadores.&rdquo;</p>
<p><strong>Reuni&otilde;es paralelas</strong></p>
<p>A confer&ecirc;ncia tamb&eacute;m abre espa&ccedil;o para a realiza&ccedil;&atilde;o de compromissos paralelos. Mar&iacute;lia esteve presente em reuni&otilde;es com a delega&ccedil;&atilde;o brasileira e com grupos de trabalhadores de outros setores, al&eacute;m de ter participado de manifesta&ccedil;&otilde;es em defesa de professores perseguidos no Ir&atilde; e em Belarus (Bielorr&uacute;ssia).</p>
<p>Composta por representantes do governo, de empregadores e de trabalhadores, a reuni&atilde;o tripartite da delega&ccedil;&atilde;o brasileira tratou da Conven&ccedil;&atilde;o 151 da OIT (Organiza&ccedil;&atilde;o Internacional do Trabalho), que protege o direito de organiza&ccedil;&atilde;o sindical para servidores p&uacute;blicos. Dentre os participantes, estavam o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho; a ministra do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Dela&iacute;de Alves; e o ministro do TST e diretor da Enamat (Escola Nacional de Forma&ccedil;&atilde;o e Aperfei&ccedil;oamento de Magistrados do Trabalho), Augusto C&eacute;sar Carvalho.</p>
<p>A negocia&ccedil;&atilde;o das rela&ccedil;&otilde;es de trabalho no setor p&uacute;blico &eacute; o tema central do Projeto de Lei (PL) 1893/2026, de autoria do Poder Executivo. O texto &eacute; baseado nas determina&ccedil;&otilde;es da Conven&ccedil;&atilde;o 151 e atualmente aguarda vota&ccedil;&atilde;o no plen&aacute;rio da C&acirc;mara dos Deputados.</p>
<p>&ldquo;Apesar de ser signat&aacute;rio, o Brasil n&atilde;o aplica a conven&ccedil;&atilde;o na pr&aacute;tica. N&oacute;s levamos essa cobran&ccedil;a ao ministro, que se comprometeu a articular o envio do PL 1893 para vota&ccedil;&atilde;o na C&acirc;mara e, posteriormente, no Senado. Isso vai garantir ao movimento sindical e aos servidores o direito efetivo ao di&aacute;logo e &agrave; greve&rdquo;, afirmou a secret&aacute;ria da CNTE.</p>
<p>No primeiro dia da 114&ordf; Confer&ecirc;ncia, organiza&ccedil;&otilde;es ligadas &agrave; Internacional da Educa&ccedil;&atilde;o (IE) reuniram-se para debater a conjuntura global da luta pelo ensino p&uacute;blico. O secret&aacute;rio-geral da IE, David Edwards, alertou para o cen&aacute;rio complexo da profiss&atilde;o, marcado por ataques &agrave; doc&ecirc;ncia em zonas de conflito e pela crescente repress&atilde;o ao movimento sindical. O debate consolidou miss&otilde;es norteadoras da entidade, como a defesa da autonomia docente, da igualdade de g&ecirc;nero e de melhores condi&ccedil;&otilde;es de trabalho, al&eacute;m de abordar discuss&otilde;es contempor&acirc;neas indispens&aacute;veis, a exemplo da revis&atilde;o de terminologias educativas e os impactos da intelig&ecirc;ncia artificial na educa&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Representando a CUT, Mar&iacute;lia tamb&eacute;m esteve presente no F&oacute;rum da Am&eacute;rica Unida, que reuniu centrais como CUT, Central de trabalhadores e Trabalhadoras da Argentina (CTA) e CUT Chile em comit&ecirc;s estrat&eacute;gicos, incluindo os de Aplica&ccedil;&atilde;o de Normas e Trabalho em Plataformas, para articular defesas globais ao trabalho decente e &agrave; transi&ccedil;&atilde;o justa na Am&eacute;rica Latina.</p>
<p>&ldquo;Diante do cen&aacute;rio eleitoral, a principal preocupa&ccedil;&atilde;o do bloco foi o avan&ccedil;o de for&ccedil;as pol&iacute;ticas ultraliberais e de extrema-direita, cujas agendas amea&ccedil;am desmantelar conquistas hist&oacute;ricas&rdquo;, explica a dirigente. A discuss&atilde;o levou as entidades a defenderem o uso de tratados internacionais da OIT como blindagem jur&iacute;dica para proteger os direitos trabalhistas e a autonomia sindical frente a mudan&ccedil;as de governo.</p>
<p><strong>Resultados</strong></p>
<p>Ao final dos dez dias de debates na Confer&ecirc;ncia Internacional do Trabalho, a OIT aprovou formalmente a Conven&ccedil;&atilde;o n&ordm; 193 sobre o Trabalho Decente na Economia de Plataformas, consolidando a primeira norma vinculante mundial para o setor. Esse tratado d&aacute; continuidade &agrave; miss&atilde;o hist&oacute;rica da OIT de estender a prote&ccedil;&atilde;o social a categorias antes invisibilizadas pela legisla&ccedil;&atilde;o tradicional, um processo que ganhou for&ccedil;a com a ado&ccedil;&atilde;o da Conven&ccedil;&atilde;o n&ordm; 189 sobre as Trabalhadoras e Trabalhadores Dom&eacute;sticos, que garantiu direitos fundamentais equivalentes aos demais assalariados.</p>
<p>Al&eacute;m disso, o novo marco regulat&oacute;rio da era digital alinha-se aos avan&ccedil;os normativos mais recentes da organiza&ccedil;&atilde;o, como as resolu&ccedil;&otilde;es sobre sa&uacute;de ocupacional e a hist&oacute;rica Conven&ccedil;&atilde;o n&ordm; 190, que baniu a viol&ecirc;ncia e o ass&eacute;dio no ambiente laboral. Com a aprova&ccedil;&atilde;o da Conven&ccedil;&atilde;o n&ordm; 193, estabelecem-se par&acirc;metros m&iacute;nimos para que a expans&atilde;o tecnol&oacute;gica n&atilde;o ocorra &agrave; custa da dignidade humana, regulando de forma in&eacute;dita a gest&atilde;o algor&iacute;tmica e assegurando que nenhum trabalhador por aplicativo fique desamparado pelas leis internacionais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Mon, 29 Jun 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>CNTE | Editado por: CNTE</author>
                </item>
            
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                        <title>Atos pelo fim da escala 6x1 acontecem na próxima terça-feira (30). Veja as capitais</title> 
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                    <title>Atos pelo fim da escala 6x1 acontecem na próxima terça-feira (30). Veja as capitais</title> 
                    <description>Trabalhadores de diferentes estados do país vão às ruas na próxima terça-feira (30) em um Dia Nacional de Mobilização pela redução da jornada de trabalho e pelo fim da escala 6x1</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69384</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>Mobiliza&ccedil;&otilde;es em diferentes regi&otilde;es do pa&iacute;s v&atilde;o tomar as ruas na pr&oacute;xima ter&ccedil;a-feira (30) em defesa da redu&ccedil;&atilde;o da jornada de trabalho e do fim da escala 6x1. Convocados pelas <strong>Frentes Brasil Popular e Povo</strong> <strong>Sem Medo</strong>, <strong>CUT</strong>, <strong>F&oacute;rum das Centrais</strong> e o movimento <strong>Vida Al&eacute;m do Trabalho (VAT)</strong>, os atos buscam ampliar a press&atilde;o sobre o Senado Federal para que avance a tramita&ccedil;&atilde;o da Proposta de Emenda &agrave; Constitui&ccedil;&atilde;o (PEC) n&ordm; 221. <strong><em>(Mat&eacute;ria em atualiza&ccedil;&atilde;o)</em></strong></p>
<p>A proposta, que ganhou apoio popular nos &uacute;ltimos meses ap&oacute;s ampla repercuss&atilde;o nas redes sociais e entre trabalhadores e trabalhadoras, abre caminho para uma nova organiza&ccedil;&atilde;o da jornada de trabalho no pa&iacute;s.</p>
<p>A expectativa dos organizadores &eacute; reunir milhares de pessoas em manifesta&ccedil;&otilde;es simult&acirc;neas nas capitais e em outras cidades. A mobiliza&ccedil;&atilde;o tem como objetivo pressionar o presidente da Casa [Davi Alcolumbre &ndash; Uni&atilde;o Brasil] para que coloque a pauta em vota&ccedil;&atilde;o.</p>
<p><strong>Pressione os senadores</strong></p>
<p>Trabalhadores e trabalhadoras de todo o pa&iacute;s podem participar da press&atilde;o sobre os parlamentares por meio do site <a href="https://napressao.org.br/">Na Press&atilde;o</a>.</p>
<p>A plataforma permite que a popula&ccedil;&atilde;o entre em contato com senadores e cobre posicionamentos sobre pautas de interesse social. O funcionamento &eacute; simples: basta acessar o site <a href="https://napressao.org.br/">napressao.org.br</a>, selecionar o estado e consultar a lista de parlamentares da regi&atilde;o.&nbsp;</p>
<p><strong>Confira os atos confirmados para ter&ccedil;a-feira (30):</strong></p>
<h6 class="PDq2pG_selectionAnchorContainer"><strong>AL</strong></h6>
<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer"><strong>Macei&oacute;</strong><br />Cal&ccedil;ad&atilde;o do Com&eacute;rcio de Macei&oacute; (em frente ao pr&eacute;dio do antigo Produban) &mdash; 15h</p>
<h6><strong>BA</strong></h6>
<p><strong>Salvador</strong><br />Pra&ccedil;a da Piedade &mdash; 16h</p>
<h6><strong>CE</strong></h6>
<p><strong>Fortaleza</strong><br />O ato aconteceu nesta quinta-feira (25), no centro da capital.</p>
<h6><strong>DF</strong></h6>
<p><strong>Bras&iacute;lia</strong><br />Pra&ccedil;a L&uacute;cio Costa (em frente ao Conjunto Nacional) &mdash; 17h</p>
<h6>ES</h6>
<p><strong>Vit&oacute;ria</strong></p>
<p>Pra&ccedil;a Oito, 16h30</p>
<h6><strong>MG</strong></h6>
<p><strong>Belo Horizonte</strong><br />Pra&ccedil;a Sete &mdash; 17h30</p>
<p><strong>Juiz de Fora</strong></p>
<p>Em frente ao banco do brasil do cal&ccedil;ad&atilde;o - 17h</p>
<p><strong>Uberl&acirc;ndia</strong></p>
<p>Pra&ccedil;a Ismene Mendes &ndash; Centro - 18h</p>
<p><strong>S&atilde;o Jo&atilde;o del Rei</strong></p>
<p>Pra&ccedil;a do coreto - 16h</p>
<h6><strong>PB</strong></h6>
<p><strong>Jo&atilde;o Pessoa</strong><br />Lagoa do Parque Solon de Lucena &mdash; 7h</p>
<h6><strong>PR</strong></h6>
<p><strong>Curitiba</strong><br />Esquina da Democracia (Rua XV de Novembro com Monsenhor Celso) &mdash; 17h</p>
<h6><strong>RJ</strong></h6>
<p><strong>Rio de Janeiro</strong><br />Terminal Gentileza &mdash; 8h</p>
<h6><strong>RN</strong></h6>
<p><strong>Natal</strong><br />Parada do Carrefour, com caminhada at&eacute; o Nordest&atilde;o da Engenheiro Roberto Freire &mdash; 15h</p>
<h6><strong>RS</strong></h6>
<p><strong>Porto Alegre</strong><br />Concentra&ccedil;&atilde;o em frente &agrave; Rodovi&aacute;ria, seguida de caminhada at&eacute; o Pal&aacute;cio Piratini &mdash; 7h30</p>
<h6><strong>SC</strong></h6>
<p><strong>Florian&oacute;polis</strong><br />Largo da Alf&acirc;ndega &mdash; concentra&ccedil;&atilde;o &agrave;s 16h30 e caminhada pelo centro &agrave;s 18h</p>
<p><strong>Chapec&oacute;</strong><br />Panfletagem e atividades no Terminal Urbano &mdash; 7h &agrave;s 9h</p>
<h6><strong>SP</strong></h6>
<p><strong>S&atilde;o Paulo</strong><br />Avenida Paulista &mdash; 18h</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Mon, 29 Jun 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Walber Pinto - CUT / Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>Com a participação de Antonio Neto, Senado debate fim da escala 6×1 nesta quarta-feira</title> 
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                    <title>Com a participação de Antonio Neto, Senado debate fim da escala 6×1 nesta quarta-feira</title> 
                    <description></description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69383</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O Senado Federal realiza, nesta quarta-feira (1), uma sess&atilde;o tem&aacute;tica de debates sobre a PEC 221/2019, que disp&otilde;e sobre o fim da escala 6&times;1 e a redu&ccedil;&atilde;o da jornada semanal de 44 para 40 horas, sem redu&ccedil;&atilde;o salarial.</p>
<p class="wp-block-paragraph"><span>LEIA: <a id="https://csb.org.br/opiniao/centrais-sindicais-carta-senado-reducao-jornada-fim-6x1" rel="noreferrer noopener" type="link" href="https://csb.org.br/opiniao/centrais-sindicais-carta-senado-reducao-jornada-fim-6x1" target="_blank">Centrais sindicais divulgam carta aos senadores pela redu&ccedil;&atilde;o da jornada e fim da escala 6&times;1</a></span></p>
<p class="wp-block-paragraph">A proposta, aprovada pela C&acirc;mara dos Deputados em 27 de maio, tamb&eacute;m garante dois dias de descanso por semana e prev&ecirc; um per&iacute;odo de 14 meses para a implementa&ccedil;&atilde;o das novas regras. Agora, o texto aguarda an&aacute;lise dos senadores.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A sess&atilde;o discutir&aacute; os efeitos sociais, econ&ocirc;micos e produtivos da mudan&ccedil;a na jornada de trabalho.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O encontro contar&aacute; com a participa&ccedil;&atilde;o do sindicalista Antonio Neto, que deve apresentar argumentos sobre os benef&iacute;cios do fim da escala 6&times;1 para toda a sociedade.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Al&eacute;m disso, o senador Paulo Paim, autor da PEC 148/2015 que trata da redu&ccedil;&atilde;o da jornada sem diminui&ccedil;&atilde;o salarial, tamb&eacute;m estar&aacute; presente, refor&ccedil;ando a necessidade e urg&ecirc;ncia da proposta.</p>
<p class="wp-block-paragraph"><span><strong>Sess&atilde;o de debates sobre o fim da escala 6&times;1</strong></span><br /><strong>Data: </strong>1&ordm; de julho<br /><strong>Hor&aacute;rio:</strong> 10h<br /><strong>Local:</strong> Plen&aacute;rio do Senado Federal</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Mon, 29 Jun 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>CSB</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>MPT assina pacto para promover trabalho decente em grandes eventos</title> 
                    </image>
                    <title>MPT assina pacto para promover trabalho decente em grandes eventos</title> 
                    <description>Objetivo é fortalecer ações de prevenção, diálogo social e promoção de condições dignas de trabalho em eventos de grande porte no Brasil como shows, festivais, eventos esportivos, feiras e congressos</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69382</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>O Minist&eacute;rio P&uacute;blico do Trabalho (MPT) assinou nesta quinta-feira (25) protocolo de inten&ccedil;&otilde;es que prev&ecirc; a ado&ccedil;&atilde;o de boas pr&aacute;ticas trabalhistas e a garantia de trabalho decente em grandes eventos. A iniciativa &eacute; coordenada pelo Minist&eacute;rio do Trabalho e Emprego (MTE) e re&uacute;ne representantes do poder p&uacute;blico, trabalhadores, empregadores e a Organiza&ccedil;&atilde;o Internacional do Trabalho (OIT). O objetivo &eacute; fortalecer a&ccedil;&otilde;es de preven&ccedil;&atilde;o, di&aacute;logo social e promo&ccedil;&atilde;o de condi&ccedil;&otilde;es dignas de trabalho em eventos de grande porte no Brasil como shows, festivais, eventos esportivos, feiras e congressos.</p>
<p>O documento estabelece princ&iacute;pios e diretrizes para estimular a formaliza&ccedil;&atilde;o das rela&ccedil;&otilde;es de trabalho, combater fraudes trabalhistas, garantir ambientes de trabalho seguros e saud&aacute;veis e disseminar boas pr&aacute;ticas no setor de grandes eventos. O protocolo considera como grandes eventos aqueles que re&uacute;nam p&uacute;blico di&aacute;rio e simult&acirc;neo superior a 5 mil pessoas e abrange todas as etapas de sua realiza&ccedil;&atilde;o, desde a montagem da estrutura at&eacute; a desmontagem.</p>
<p>O pacto tamb&eacute;m prev&ecirc; a realiza&ccedil;&atilde;o de campanhas de conscientiza&ccedil;&atilde;o sobre os benef&iacute;cios da formaliza&ccedil;&atilde;o do trabalho, incluindo direitos como FGTS, f&eacute;rias, 13&ordm; sal&aacute;rio, prote&ccedil;&atilde;o previdenci&aacute;ria e acesso a benef&iacute;cios sociais. Al&eacute;m disso, o pacto prev&ecirc; a cria&ccedil;&atilde;o da Mesa Tripartite de Di&aacute;logo Permanente, formada por representantes do governo, empregadores e trabalhadores.</p>
<p><span class="a_GcMg font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none">O procurador-geral do Trabalho, Gl&aacute;ucio Ara&uacute;jo de Oliveira, afirmou que a preven&ccedil;&atilde;o de acidentes do trabalho deve ser um compromisso permanente dos organizadores, empregadores e institui&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas.</span> &ldquo;Nosso objetivo n&atilde;o &eacute; realizar resgates de trabalhadores submetidos a condi&ccedil;&otilde;es degradantes. O que queremos &eacute; evitar que essas situa&ccedil;&otilde;es aconte&ccedil;am, por meio da conscientiza&ccedil;&atilde;o da sociedade e do setor produtivo sobre o cumprimento da legisla&ccedil;&atilde;o trabalhista e dos direitos fundamentais dos trabalhadores&rdquo;.</p>
<p>O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, destacou a import&acirc;ncia do engajamento para o sucesso da iniciativa. &ldquo;A assinatura desse pacto &eacute; motivo de muita satisfa&ccedil;&atilde;o. Para execut&aacute;-lo, n&atilde;o basta vontade do governo, &eacute; preciso que cada CNPJ do nosso pa&iacute;s assuma essa responsabilidade&rdquo;, afirmou. Ele tamb&eacute;m ressaltou o papel do di&aacute;logo social. &ldquo;&Eacute; poss&iacute;vel atingir os objetivos se cada um de n&oacute;s acreditar para valer nesse processo, estimulando a negocia&ccedil;&atilde;o coletiva&rdquo;, disse.</p>
<p>O ministro da Cultura em exerc&iacute;cio, M&aacute;rcio Tavares, destacou a relev&acirc;ncia do setor para o pa&iacute;s e ressaltou que a iniciativa atende a uma demanda hist&oacute;rica. &ldquo;O Brasil &eacute; um dos maiores produtores de grandes eventos do mundo, com festivais de m&uacute;sica, carnaval, shows, feiras liter&aacute;rias e eventos esportivos que movimentam bilh&otilde;es de reais e empregam centenas de milhares de trabalhadores. Essa pot&ecirc;ncia econ&ocirc;mica precisa vir acompanhada de dignidade e prote&ccedil;&atilde;o social&rdquo;, disse.</p>
<p>Al&eacute;m do MPT, assinam o pacto o MTE, o Minist&eacute;rio da Cultura, a Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional do Com&eacute;rcio de Bens, Servi&ccedil;os e Turismo (CNC), centrais sindicais, empresas do setor de eventos e a OIT, que participa como observadora.</p>
<p>&nbsp;</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Mon, 29 Jun 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>MPT / Foto: Ubirajara Machado/MPT</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>CTB participa da Mesa Central de Negociação Permanente e reforça defesa dos direitos dos servidores públicos federais</title> 
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                    <title>CTB participa da Mesa Central de Negociação Permanente e reforça defesa dos direitos dos servidores públicos federais</title> 
                    <description></description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69381</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p class="isSelectedEnd">A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) participou, na quinta-feira (25), da Mesa Central de Negocia&ccedil;&atilde;o Permanente entre o governo federal e as entidades representativas dos servidores p&uacute;blicos federais. A Central foi representada pela dirigente <span>Rachel de Souza Melo</span>, integrante da Mesa Nacional de Negocia&ccedil;&atilde;o Permanente. Tamb&eacute;m participou da reuni&atilde;o, como convidado da Secretaria de Rela&ccedil;&otilde;es de Trabalho (SRT) do Minist&eacute;rio da Gest&atilde;o e da Inova&ccedil;&atilde;o em Servi&ccedil;os P&uacute;blicos (MGI), o dirigente nacional da CTB, <span>Jo&atilde;o Paulo Ribeiro (JP)</span>.</p>
<p class="isSelectedEnd">O encontro contou ainda com a presen&ccedil;a de representantes do <span>Minist&eacute;rio da Gest&atilde;o e da Inova&ccedil;&atilde;o em Servi&ccedil;os P&uacute;blicos (MGI)</span>, do <span>Minist&eacute;rio da Fazenda</span>, do <span>Minist&eacute;rio do Planejamento e Or&ccedil;amento</span>, do <span>Minist&eacute;rio do Trabalho e Emprego</span>, do <span>Minist&eacute;rio da Educa&ccedil;&atilde;o</span>, do <span>Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de</span>, do <span>Minist&eacute;rio da Previd&ecirc;ncia Social</span>, da <span>Casa Civil da Presid&ecirc;ncia da Rep&uacute;blica</span> e da <span>Secretaria-Geral da Presid&ecirc;ncia da Rep&uacute;blica</span>. Tamb&eacute;m participaram representantes dos f&oacute;runs nacionais dos servidores p&uacute;blicos federais, o <span>Fonasefe</span> &mdash; do qual a CTB integra a coordena&ccedil;&atilde;o &mdash; e o <span>Fonacate</span>, al&eacute;m de representantes de todas as centrais sindicais.</p>
<p class="isSelectedEnd">Pela manh&atilde;, representantes dos f&oacute;runs, entidades sindicais e centrais realizaram uma reuni&atilde;o preparat&oacute;ria para alinhar as pautas que seriam debatidas na Mesa Central, realizada no per&iacute;odo da tarde. Durante o encontro, os secret&aacute;rios do MGI, <span>Jos&eacute; Lopez Feij&oacute;o</span>, da Secretaria de Rela&ccedil;&otilde;es de Trabalho (SRT), e <span>Jos&eacute; Celso Cardoso J&uacute;nior</span>, da Secretaria de Gest&atilde;o de Pessoas (SGP), apresentaram devolutivas &agrave;s reivindica&ccedil;&otilde;es protocoladas pelas entidades em janeiro deste ano.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre os principais temas abordados, o governo destacou a articula&ccedil;&atilde;o para aprova&ccedil;&atilde;o do Projeto de Lei n&ordm; 1.893/2026, que trata da regulamenta&ccedil;&atilde;o da negocia&ccedil;&atilde;o coletiva permanente no servi&ccedil;o p&uacute;blico. Tamb&eacute;m informou que segue analisando a reserva de recursos para viabilizar novos reajustes salariais em 2027, sinalizando perspectivas favor&aacute;veis. Outro ponto discutido foi a extens&atilde;o do aux&iacute;lio-nutri&ccedil;&atilde;o aos servidores aposentados, reivindica&ccedil;&atilde;o que permanece em an&aacute;lise.</p>
<p class="isSelectedEnd">As entidades sindicais refor&ccedil;aram a necessidade da retomada do adicional por tempo de servi&ccedil;o para todos os servidores p&uacute;blicos, da atualiza&ccedil;&atilde;o dos valores das di&aacute;rias e do avan&ccedil;o na luta pelo fim da contribui&ccedil;&atilde;o previdenci&aacute;ria dos aposentados.</p>
<p class="isSelectedEnd">No debate sobre aposentadorias, o governo confirmou que permanece suspenso o processo de centraliza&ccedil;&atilde;o das concess&otilde;es pelo INSS e informou que mant&eacute;m uma for&ccedil;a-tarefa para impedir a implementa&ccedil;&atilde;o da medida.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ficou definida ainda a cria&ccedil;&atilde;o de mesas tem&aacute;ticas para aprofundar discuss&otilde;es sobre temas estrat&eacute;gicos e transversais da administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica, entre eles a moderniza&ccedil;&atilde;o do Estado e os impactos da Intelig&ecirc;ncia Artificial, sa&uacute;de do trabalhador e benef&iacute;cios assistenciais, pol&iacute;ticas voltadas aos servidores aposentados e pensionistas, al&eacute;m da recomposi&ccedil;&atilde;o dos quadros e das novas modalidades de concursos p&uacute;blicos. O MGI dever&aacute; convocar as entidades j&aacute; no m&ecirc;s de julho para iniciar os trabalhos dos grupos espec&iacute;ficos, com uma reuni&atilde;o extraordin&aacute;ria da Mesa Central prevista para agosto, que ter&aacute; como foco as limita&ccedil;&otilde;es impostas pela PLDO de 2027.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para a representante da CTB na Mesa Nacional de Negocia&ccedil;&atilde;o Permanente, <span>Rachel de Souza Melo</span>, a Central reafirmou durante a reuni&atilde;o a necessidade de que os compromissos assumidos pelo governo sejam efetivamente cumpridos.</p>
<blockquote>
<p class="isSelectedEnd">&ldquo;A CTB cobrou a efetiva&ccedil;&atilde;o de todos os acordos ainda pendentes, bem como respostas &agrave; pauta de reivindica&ccedil;&otilde;es apresentada pelas entidades sindicais em janeiro deste ano. Tamb&eacute;m reafirmamos a import&acirc;ncia da participa&ccedil;&atilde;o das entidades sindicais na constru&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;ticas que valorizem o Estado, a gest&atilde;o p&uacute;blica e os servidores, garantindo melhores servi&ccedil;os prestados &agrave; sociedade&rdquo;, destacou.</p>
</blockquote>
<p class="isSelectedEnd">Para a CTB, a manuten&ccedil;&atilde;o da Mesa Nacional de Negocia&ccedil;&atilde;o Permanente &eacute; fundamental para fortalecer o di&aacute;logo entre governo e trabalhadores, garantindo que as reivindica&ccedil;&otilde;es dos servidores p&uacute;blicos avancem por meio da negocia&ccedil;&atilde;o e da mobiliza&ccedil;&atilde;o sindical.</p>
<p>A Central seguir&aacute; acompanhando as pr&oacute;ximas rodadas de negocia&ccedil;&atilde;o e atuando na defesa da valoriza&ccedil;&atilde;o do servi&ccedil;o p&uacute;blico, da amplia&ccedil;&atilde;o dos direitos dos servidores federais e do fortalecimento do Estado brasileiro como instrumento de promo&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas de qualidade para toda a sociedade.</p>
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<div id="photonic-wp-stream-1-container" class="title-display-tooltip photonic-level-1-container sizes-present photonic-mosaic-layout photonic-thumbnail-effect-zoom"><a class="photonic-lb photonic-baguettebox baguettebox" title="WhatsApp Image 2026-06-26 at 16.28.38(2)" rel="lightbox-photonic-wp-stream-1" href="https://www.ctb.org.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-26-at-16.28.382-1024x769.jpeg"></a></div>
</div>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Mon, 29 Jun 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>CTB</author>
                </item>
            
                <item>
                    <image>
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                        <title>Centrais sindicais lançam campanha solidária à Venezuela</title> 
                    </image>
                    <title>Centrais sindicais lançam campanha solidária à Venezuela</title> 
                    <description>Centrais sindicais lançam campanha de solidariedade para apoiar vítimas dos terremotos na Venezuela. Saiba como ajudar.</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69380</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>As centrais sindicais lan&ccedil;aram neste s&aacute;bado (26) uma campanha de solidariedade em apoio &agrave; popula&ccedil;&atilde;o da Venezuela, afetada por uma s&eacute;rie de fortes terremotos registrados desde a &uacute;ltima quarta-feira. A iniciativa tem como objetivo arrecadar donativos para auxiliar as fam&iacute;lias atingidas pela trag&eacute;dia. A informa&ccedil;&atilde;o foi divulgada em nota pelas centrais e repercutida no <strong><a rel="noopener" href="https://www1.folha.uol.com.br/colunas/painel/2026/06/centrais-e-entidades-sindicais-lancam-campanha-solidaria-a-venezuela.shtml" target="_blank">Painel da Folha de S.Paulo</a></strong>,</p>
<p>Na nota, os organizadores destacaram que a solidariedade internacional faz parte da trajet&oacute;ria do movimento sindical.</p>
<blockquote>
<p>&ldquo;A solidariedade internacional &eacute; um valor hist&oacute;rico do movimento sindical. Neste momento de dor e sofrimento, cada gesto de apoio pode fazer a diferen&ccedil;a para milhares de fam&iacute;lias venezuelanas&rdquo;, afirma o comunicado da campanha.</p>
</blockquote>
<h2>Leia aqui a nota</h2>
<blockquote>
<p><a href="https://radiopeaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/SOLIDARIEDADE-A-VENEZUELA.pdf">SOLIDARIEDADE &Agrave; VENEZUELA</a>:</p>
<p><strong>Centrais sindicais conclamam entidades a organizarem arrecada&ccedil;&otilde;es urgentes</strong></p>
<p>As centrais sindicais brasileiras, confedera&ccedil;&otilde;es, federa&ccedil;&otilde;es e sindicatos lan&ccedil;am uma campanha de solidariedade em apoio ao povo venezuelano, atingido por fortes terremotos desde o dia 24 de junho.</p>
<p>A trag&eacute;dia, que afetou regi&otilde;es pr&oacute;ximas &agrave; fronteira com o Brasil, provocou a destrui&ccedil;&atilde;o de resid&ecirc;ncias, hospitais, estradas e servi&ccedil;os essenciais, deixando mortos, feridos e milhares de desabrigados.</p>
<p>Diante deste cen&aacute;rio de emerg&ecirc;ncia humanit&aacute;ria, conclamamos todas as entidades sindicais a se mobilizarem e organizarem campanhas de arrecada&ccedil;&atilde;o de donativos destinados &agrave; popula&ccedil;&atilde;o venezuelana.</p>
<p><strong>As doa&ccedil;&otilde;es podem incluir:</strong></p>
<ul>
<li>Alimentos n&atilde;o perec&iacute;veis e &aacute;gua pot&aacute;vel;</li>
<li>Kits de primeiros socorros e medicamentos b&aacute;sicos;</li>
<li>Artigos de higiene pessoal;</li>
<li>Fraldas e artigos para beb&ecirc;s;</li>
<li>Ra&ccedil;&atilde;o e medicamentos para c&atilde;es e gatos;</li>
<li>Barracas, lonas, cobertores, colch&otilde;es e roupas limpas;</li>
<li>Lanternas, pilhas, baterias e carregadores port&aacute;teis.</li>
</ul>
<p>A solidariedade internacional &eacute; um valor hist&oacute;rico do movimento sindical. Neste momento de dor e sofrimento, cada gesto de apoio pode fazer a diferen&ccedil;a para milhares de fam&iacute;lias venezuelanas.</p>
<p>S&atilde;o Paulo, 27 de junho de 2026</p>
<p><strong>S&eacute;rgio Nobre, presidente da <a rel="noopener" href="https://www.cut.org.br/" target="_blank">CUT</a> (Central &Uacute;nica dos Trabalhadores)</strong></p>
<p><strong>Miguel Torres, presidente da <a rel="noopener" href="https://fsindical.org.br/" target="_blank">For&ccedil;a Sindical</a></strong></p>
<p><strong>Ricardo Patah, presidente da <a rel="noopener" href="https://www.ugt.org.br/" target="_blank">UGT</a> (Uni&atilde;o Geral dos Trabalhadores)</strong></p>
<p><strong>Adilson Ara&uacute;jo, presidente da <a rel="noopener" href="https://www.ctb.org.br/" target="_blank">CTB</a> (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil)</strong></p>
<p><strong>Antonio Neto, presidente da <a rel="noopener" href="https://csb.org.br/" target="_blank">CSB</a> (Central dos Sindicatos Brasileiros)</strong></p>
<p><strong>Sonia Zerino, presidente da <a rel="noopener" href="https://www.ncst.org.br/" target="_blank">NCST</a> (Nova Central Sindical de Trabalhadores)</strong></p>
<p><strong>Nilza Pereira, secret&aacute;ria-geral da <a rel="noopener" href="https://intersindicalcentral.com.br/" target="_blank">Intersindical</a></strong></p>
<p><strong>Jos&eacute; Gozze, presidente da P&uacute;blica</strong></p>
<p><strong>Atn&aacute;goras Teixeira Lopes, Secret&aacute;rio Executivo da <a rel="noopener" href="https://cspconlutas.org.br/" target="_blank">CSP-Conlutas</a></strong></p>
<p><strong>Emanuel Melato, presidente da <a rel="noopener" href="https://www.intersindical.org.br/" target="_blank">Intersindical Instrumento de Luta</a></strong></p>
<p><strong>Luiz Arraes, coordenador-nacional do <a rel="noopener" href="https://www.facebook.com/sindicalfst" target="_blank">FST (F&oacute;rum Sindical de Trabalhadores</a></strong></p>
</blockquote>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Mon, 29 Jun 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Rádio Peão Brasil</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>Segunda reunião da Comissão de Mulheres com setor patronal avança em pautas importantes na Campanha Salarial 2026</title> 
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                    <title>Segunda reunião da Comissão de Mulheres com setor patronal avança em pautas importantes na Campanha Salarial 2026</title> 
                    <description></description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69379</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>Nesta quinta-feira (25), a Comiss&atilde;o de Mulheres do SINDMOTORISTAS, que discute as reivindica&ccedil;&otilde;es das mais de 7 mil guerreiras da categoria na Campanha Salarial 2026, participaram da segunda reuni&atilde;o colegiada com setor patronal, na sede do SPUrbanuss.<br /><br />Importantes pontos pendentes, do encontro anterior, obtiveram avan&ccedil;os, como as cl&aacute;usulas 19&ordf; &ldquo;gestantes&rdquo;, 20&ordf; &ldquo;licen&ccedil;a maternidade&rdquo;, 21&ordf; &ldquo;m&atilde;es adotantes&rdquo; e 23&ordf; &ldquo;aleitamento&rdquo;. Suas reda&ccedil;&otilde;es foram mantidas. Entretanto, no caso das gestantes, a comiss&atilde;o cobrou por parte do patronal seu cumprimento (de forma integral) junto &agrave;s empresas do setor.<br /><br />Mesmo avan&ccedil;o ocorreu nas cl&aacute;usulas 42&ordf; &ldquo;reembolso creche&rdquo; e 43&ordf; &ldquo;material escolar&rdquo;, que tiveram, assim com as anteriores, suas reda&ccedil;&otilde;es mantidas. A secret&aacute;ria da pasta, Edna Andrade, refor&ccedil;ou o pedido de escala especial condizente com o hor&aacute;rio de creche para as companheiras com filhos menores ou implanta&ccedil;&atilde;o da creche 24 horas, em parceria das empresas com a prefeitura municipal. &ldquo;Esta conquista &eacute; essencial e trar&aacute; maior conforto &agrave;s companheiras, companheiros e seus filhos&rdquo;, destacou.<br /><br />Novidade na pauta de reivindica&ccedil;&otilde;es deste ano, a cl&aacute;usula 75&ordf; &ldquo;condi&ccedil;&otilde;es espec&iacute;ficas das mulheres&rdquo;, teve desdobramento em aspectos importantes, sobretudo nas quest&otilde;es de seguran&ccedil;a e sa&uacute;de mental. Foi pedido ao patronal a cria&ccedil;&atilde;o de disque den&uacute;ncia, suporte psicol&oacute;gico, ponto de acolhimento nas garagens e ampla campanha da SPTRANS sobre o combate a importuna&ccedil;&atilde;o sexual contra as operadoras do sistema de transporte.<br /><br />As demais pend&ecirc;ncias respectivas &agrave;s mulheres da categoria ser&atilde;o tratadas na "comiss&atilde;o parit&aacute;ria permanente de negocia&ccedil;&atilde;o", conforme alinhado na cl&aacute;usula 72&ordf; da pauta de reivindica&ccedil;&otilde;es.<br /><br />Ao final da reuni&atilde;o, as representantes prestaram apoio &agrave; cobradora Juliana Aparecida Souza, que fora demitida (de forma injusta) da Via&ccedil;&atilde;o Gato Preto unidade 3, ap&oacute;s se defender de ataque f&iacute;sico sofrido por passageiro no hor&aacute;rio de trabalho. Sens&iacute;vel &agrave; gravidade do problema, a presidenta do SPUrbanuss, S&ocirc;nia Maria Garcia Mistrello, colocou-se &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o da companheira e se comprometeu em interceder a respeito. O presidente do Sindicato, Valdemir dos Santos Soares (Moleque) tamb&eacute;m cobrar&aacute; provid&ecirc;ncias da ger&ecirc;ncia da empresa.</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Fri, 26 Jun 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Sindicato dos Motoristas de São Paulo</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>FEM-CUT/SP convoca trabalhadores para ato nacional pelo fim da escala 6×1</title> 
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                    <title>FEM-CUT/SP convoca trabalhadores para ato nacional pelo fim da escala 6×1</title> 
                    <description>Mobilização nacional no dia 30 de junho vai pressionar o Senado a aprovar a PEC que reduz a jornada para 40 horas semanais sem corte salarial e acaba com a escala 6×1</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69378</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>A Federa&ccedil;&atilde;o Estadual dos Metal&uacute;rgicos da CUT de S&atilde;o Paulo (FEM-CUT/SP) convoca os sindicatos filiados, a classe trabalhadora e toda a sociedade a participarem do Dia Nacional de Luta pelo fim da escala 6&times;1 e pela redu&ccedil;&atilde;o da jornada de trabalho para 40 horas semanais sem redu&ccedil;&atilde;o salarial, que ser&aacute; realizado na pr&oacute;xima ter&ccedil;a-feira, 30 de junho, a partir das 18h na Avenida Paulista, com concentra&ccedil;&atilde;o no Masp.</p>
<p>A mobiliza&ccedil;&atilde;o &eacute; organizada de forma unificada pela CUT, F&oacute;rum das Centrais Sindicais, Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo e pelo movimento Vida Al&eacute;m do Trabalho (VAT), com o objetivo de pressionar o Senado Federal a aprovar a Proposta de Emenda &agrave; Constitui&ccedil;&atilde;o (PEC) n&ordm; 221, que j&aacute; recebeu amplo apoio na C&acirc;mara dos Deputados.</p>
<p>A proposta representa uma das maiores conquistas em debate para a classe trabalhadora brasileira nas &uacute;ltimas d&eacute;cadas. Al&eacute;m de acabar com a escala 6&times;1, a PEC reduz a jornada semanal das atuais 44 horas para 40 horas, sem redu&ccedil;&atilde;o de sal&aacute;rios, promovendo mais qualidade de vida, sa&uacute;de, conviv&ecirc;ncia familiar e gera&ccedil;&atilde;o de empregos.</p>
<p>Para o presidente da FEM-CUT/SP, Erick Silva, a participa&ccedil;&atilde;o popular ser&aacute; decisiva para garantir o avan&ccedil;o da proposta no Senado.</p>
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&ldquo;A aprova&ccedil;&atilde;o da PEC depende da press&atilde;o organizada dos trabalhadores e das trabalhadoras. Precisamos ocupar as ruas, dialogar com a sociedade e mostrar aos senadores que a maioria do povo brasileiro quer uma jornada mais humana, com mais tempo para viver, estudar, cuidar da fam&iacute;lia e participar da comunidade. Essa &eacute; uma luta hist&oacute;rica e a mobiliza&ccedil;&atilde;o do dia 30 ser&aacute; fundamental para conquistarmos esse direito&rdquo;, afirma Erick Silva.</p>
</blockquote>
<p>A secret&aacute;ria da Mulher Trabalhadora da FEM-CUT/SP, Ceres Lucena, destaca que a redu&ccedil;&atilde;o da jornada tamb&eacute;m representa um avan&ccedil;o importante para as mulheres.</p>
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&ldquo;As trabalhadoras s&atilde;o diretamente impactadas pelas longas jornadas. Muitas enfrentam a dupla e at&eacute; a tripla jornada entre o trabalho remunerado, os cuidados com a fam&iacute;lia e as tarefas dom&eacute;sticas. O fim da escala 6&times;1 e a redu&ccedil;&atilde;o da jornada significam mais qualidade de vida, mais sa&uacute;de e mais igualdade para as mulheres trabalhadoras. Por isso, &eacute; fundamental que todas e todos participem desta mobiliza&ccedil;&atilde;o&rdquo;, ressalta Ceres Lucena.</p>
</blockquote>
<p>Al&eacute;m da participa&ccedil;&atilde;o nos atos, a FEM-CUT/SP orienta trabalhadores e trabalhadoras a intensificarem a press&atilde;o sobre os senadores por meio da plataforma Na Press&atilde;o, desenvolvida pela CUT. A ferramenta permite enviar mensagens diretamente aos parlamentares por e-mail e pelas redes sociais, cobrando a aprova&ccedil;&atilde;o da PEC.</p>
<p>A Federa&ccedil;&atilde;o refor&ccedil;a que o momento &eacute; decisivo. No dia seguinte &agrave;s manifesta&ccedil;&otilde;es, 1&ordm; de julho, o Senado realizar&aacute; uma audi&ecirc;ncia p&uacute;blica para debater o fim da escala 6&times;1, ampliando a import&acirc;ncia da mobiliza&ccedil;&atilde;o nacional.</p>
<p>Participe. Mobilize sua categoria. Vamos juntos conquistar mais tempo para viver, trabalhar e cuidar daquilo que realmente importa.</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Fri, 26 Jun 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>FEM-CUT</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>Violência contra jornalistas nas eleições de 2026 será acompanhada por grupo de trabalho com participação da FENAJ</title> 
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                    <title>Violência contra jornalistas nas eleições de 2026 será acompanhada por grupo de trabalho com participação da FENAJ</title> 
                    <description>Primeira reunião do GT Eleitoral, que tem participação da FENAJ, definiu estratégias de acompanhamento e prevenção de violações</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69377</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>O Minist&eacute;rio da Justi&ccedil;a e Seguran&ccedil;a P&uacute;blica (MJSP) iniciou, nesta semana, os trabalhos de um novo grupo voltado ao acompanhamento da viol&ecirc;ncia contra jornalistas e comunicadores durante o processo eleitoral de 2026. A primeira reuni&atilde;o do Grupo de Trabalho (GT) Eleitoral do Observat&oacute;rio da Viol&ecirc;ncia contra Jornalistas e Comunicadores Sociais ocorreu na quarta-feira (24/06).</p>
<p>A cria&ccedil;&atilde;o do GT ocorre em meio ao hist&oacute;rico de aumento de epis&oacute;dios de agress&otilde;es, intimida&ccedil;&otilde;es e ataques a profissionais da imprensa em per&iacute;odos eleitorais. O objetivo &eacute; analisar ocorr&ecirc;ncias, identificar padr&otilde;es de viol&ecirc;ncia e elaborar recomenda&ccedil;&otilde;es para fortalecer mecanismos de prote&ccedil;&atilde;o ao exerc&iacute;cio da atividade jornal&iacute;stica durante as elei&ccedil;&otilde;es.</p>
<p>O grupo funcionar&aacute; no &acirc;mbito do Observat&oacute;rio da Viol&ecirc;ncia contra Jornalistas e Comunicadores Sociais, criado em 2023 para acompanhar casos de viol&ecirc;ncia contra profissionais da comunica&ccedil;&atilde;o, apoiar investiga&ccedil;&otilde;es, produzir diagn&oacute;sticos e contribuir com a formula&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas para a garantia da liberdade de imprensa.</p>
<p>Al&eacute;m de representantes do governo federal, o GT contar&aacute; com a participa&ccedil;&atilde;o de entidades da sociedade civil ligadas &agrave; comunica&ccedil;&atilde;o e &agrave; defesa da liberdade de imprensa. Pela composi&ccedil;&atilde;o anunciada, a Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Emissoras de R&aacute;dio e Televis&atilde;o (Abert) ser&aacute; a entidade titular, tendo a Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Imprensa (ABI) como suplente. A Federa&ccedil;&atilde;o Nacional dos Jornalistas (FENAJ) participar&aacute; como titular, com a Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) na supl&ecirc;ncia.</p>
<p>Tamb&eacute;m devem participar institui&ccedil;&otilde;es convidadas, entre elas o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o Conselho Nacional de Justi&ccedil;a (CNJ), a Defensoria P&uacute;blica da Uni&atilde;o (DPU) e o Minist&eacute;rio P&uacute;blico Federal (MPF).</p>
<p>Segundo a secret&aacute;ria nacional de Justi&ccedil;a, Maria Rosa Loula, o per&iacute;odo eleitoral exige aten&ccedil;&atilde;o especial devido ao papel desempenhado pela imprensa no acesso da popula&ccedil;&atilde;o &agrave; informa&ccedil;&atilde;o. De acordo com ela, o grupo buscar&aacute; fortalecer instrumentos de preven&ccedil;&atilde;o, monitoramento e resposta diante de situa&ccedil;&otilde;es de viol&ecirc;ncia relacionadas &agrave; cobertura das elei&ccedil;&otilde;es.</p>
<p>Entre os tipos de ocorr&ecirc;ncias que dever&atilde;o ser acompanhados pelo GT est&atilde;o casos de viol&ecirc;ncia f&iacute;sica, ataques digitais, ass&eacute;dio judicial e outras formas de intimida&ccedil;&atilde;o dirigidas a jornalistas e comunicadores sociais.</p>
<p><strong>Cen&aacute;rio eleitoral</strong></p>
<p>Estudos e monitoramentos realizados por entidades especializadas, incluindo a FENAJ, apontam que os per&iacute;odos eleitorais concentram epis&oacute;dios de hostilidade contra jornalistas e comunicadores sociais. Entre as principais ocorr&ecirc;ncias est&atilde;o campanhas de desinforma&ccedil;&atilde;o, ass&eacute;dio coordenado nas redes sociais, agress&otilde;es verbais e f&iacute;sicas, tentativas de intimida&ccedil;&atilde;o e a&ccedil;&otilde;es judiciais usadas para constranger o exerc&iacute;cio da atividade jornal&iacute;stica.</p>
<p>Nesse contexto, o GT Eleitoral atuar&aacute; na identifica&ccedil;&atilde;o de padr&otilde;es de viol&ecirc;ncia, no acompanhamento de casos e na articula&ccedil;&atilde;o institucional para fortalecer mecanismos de preven&ccedil;&atilde;o e resposta durante as elei&ccedil;&otilde;es de 2026.</p>
<p>As den&uacute;ncias recebidas pelo Observat&oacute;rio s&atilde;o registradas por meio da plataforma Fala.Br, canal oficial do Governo Federal para recebimento de manifesta&ccedil;&otilde;es da sociedade.</p>
<p><strong>Confira o passo a passo para registrar den&uacute;ncia no Fala.Br</strong></p>
<p>Jornalistas e comunicadores sociais que sofrerem viol&ecirc;ncia no exerc&iacute;cio da profiss&atilde;o podem registrar den&uacute;ncia por meio da plataforma Fala.Br.</p>
<p><strong>1. Acesse o sistema</strong></p>
<p>&bull; No navegador do computador, digite <a class="external-link" href="https://falabr.cgu.gov.br/" target="_self">https://falabr.cgu.gov.br</a><br />&bull; Na tela inicial, selecione a op&ccedil;&atilde;o &ldquo;Cidad&atilde;os&rdquo; para registrar den&uacute;ncia, manifesta&ccedil;&atilde;o ou reclama&ccedil;&atilde;o</p>
<p><strong>2. Fa&ccedil;a o relato</strong></p>
<p>&bull; No campo pr&oacute;prio, registre o relato de forma clara e objetiva, com todas as informa&ccedil;&otilde;es necess&aacute;rias para an&aacute;lise<br />&bull; &Eacute; poss&iacute;vel anexar documentos de texto (.pdf, .doc, .docx, .txt), imagens (.jpeg, .jpg, .png, .bmp), planilhas (.xls, .xlsx) e arquivos multim&iacute;dia (.mp3, .mp4), at&eacute; o limite de 30 MB<br />&bull; Clique em &ldquo;Avan&ccedil;ar&rdquo;</p>
<p><strong>3. Selecione o tipo e o assunto</strong></p>
<p>&bull; O sistema poder&aacute; sugerir automaticamente o tipo de manifesta&ccedil;&atilde;o (Den&uacute;ncia, Reclama&ccedil;&atilde;o ou Solicita&ccedil;&atilde;o)<br />&bull; Escolha o tipo adequado<br />&bull; Selecione a esfera: ESFERA FEDERAL<br />&bull; Digite &ldquo;MJSP&rdquo; e selecione &ldquo;MJSP &ndash; Minist&eacute;rio da Justi&ccedil;a e Seguran&ccedil;a P&uacute;blica&rdquo;<br />&bull; Escolha o assunto &ldquo;Den&uacute;ncia de crime&rdquo;<br />&bull; Clique em &ldquo;Avan&ccedil;ar&rdquo;</p>
<p><strong>4. Informe o local</strong></p>
<p>&bull; Se poss&iacute;vel, indique estado e munic&iacute;pio onde ocorreu o fato<br />&bull; O preenchimento &eacute; opcional, mas contribui para o tratamento da demanda e produ&ccedil;&atilde;o de estat&iacute;sticas<br />&bull; O campo &ldquo;Servi&ccedil;o do &Oacute;rg&atilde;o&rdquo; n&atilde;o precisa ser preenchido<br />&bull; Clique em &ldquo;Avan&ccedil;ar&rdquo;</p>
<p><strong>5. Informe os envolvidos</strong></p>
<p>&bull; Sempre que poss&iacute;vel, informe dados como nome, CPF, &oacute;rg&atilde;o e fun&ccedil;&atilde;o exercida<br />&bull; Clique em &ldquo;Avan&ccedil;ar&rdquo;</p>
<p><strong>6. Revise e finalize</strong></p>
<p>&bull; Revise todas as informa&ccedil;&otilde;es registradas<br />&bull; Anexe documentos complementares, como fotos, v&iacute;deos, capturas de tela e outros elementos de prova<br />&bull; Clique em &ldquo;Finalizar&rdquo;</p>
<p><strong>7. Guarde o protocolo</strong></p>
<p>&bull; Ap&oacute;s a conclus&atilde;o, o sistema gerar&aacute; um n&uacute;mero de protocolo<br />&bull; O c&oacute;digo permite acompanhar o andamento da manifesta&ccedil;&atilde;o e receber atualiza&ccedil;&otilde;es sobre o tratamento da den&uacute;ncia</p>
<p>&nbsp;</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Fri, 26 Jun 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Fenaj com informações do MJSP</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <url>/web/emanager/noticias/upload_/noticias/PNAD_TrabalhoDomestico_home_Licia.jpg</url>
                        
                        <title>Taxa de desocupação de maio fica em 5,6%, melhor resultado para o mês desde 2012</title> 
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                    <title>Taxa de desocupação de maio fica em 5,6%, melhor resultado para o mês desde 2012</title> 
                    <description>A taxa de desocupação (5,6%) no trimestre encerrado em maio de 2026 registrou estabilidade frente ao trimestre de dezembro de 2025 a fevereiro de 2026 (5,8%) e caiu 0,6 p.p. ante o trimestre móvel de março a maio de 2025 (6,2%)</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69376</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>A taxa de desocupa&ccedil;&atilde;o no Brasil chegou a 5,6% no trimestre de mar&ccedil;o a maio de 2026, mostrando estabilidade em rela&ccedil;&atilde;o ao trimestre imediatamente anterior e queda de 0,6 p.p. em rela&ccedil;&atilde;o ao mesmo trimestre do ano passado (6,2%). O resultado do indicador &eacute; o menor para o m&ecirc;s de maio desde o in&iacute;cio da s&eacute;rie hist&oacute;rica da PNAD Cont&iacute;nua, em 2012. A taxa de desocupa&ccedil;&atilde;o chegou a 14,9% (janeiro-mar&ccedil;o), em 2021, em raz&atilde;o dos efeitos da Covid-19 no mercado de trabalho nacional. Os dados s&atilde;o da PNAD Cont&iacute;nua Mensal, divulgada hoje (26) pelo IBGE.</p>
<p>&ldquo;A estabilidade na varia&ccedil;&atilde;o &eacute; sazonal, pois &eacute; o per&iacute;odo em que os setores come&ccedil;am a olhar para o segundo semestre, mas atingir a m&iacute;nima hist&oacute;rica para o per&iacute;odo indica que o mercado mant&eacute;m uma tend&ecirc;ncia estrutural de aquecimento e expans&atilde;o na absor&ccedil;&atilde;o de m&atilde;o de obra&rdquo;, explica o analista da pesquisa, William Kratochwill.</p>
<p>A popula&ccedil;&atilde;o desocupada (6,1 milh&otilde;es) registrou estabilidade na compara&ccedil;&atilde;o com o trimestre de dezembro de 2025 a fevereiro de 2026 (6,2 milh&otilde;es). No confronto com igual trimestre do ano anterior (6,7 milh&otilde;es), houve queda de 9,3% (menos 624 mil pessoas). J&aacute; a popula&ccedil;&atilde;o ocupada (102,7 milh&otilde;es) registrou alta de 0,5% no trimestre (mais 558 mil pessoas) e aumento de 0,8% no ano (mais 840 mil). E o n&iacute;vel da ocupa&ccedil;&atilde;o (percentual de pessoas ocupadas na popula&ccedil;&atilde;o em idade de trabalhar) foi de 58,6%, com varia&ccedil;&atilde;o de 0,2 p.p. no trimestre (58,4%) e mantendo-se est&aacute;vel ano (58,6%).</p>
<p>A PNAD Mensal mostrou que o contingente de empregados no setor privado com carteira de trabalho assinada (exclusive trabalhadores dom&eacute;sticos), estimado em 39,3 milh&otilde;es de pessoas, apresentou estabilidade frente ao trimestre anterior e no confronto com o mesmo trimestre de 2025. A categoria dos empregados no setor privado sem carteira de trabalho assinada (13,4 milh&otilde;es de pessoas) tamb&eacute;m apresentou estabilidade nas duas compara&ccedil;&otilde;es. O mesmo ocorreu com trabalhadores por conta pr&oacute;pria, formada por 26,0 milh&otilde;es de pessoas e com os empregadores (4,2 milh&otilde;es de pessoas).</p>
<p>Diferente das categorias anteriores, um grupo que vem demonstrando estabilidade ou queda nos &uacute;ltimos cinco trimestres &eacute; o de trabalhadores dom&eacute;sticos, estimado em 5,4 milh&otilde;es de pessoas. O contingente apresentou estabilidade no confronto com o trimestre de dezembro de 2025 a fevereiro de 2026, mas na compara&ccedil;&atilde;o com o mesmo trimestre do ano passado mostra queda de 328 mil postos de trabalho. O analista da pesquisa ressalta que &ldquo;em cen&aacute;rios de baixa desocupa&ccedil;&atilde;o, o custo de oportunidade dessa for&ccedil;a de trabalho aumenta, gerando uma migra&ccedil;&atilde;o estrutural para postos formais em outras atividades, que oferecem melhores sal&aacute;rios, condi&ccedil;&otilde;es de trabalho e garantias.</p>
<p>Houve crescimento de 3,6% no grupo dos empregados no setor p&uacute;blico (inclusive servidores estatut&aacute;rios e militares), estimado em 13,1 milh&otilde;es de pessoas, frente ao trimestre anterior. Ao se comparar com o mesmo trimestre do ano anterior, houve eleva&ccedil;&atilde;o de 2,8%, representando um adicional estimado de 350 mil pessoas. No entanto, a alta de ocupados neste grupo, no trimestre, foi acompanhada por queda de 3,1% no rendimento m&eacute;dio mensal real habitualmente, equivalente a menos R$ 172. A compara&ccedil;&atilde;o com o trimestre de mar&ccedil;o a maio de 2025 indicou aumento de rendimento nas categorias: Empregado com carteira de trabalho assinada (3,0%, ou mais R$ 99) Trabalhador dom&eacute;stico (3,8%, ou mais R$ 52) e Conta-pr&oacute;pria (4,4%, ou mais R$ 130).</p>
<p>&ldquo;A redu&ccedil;&atilde;o real no rendimento dos empregados no setor p&uacute;blico deve-se ao efeito da mudan&ccedil;a de composi&ccedil;&atilde;o desse grupo, porque neste per&iacute;odo aumenta a contrata&ccedil;&atilde;o de novos servidores tempor&aacute;rios ou municipais com sal&aacute;rios menores, somado &agrave; rigidez dos reajustes nominais do setor p&uacute;blico&rdquo;, explicou William.</p>
<p><span><strong>Taxa de subutiliza&ccedil;&atilde;o cai a 13,3% e atinge patamar mais baixo desde 2012</strong></span></p>
<p>A taxa composta de subutiliza&ccedil;&atilde;o (13,3%) variou -0,8 p.p. frente ao trimestre anterior (14,1%) e teve queda de 1,6 p.p. no ano (14,9%). &Eacute; o patamar mais baixo desde o in&iacute;cio da s&eacute;rie hist&oacute;rica e vem acompanhada por quedas em outros indicadores similares como: popula&ccedil;&atilde;o subutilizada (15,1 milh&otilde;es), que caiu 5,7% no trimestre (menos 920 mil) e recuou 11,3% no ano (menos 1,9 milh&atilde;o de pessoas subutilizadas), e a popula&ccedil;&atilde;o subocupada por insufici&ecirc;ncia de horas (4,1 milh&otilde;es), que caiu 5,7% no trimestre (menos 251 mil pessoas) e recuou 10,6% no ano (4,6 milh&otilde;es).</p>
<p>Tamb&eacute;m mostrou redu&ccedil;&atilde;o a popula&ccedil;&atilde;o desalentada (2,4 milh&otilde;es), de 10,2% no trimestre (menos 277 mil pessoas) e queda de 14,6% no ano (2,9 milh&otilde;es de pessoas desalentadas). O percentual de desalentados (2,2%) mostrou varia&ccedil;&atilde;o de -0,3p.p. no trimestre (2,4%) e de -0,4 p.p. no ano (2,6%).</p>
<p>A taxa de informalidade foi de 37,3% da popula&ccedil;&atilde;o ocupada (ou 38,3 milh&otilde;es de trabalhadores informais), contra 37,5% (ou 38,3 milh&otilde;es) no trimestre encerrado em fevereiro e 37,8% (ou 38,5 milh&otilde;es) no trimestre de mar&ccedil;o a maio de 2025.</p>
<p><span><strong>Mais sobre a PNAD Cont&iacute;nua</strong></span></p>
<p>A PNAD Cont&iacute;nua &eacute; a principal pesquisa sobre a for&ccedil;a de trabalho do Brasil. Sua amostra abrange 211 mil domic&iacute;lios, espalhados por 3.500 munic&iacute;pios, que s&atilde;o visitados a cada trimestre. Cerca de dois mil entrevistadores trabalham nessa pesquisa, integrados &agrave;s mais de 500 ag&ecirc;ncias do IBGE em todo o pa&iacute;s. Popularmente conhecida como taxa de desemprego, a taxa de desocupa&ccedil;&atilde;o mede a porcentagem de pessoas em idade ativa que est&atilde;o desocupadas e buscaram trabalho em rela&ccedil;&atilde;o ao total da for&ccedil;a de trabalho (ocupados mais desocupados).</p>
<p>Em fun&ccedil;&atilde;o da pandemia de Covid-19, o IBGE implementou a coleta de informa&ccedil;&otilde;es da pesquisa por telefone a partir de 17 de mar&ccedil;o de 2020. Em julho de 2021, houve a volta da coleta de forma presencial. &Eacute; poss&iacute;vel confirmar a identidade do entrevistador no site Respondendo ao IBGE ou via Central de atendimento (0800 721 8181), conferindo a matr&iacute;cula, RG ou CPF do entrevistador, dados que podem ser solicitados pelo informante.&nbsp;</p>
<p>Consulte os dados da PNAD no <a rel="noopener noreferrer" href="https://sidra.ibge.gov.br/" target="_blank">Sidra</a>. A pr&oacute;xima divulga&ccedil;&atilde;o da PNAD Cont&iacute;nua Mensal, referente ao trimestre encerrado em junho, ser&aacute; em 30 de julho.</p>
<p><a rel="noopener noreferrer" href="https://www.ibge.gov.br/estatisticas/sociais/populacao/9171-pesquisa-nacional-por-amostra-de-domicilios-continua-mensal.html?edicao=45754&amp;t=o-que-e" target="_blank">O que &eacute; o PNAD Cont&iacute;nua?</a>&nbsp;<br /><a rel="noopener noreferrer" href="https://www.ibge.gov.br/estatisticas/sociais/populacao/9171-pesquisa-nacional-por-amostra-de-domicilios-continua-mensal.html?edicao=45754&amp;t=series-historicas" target="_blank">S&eacute;ries Hist&oacute;ricas<br /></a><a rel="noopener noreferrer" href="https://www.ibge.gov.br/estatisticas/sociais/populacao/9171-pesquisa-nacional-por-amostra-de-domicilios-continua-mensal.html?edicao=45754&amp;t=resultados" target="_blank">Tabelas</a>&nbsp;<br /><a rel="noopener noreferrer" href="https://www.ibge.gov.br/estatisticas/sociais/populacao/9171-pesquisa-nacional-por-amostra-de-domicilios-continua-mensal.html?edicao=45754&amp;t=publicacoes" target="_blank">Publica&ccedil;&otilde;es</a>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>]]>
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                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Fri, 26 Jun 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Adriana Gonçalves Saraiva - IBGE Noticias /  Foto: Licia Rubinstein / Agência IBGE</author>
                </item>
            
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                        <title>Após denúncias de violência, greve na Replan ganha apoio de entidades</title> 
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                    <title>Após denúncias de violência, greve na Replan ganha apoio de entidades</title> 
                    <description>Mobilização na maior refinaria do país denuncia violência, cobra negociação das empresas e reforça a unidade entre trabalhadores do setor privado e petroleiros</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69375</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>Nem a chuva persistente que caiu sobre Paul&iacute;nia na manh&atilde; desta quinta-feira (25) foi capaz de esfriar a mobiliza&ccedil;&atilde;o dos trabalhadores do setor privado da Refinaria de Paul&iacute;nia (Replan). No nono dia de greve, dezenas de trabalhadores voltaram a ocupar a entrada da refinaria para cobrar avan&ccedil;os nas negocia&ccedil;&otilde;es do diss&iacute;dio coletivo, denunciar a viol&ecirc;ncia registrada durante a mobiliza&ccedil;&atilde;o do dia anterior e reafirmar a disposi&ccedil;&atilde;o de seguir na luta por melhores sal&aacute;rios e condi&ccedil;&otilde;es de trabalho.</p>
<p>Ao lado da categoria estavam dirigentes do Sindipetro Unificado, da Federa&ccedil;&atilde;o &Uacute;nica dos Petroleiros (FUP), representantes de outras entidades sindicais, l&iacute;deres de movimentos sociais, al&eacute;m de pol&iacute;ticos da cidade de Campinas. A presen&ccedil;a das organiza&ccedil;&otilde;es refor&ccedil;ou a solidariedade &agrave; greve e a defesa do direito constitucional de organiza&ccedil;&atilde;o e manifesta&ccedil;&atilde;o dos trabalhadores.</p>
<p>A paralisa&ccedil;&atilde;o envolve trabalhadores da constru&ccedil;&atilde;o e montagem que atuam na refinaria por meio de empresas terceirizadas. Entre as reivindica&ccedil;&otilde;es est&atilde;o reajuste salarial de 9%, melhorias nos benef&iacute;cios, aumento do vale-alimenta&ccedil;&atilde;o, do caf&eacute; da manh&atilde;, da Participa&ccedil;&atilde;o nos Lucros e Resultados (PLR) e da cesta natalina.</p>
<p>Apesar da determina&ccedil;&atilde;o judicial que estabelece a manuten&ccedil;&atilde;o de parte das atividades, os trabalhadores seguem mobilizados diante da falta de avan&ccedil;os nas negocia&ccedil;&otilde;es.</p>
<h2><strong>Solidariedade diante da viol&ecirc;ncia</strong></h2>
<p>A mobiliza&ccedil;&atilde;o desta quinta-feira foi marcada pela repercuss&atilde;o de um epis&oacute;dio ocorrido na quarta-feira (24), quando, segundo den&uacute;ncias do sindicato da categoria, um trabalhador teria sido agredido durante a greve.</p>
<p>O caso levou o Sindipetro Unificado a antecipar uma atividade que estava programada para sexta-feira (26), transformando-a em um ato de solidariedade e defesa da livre organiza&ccedil;&atilde;o sindical.</p>
<p>&ldquo;Estamos aqui hoje na portaria norte da Replan dando apoio ao pessoal da constru&ccedil;&atilde;o civil, que est&aacute; em greve j&aacute; pelo nono dia. N&oacute;s t&iacute;nhamos um ato marcado para amanh&atilde; e antecipamos para hoje porque ontem aconteceu um epis&oacute;dio de viol&ecirc;ncia aqui na refinaria. Resolvemos fazer um ato conjunto em defesa da livre manifesta&ccedil;&atilde;o, da greve e da reivindica&ccedil;&atilde;o dos direitos dos trabalhadores&rdquo;, afirmou o diretor do Sindipetro Unificado, Rodrigo Zanetti.</p>
<p>O coordenador-geral do Sindipetro Unificado, Steve Austin, explicou que a decis&atilde;o foi tomada para demonstrar que os petroleiros n&atilde;o aceitariam qualquer tentativa de intimida&ccedil;&atilde;o contra os trabalhadores em greve.</p>
<p>&ldquo;N&oacute;s j&aacute; t&iacute;nhamos um ato marcado para o dia 26, dentro da mobiliza&ccedil;&atilde;o nacional dos petroleiros nas refinarias. Mas, pelo que aconteceu ontem aqui na Replan, decidimos antecipar e realizar a atividade hoje. Todo mundo que trabalha aqui trabalha para a Petrobr&aacute;s e tudo o que acontece dentro desta refinaria tamb&eacute;m &eacute; responsabilidade da Petrobr&aacute;s&rdquo;, afirmou.</p>
<p>Segundo Steve, o conflito n&atilde;o pode ser tratado como um problema de seguran&ccedil;a p&uacute;blica, mas como uma disputa trabalhista que exige negocia&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>&ldquo;Se existe conflito aqui, &eacute; um conflito entre trabalhadores e empresas. &Eacute; luta de classes. N&atilde;o existe luta de classes com viol&ecirc;ncia. Se algu&eacute;m est&aacute; promovendo viol&ecirc;ncia, s&atilde;o as empresas que n&atilde;o est&atilde;o respeitando o direito de greve e a livre manifesta&ccedil;&atilde;o dos trabalhadores&rdquo;, declarou.</p>
<p>O dirigente tamb&eacute;m cobrou uma postura mais ativa da Petrobr&aacute;s para reduzir as tens&otilde;es e contribuir para a constru&ccedil;&atilde;o de uma solu&ccedil;&atilde;o negociada. &ldquo;A Petrobr&aacute;s poderia distensionar essa situa&ccedil;&atilde;o facilmente. Quantas vezes os trabalhadores fizeram mobiliza&ccedil;&otilde;es aqui sem nenhum problema? O que n&atilde;o &eacute; admiss&iacute;vel &eacute; criar obst&aacute;culos para a organiza&ccedil;&atilde;o dos trabalhadores e transformar uma reivindica&ccedil;&atilde;o leg&iacute;tima em caso de pol&iacute;cia&rdquo;, criticou.<br /><br /></p>
<h2><strong>Apoio petroleiro fortalece mobiliza&ccedil;&atilde;o</strong></h2>
<p>A atividade desta quinta-feira tamb&eacute;m coincidiu com a mobiliza&ccedil;&atilde;o dos petroleiros da Petrobr&aacute;s em torno da discuss&atilde;o da Carta de Inten&ccedil;&otilde;es apresentada pela empresa. A converg&ecirc;ncia das pautas fortaleceu a unidade entre trabalhadores pr&oacute;prios e do setor privado da refinaria.</p>
<p>&ldquo;Hoje estamos aqui fazendo nosso movimento junto aos trabalhadores petroleiros. Os trabalhadores da rotina da refinaria est&atilde;o de greve e n&oacute;s estamos fazendo este ato junto com o sindicato dos petroleiros. Seguimos firmes na luta&rdquo;, afirmou Amilton Mendes dos Santos, coordenador do Sindicato dos Trabalhadores da Constru&ccedil;&atilde;o e Montagem.</p>
<p>Historicamente, o Sindipetro Unificado tem denunciado a precariza&ccedil;&atilde;o das condi&ccedil;&otilde;es de trabalho imposta pela terceiriza&ccedil;&atilde;o no Sistema Petrobr&aacute;s. Para a entidade, a greve evidencia uma realidade enfrentada diariamente pelos trabalhadores contratados por empresas prestadoras de servi&ccedil;o, que muitas vezes recebem sal&aacute;rios menores e possuem menos direitos que os trabalhadores pr&oacute;prios, mesmo atuando dentro da mesma unidade industrial.</p>
<h2><strong>Unidade da classe trabalhadora marca ato na refinaria</strong></h2>
<p>Al&eacute;m dos petroleiros e trabalhadores da constru&ccedil;&atilde;o civil, o ato reuniu representantes de outras categorias organizadas. A presen&ccedil;a de dirigentes sindicais de diferentes ramos refor&ccedil;ou a percep&ccedil;&atilde;o de que a greve na Replan ultrapassa uma pauta local e dialoga com desafios enfrentados por trabalhadores de diversos setores.</p>
<p>Representando o Sinergia-CUT, sindicato dos trabalhadores energ&eacute;ticos do Estado de S&atilde;o Paulo, Mario Macedo Netto destacou que a luta por melhores sal&aacute;rios e condi&ccedil;&otilde;es de trabalho &eacute; uma reivindica&ccedil;&atilde;o comum a toda a classe trabalhadora.</p>
<p>&ldquo;&Eacute; por isso que o movimento sindical est&aacute; lutando e &eacute; por isso que todas e todos est&atilde;o aqui agora de bra&ccedil;o cruzado para fazer valer o seu direito. O Sinergia representa os eletricit&aacute;rios, categoria que est&aacute; de bra&ccedil;os dados com os companheiros da constru&ccedil;&atilde;o civil e de bra&ccedil;os dados com os companheiros petroleiros para ajudar a trazer dignidade para nossas casas, para nossas vidas e para nossas fam&iacute;lias&rdquo;, afirmou.</p>
<p>Macedo tamb&eacute;m criticou a atua&ccedil;&atilde;o policial durante os epis&oacute;dios de tens&atilde;o registrados nos acessos &agrave; refinaria.</p>
<p>&ldquo;A trucul&ecirc;ncia utilizada pelo capital, disfar&ccedil;ada em viaturas da pol&iacute;cia, tenta nos oprimir a cada momento. Mas os trabalhadores seguem mobilizados e firmes na defesa de seus direitos&rdquo;, declarou.</p>
<p>O presidente do Partido dos Trabalhadores (PT) de Campinas, Pedro Tourinho, tamb&eacute;m esteve presente na mobiliza&ccedil;&atilde;o e destacou a import&acirc;ncia de garantir seguran&ccedil;a aos trabalhadores que exercem seu direito de greve.</p>
<p>&ldquo;Ontem tivemos uma situa&ccedil;&atilde;o violenta, com a agress&atilde;o a um trabalhador. &Eacute; muito importante garantir que os trabalhadores possam fazer sua manifesta&ccedil;&atilde;o com seguran&ccedil;a, ter seu direito &agrave; greve garantido e poder lutar por melhores condi&ccedil;&otilde;es de trabalho. Estamos falando de trabalho decente, de direitos que foram conquistados com muita luta e que precisam ser respeitados&rdquo;, declarou.</p>
<h2><strong>Greve exp&otilde;e debate sobre negocia&ccedil;&atilde;o coletiva e terceiriza&ccedil;&atilde;o</strong></h2>
<p>Durante o ato, a coordenadora-geral interina da FUP, Cibele Vieira, relacionou a greve dos trabalhadores da constru&ccedil;&atilde;o civil ao cen&aacute;rio mais amplo das rela&ccedil;&otilde;es de trabalho dentro do Sistema Petrobr&aacute;s e &agrave; mobiliza&ccedil;&atilde;o nacional dos petroleiros.</p>
<p>Ela lembrou que a categoria petroleira tamb&eacute;m est&aacute; em luta para cobrar o cumprimento de compromissos assumidos pela Petrobr&aacute;s ap&oacute;s a greve realizada no ano passado: &ldquo;Os petroleiros e petroleiras votaram uma semana de mobiliza&ccedil;&atilde;o porque a Petrobr&aacute;s est&aacute; simplesmente ignorando compromissos assumidos no encerramento da greve. O compromisso era sentar na mesa para negociar temas como plano de cargos, previd&ecirc;ncia e participa&ccedil;&atilde;o nos lucros. N&atilde;o estamos falando de concordar com tudo, mas de negociar&rdquo;, afirmou.</p>
<p>Para Cibele, os epis&oacute;dios registrados na Replan revelam problemas estruturais que afetam tanto trabalhadores pr&oacute;prios quanto do setor privado: &ldquo;Sempre defendemos que todos os trabalhadores utilizem a mesma portaria, o mesmo restaurante, os mesmos vesti&aacute;rios e os mesmos banheiros. N&atilde;o deve existir segrega&ccedil;&atilde;o entre quem &eacute; concursado e quem &eacute; terceirizado. Afinal, todos entram na refinaria para produzir riqueza para a Petrobr&aacute;s&rdquo;, declarou.</p>
<p>A dirigente criticou ainda a utiliza&ccedil;&atilde;o de estruturas da refinaria para enfraquecer o movimento grevista e classificou como inadmiss&iacute;veis as den&uacute;ncias envolvendo a atua&ccedil;&atilde;o de seguran&ccedil;as privados armados: &ldquo;No movimento leg&iacute;timo de greve dos trabalhadores, utilizar uma portaria que normalmente n&atilde;o &eacute; destinada a eles para tentar furar o movimento j&aacute; era grave. Quando recebemos a not&iacute;cia de que havia seguran&ccedil;a armada atuando para impedir a a&ccedil;&atilde;o sindical, ficou claro que precis&aacute;vamos estar aqui. Isso &eacute; inadmiss&iacute;vel&rdquo;, afirmou.<br /><br /></p>
<p>Segundo ela, o epis&oacute;dio demonstra a import&acirc;ncia da unidade dos trabalhadores diante das tentativas de enfraquecer a organiza&ccedil;&atilde;o coletiva: &ldquo;J&aacute; foi falado bastante aqui sobre o quanto somos mais fortes juntos. Se os trabalhadores n&atilde;o se unem, as empresas tamb&eacute;m ficam mais fortes juntas. Por isso estamos aqui hoje, lado a lado, em solidariedade aos trabalhadores da constru&ccedil;&atilde;o civil&rdquo;, disse.</p>
<p>Ao encerrar sua fala, Cibele refor&ccedil;ou o compromisso da FUP e dos sindicatos petroleiros com a mobiliza&ccedil;&atilde;o: &ldquo;Estamos aqui para somar for&ccedil;as &agrave; campanha salarial dos trabalhadores da constru&ccedil;&atilde;o civil. A reivindica&ccedil;&atilde;o deles &eacute; justa e leg&iacute;tima. Pode contar com a gente para auxiliar nas media&ccedil;&otilde;es e no que for necess&aacute;rio. E, se essa postura continuar, voltaremos quantas vezes forem necess&aacute;rias. Juntos somos mais fortes.&rdquo;</p>
<h2><strong>Luta continua enquanto n&atilde;o houver proposta digna</strong></h2>
<p>Ap&oacute;s nove dias de paralisa&ccedil;&atilde;o, o impasse segue sem solu&ccedil;&atilde;o definitiva. Enquanto algumas empresas sinalizam disposi&ccedil;&atilde;o para avan&ccedil;ar nas negocia&ccedil;&otilde;es, outras ainda mant&ecirc;m propostas consideradas insuficientes pelos trabalhadores.</p>
<p>Diante da falta de acordo, a categoria permanece mobilizada e reafirma que continuar&aacute; pressionando por uma proposta que contemple suas reivindica&ccedil;&otilde;es.</p>
<p>Ao longo da manh&atilde;, sob chuva e frio, a cena em frente aos port&otilde;es da Replan demonstrou que a disposi&ccedil;&atilde;o de luta permanece intacta. Entre palavras de ordem, bandeiras erguidas e manifesta&ccedil;&otilde;es de solidariedade, trabalhadores da constru&ccedil;&atilde;o civil, petroleiros, eletricit&aacute;rios e representantes de diversas organiza&ccedil;&otilde;es refor&ccedil;aram uma mensagem comum: direitos n&atilde;o se conquistam sem organiza&ccedil;&atilde;o, mobiliza&ccedil;&atilde;o e unidade de classe.</p>
<p>No nono dia da greve, a principal demonstra&ccedil;&atilde;o de for&ccedil;a n&atilde;o veio apenas da resist&ecirc;ncia dos trabalhadores que seguem de bra&ccedil;os cruzados, mas da ampla rede de solidariedade constru&iacute;da em torno da mobiliza&ccedil;&atilde;o. Uma uni&atilde;o que refor&ccedil;a a legitimidade das reivindica&ccedil;&otilde;es da categoria e amplia a press&atilde;o para que as empresas abandonem a intransig&ecirc;ncia e apresentem uma proposta capaz de encerrar o conflito com respeito aos trabalhadores que constroem, diariamente, a riqueza produzida dentro da maior refinaria do pa&iacute;s.</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Fri, 26 Jun 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Maria Julia Wegher e Vítor Peruch - Sindipetro Unificado / Foto: Sindipetro Unificado</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>Mauá recebe primeiro ponto de apoio para entregadores e motoristas por aplicativo</title> 
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                    <title>Mauá recebe primeiro ponto de apoio para entregadores e motoristas por aplicativo</title> 
                    <description>Cidade do ABC paulista é a primeira do país a receber projeto-piloto Parada Certa, do Governo Federal, voltado a garantir estrutura de descanso, higiene e convivência para trabalhadores de aplicativo</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69374</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>Mau&aacute; passou a sediar, nesta quinta-feira (25), o primeiro ponto de apoio do programa Parada Certa, iniciativa do Governo Lula voltada a motoristas e entregadores por aplicativo.<br /><br />O munic&iacute;pio do ABC Paulista, sob gest&atilde;o de Marcelo Oliveira (PT), foi escolhido para receber a experi&ecirc;ncia-piloto do projeto, que prev&ecirc; a implanta&ccedil;&atilde;o de 100 unidades em todo o pa&iacute;s at&eacute; o fim de 2026. Instalado na Avenida Bar&atilde;o de Mau&aacute;, 1098, ao lado do Poupatempo, o espa&ccedil;o foi concebido para oferecer condi&ccedil;&otilde;es m&iacute;nimas de descanso, higiene, alimenta&ccedil;&atilde;o e conviv&ecirc;ncia a trabalhadores e trabalhadoras que passam a maior parte da jornada nas ruas.</p>
<p>O ponto de apoio &eacute; composto por dois cont&ecirc;ineres modulares adaptados. Um deles abriga a estrutura de higiene pessoal, com banheiros masculino, feminino e acess&iacute;vel para pessoas com defici&ecirc;ncia, al&eacute;m de chuveiro adaptado. O segundo re&uacute;ne o espa&ccedil;o de conviv&ecirc;ncia, descanso e forma&ccedil;&atilde;o, com copa, cozinha, micro-ondas, bancada para refei&ccedil;&otilde;es, televisor, ar-condicionado, tomadas para recarga de celulares e sala destinada a treinamentos, reuni&otilde;es e atividades formativas.</p>
<p>Na &aacute;rea externa, o complexo conta ainda com espa&ccedil;o de conviv&ecirc;ncia, biciclet&aacute;rio e estacionamento com cerca de 40 vagas, estrutura pensada para atender a rotina de quem trabalha sobre duas ou quatro rodas e depende da rua para garantir renda.</p>
<p>O lan&ccedil;amento do Parada Certa acontece em um contexto de amplia&ccedil;&atilde;o do trabalho por aplicativo no pa&iacute;s e de intensifica&ccedil;&atilde;o da luta por direitos, prote&ccedil;&atilde;o social e reconhecimento para esses trabalhadores. A CUT tem defendido a regulamenta&ccedil;&atilde;o de motoristas e entregadores, que enfrentam a falta de v&iacute;nculo formal, precariza&ccedil;&atilde;o para acessar condi&ccedil;&otilde;es b&aacute;sicas como banheiro, &aacute;gua, descanso ou alimenta&ccedil;&atilde;o adequada durante a jornada de trabalho.</p>
<p>A escolha de Mau&aacute; para receber a primeira unidade do programa levou em conta a intensa circula&ccedil;&atilde;o de trabalhadores por aplicativo na regi&atilde;o e a centralidade log&iacute;stica do local. A expectativa &eacute; que o ponto de apoio funcione como modelo para a expans&atilde;o do Parada Certa em outras cidades brasileiras nas pr&oacute;ximas semanas, entre elas Recife, Salvador, S&atilde;o Bernardo do Campo, Contagem, Palmas, Bras&iacute;lia, Juiz de Fora e Rio de Janeiro.</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Fri, 26 Jun 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Redação com informações da Fundação Perseu Abramo</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>MPT participa de operação de resgate de cinco pessoas de situação análoga à de escravidão em Rondonópolis</title> 
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                    <title>MPT participa de operação de resgate de cinco pessoas de situação análoga à de escravidão em Rondonópolis</title> 
                    <description>Após atuação do MPT, empresa assumiu obrigações de reparação às vítimas e de correção das irregularidades constatadas</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69373</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>O Minist&eacute;rio P&uacute;blico do Trabalho em Mato Grosso (MPT-MT) integrou for&ccedil;a-tarefa que resgatou cinco trabalhadores submetidos a condi&ccedil;&otilde;es an&aacute;logas &agrave; escravid&atilde;o em uma empresa de reciclagem de Rondon&oacute;polis, a 214 km de Cuiab&aacute;. Al&eacute;m do MPT, auditores-fiscais do Trabalho da Superintend&ecirc;ncia Regional de Trabalho e Emprego de Mato Grosso (SRTE-MT) participaram da opera&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>A fiscaliza&ccedil;&atilde;o ocorreu na &uacute;ltima segunda-feira (22), motivada por uma den&uacute;ncia feita ao plant&atilde;o fiscal da Ger&ecirc;ncia Regional do Trabalho (GRT) local. Durante a dilig&ecirc;ncia, foram confirmadas condi&ccedil;&otilde;es degradantes tanto no ambiente laboral quanto nos alojamentos fornecidos.</p>
<p>Os trabalhadores operavam m&aacute;quinas obsoletas e sem manuten&ccedil;&atilde;o, sem o uso de Equipamentos de Prote&ccedil;&atilde;o Individual (EPIs). Relatos indicaram, inclusive, a ocorr&ecirc;ncia constante de choques el&eacute;tricos durante o uso. Al&eacute;m da inseguran&ccedil;a, foi constatada a submiss&atilde;o a jornadas exaustivas, que se iniciavam &agrave;s 5h30 e se estendiam rotineiramente at&eacute; ap&oacute;s as 22h.</p>
<p>Entre as v&iacute;timas resgatadas, tr&ecirc;s eram provenientes do interior de Mato Grosso, enquanto as outras duas, pai e filho, eram residentes de Rondon&oacute;polis.</p>
<p><span><strong>TAC com MPT</strong></span></p>
<p>Ap&oacute;s a opera&ccedil;&atilde;o, o procurador do Trabalho Pedro Henrique Godinho Faccioli, em atua&ccedil;&atilde;o na Procuradoria do Trabalho no Munic&iacute;pio (PTM) de Rondon&oacute;polis, prop&ocirc;s, durante uma audi&ecirc;ncia, a assinatura de um Termo de Ajuste de Conduta (TAC).</p>
<p>Com o acordo firmado, a empresa comprometeu-se a cumprir 16 obriga&ccedil;&otilde;es, entre elas a de abster-se de submeter trabalhadores(as) a condi&ccedil;&otilde;es que sejam an&aacute;logas &agrave; escravid&atilde;o, submetendo-os(as) a trabalhos for&ccedil;ados ou jornada exaustiva, sujeitando-os(as) &agrave; servid&atilde;o por d&iacute;vida ou a condi&ccedil;&otilde;es degradantes de trabalho, ou mesmo restringindo, por qualquer meio, sua locomo&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Tamb&eacute;m assumiu o compromisso de realizar o registro em CTPS dos trabalhadores, os dep&oacute;sitos do FGTS, o pagamento das verbas rescis&oacute;rias devidas e das indeniza&ccedil;&otilde;es por dano moral individual, al&eacute;m do custeio do deslocamento para a cidade de origem e estadia at&eacute; a data do retorno.</p>
<p>Por fim, foi estabelecida a proibi&ccedil;&atilde;o de repeti&ccedil;&atilde;o de todas as irregularidades constatadas, sob pena de multa de R$ 20 mil por obriga&ccedil;&atilde;o descumprida e por trabalhador(a) prejudicado(a).</p>
<p>"A opera&ccedil;&atilde;o foi essencial para garantir a pronta retirada dos empregados de condi&ccedil;&otilde;es degradantes, com riscos para sua vida e sa&uacute;de, e para impedir, at&eacute; que haja a devida regulariza&ccedil;&atilde;o, que novos trabalhadores sejam contratados para prestar servi&ccedil;os no estabelecimento. Os empregados resgatados ter&atilde;o assegurados, al&eacute;m do seguro-desemprego, todos os direitos trabalhistas, inclusive verbas rescis&oacute;rias, indeniza&ccedil;&atilde;o por dano moral e custeio do retorno &agrave; cidade de origem. Assim, ter&atilde;o respaldo financeiro para buscar novo emprego com cautela, desta vez sob condi&ccedil;&otilde;es dignas e atentando para promessas falsas", afirmou o procurador do MPT.</p>
<p><span><strong>Aliciamento e condi&ccedil;&otilde;es degradantes</strong></span></p>
<p>De acordo com a den&uacute;ncia, um casal foi atra&iacute;do para a empresa mediante falsas promessas de emprego. Ambos utilizavam instala&ccedil;&otilde;es sanit&aacute;rias compartilhadas com os demais funcion&aacute;rios da empresa e ocupavam quartos sem arm&aacute;rios, com ventila&ccedil;&atilde;o insuficiente e sem fornecimento de roupas de cama.</p>
<p>No local onde estavam alojados, n&atilde;o havia fornecimento regular de &aacute;gua pot&aacute;vel. A &aacute;gua consumida era transportada pelos empregadores em garrafas PET, de forma inadequada. Conforme apurado pela fiscaliza&ccedil;&atilde;o, alimentos provenientes de sobras de feiras livres eram levados ao alojamento para consumo dos trabalhadores.</p>
<p>Outro trabalhador resgatado encontrava-se alojado dentro do pr&oacute;prio barrac&atilde;o operacional da empresa. Ele dormia em uma estrutura improvisada, sem qualquer condi&ccedil;&atilde;o m&iacute;nima de privacidade, higiene, prote&ccedil;&atilde;o contra intemp&eacute;ries ou isolamento t&eacute;rmico e ac&uacute;stico.</p>
<p><span><strong>Assist&ecirc;ncia aos trabalhadores</strong></span></p>
<p>Al&eacute;m do TAC firmado com o MPT, auditores-fiscais do Trabalho, por parte do Minist&eacute;rio do Trabalho e Emprego (MTE), habilitaram as v&iacute;timas para recebimento do Seguro-Desemprego do Trabalhador Resgatado.</p>
<p>De acordo com o chefe da se&ccedil;&atilde;o de Fiscaliza&ccedil;&atilde;o da SRTE-MT, auditor fiscal do Trabalho Amarildo Borges, a auditoria elaborar&aacute; um relat&oacute;rio fiscal, formalizando a lavratura do auto de infra&ccedil;&atilde;o que caracteriza a explora&ccedil;&atilde;o an&aacute;loga &agrave; escravid&atilde;o.</p>
<p><em>*Com informa&ccedil;&otilde;es de SRTE-MT</em></p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Fri, 26 Jun 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>MPT em Mato Grosso </author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>CTB se solidariza com o povo venezuelano atingido por terremoto e defende mobilização humanitária internacional</title> 
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                    <title>CTB se solidariza com o povo venezuelano atingido por terremoto e defende mobilização humanitária internacional</title> 
                    <description></description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69372</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p class="isSelectedEnd">A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) manifesta sua profunda solidariedade ao povo e ao governo da Rep&uacute;blica Bolivariana da Venezuela diante da trag&eacute;dia provocada pelo terremoto ocorrido em 24 de junho, que j&aacute; deixou 164 v&iacute;timas fatais, al&eacute;m de milhares de feridos, desabrigados e significativos danos materiais.</p>
<p class="isSelectedEnd">Neste momento de dor, expressamos nossas mais sinceras condol&ecirc;ncias &agrave;s fam&iacute;lias das v&iacute;timas e nossa fraternidade a todos os trabalhadores, trabalhadoras e ao povo venezuelano, que enfrentam as graves consequ&ecirc;ncias deste desastre natural.</p>
<p class="isSelectedEnd">A CTB reafirma seu compromisso hist&oacute;rico com a solidariedade internacionalista entre os povos e destaca a import&acirc;ncia de que toda ajuda humanit&aacute;ria necess&aacute;ria &agrave; reconstru&ccedil;&atilde;o das &aacute;reas afetadas seja realizada com respeito &agrave; soberania da Venezuela, fortalecendo a coopera&ccedil;&atilde;o e a autodetermina&ccedil;&atilde;o do povo venezuelano diante desta trag&eacute;dia.</p>
<p class="isSelectedEnd">Saudamos as iniciativas de apoio e solidariedade promovidas por movimentos populares, centrais sindicais e organiza&ccedil;&otilde;es sociais do Brasil e de diversos pa&iacute;ses, compreendendo que, em momentos como este, a uni&atilde;o dos povos e a coopera&ccedil;&atilde;o internacional s&atilde;o fundamentais para salvar vidas e reconstruir comunidades.</p>
<p class="isSelectedEnd">A CTB coloca-se &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o para somar esfor&ccedil;os &agrave;s a&ccedil;&otilde;es de solidariedade e apoio aos companheiros e companheiras venezuelanos, acompanhando com aten&ccedil;&atilde;o os desdobramentos da situa&ccedil;&atilde;o e contribuindo, dentro de suas possibilidades, para as iniciativas de aux&iacute;lio ao povo atingido.</p>
<p class="isSelectedEnd">Recebam nosso abra&ccedil;o fraterno, solid&aacute;rio e internacionalista. Que a for&ccedil;a e a resist&ecirc;ncia do povo venezuelano prevale&ccedil;am neste momento dif&iacute;cil.</p>
<p><strong>Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB)</strong></p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Fri, 26 Jun 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>CTB</author>
                </item>
            
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                        <title>GT tripartite conclui debates sobre trabalho em feriados no comércio</title> 
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                    <title>GT tripartite conclui debates sobre trabalho em feriados no comércio</title> 
                    <description>Grupo Tripartite conclui proposta para regulamentar trabalho em feriados, preservando a negociação coletiva e os direitos dos comerciários</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69371</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>Representantes dos trabalhadores, dos empregadores e do Governo Federal conclu&iacute;ram nesta quinta-feira (25) as negocia&ccedil;&otilde;es do Grupo de Trabalho (GT) do Com&eacute;rcio Varejista, criado pelo Minist&eacute;rio do Trabalho e Emprego (MTE) para aperfei&ccedil;oar as regras do trabalho no com&eacute;rcio durante os feriados. O consenso resultou na elabora&ccedil;&atilde;o de uma nova proposta de portaria, que busca garantir seguran&ccedil;a jur&iacute;dica, respeitar a legisla&ccedil;&atilde;o vigente e preservar os direitos dos comerci&aacute;rios.</p>
<p><em><strong>Leia tamb&eacute;m:</strong></em></p>
<p><a href="https://radiopeaobrasil.com.br/sindec-poa-defesa-das-mulheres-e-duvidas-sobre-estabilidade-no-emprego/">Sindec-POA: defesa das mulheres e d&uacute;vidas sobre estabilidade</a></p>
<p>Representando a <a href="http://www.fsindical.org.br/">For&ccedil;a Sindical</a>, o presidente do Sindicato dos Empregados no Com&eacute;rcio de Porto Alegre (<a href="https://www.sindec.org.br/noticias.htm">Sindec-POA</a>), Nilton Neco, participou da reuni&atilde;o de encerramento do Grupo de Trabalho. A presen&ccedil;a do dirigente refor&ccedil;a a atua&ccedil;&atilde;o da entidade nas discuss&otilde;es nacionais que impactam diretamente as condi&ccedil;&otilde;es de trabalho da categoria comerci&aacute;ria.</p>
<p>O Grupo de Trabalho foi institu&iacute;do pela Portaria MTE n&ordm; 356, de 25 de fevereiro de 2026, com a miss&atilde;o de revisar e aprimorar a Portaria MTE n&ordm; 3.665/2023, respons&aacute;vel por regulamentar o trabalho em feriados no setor do com&eacute;rcio. Durante os debates, as partes concordaram na necessidade de adequar as normas &agrave;s diferentes atividades econ&ocirc;micas ligadas ao com&eacute;rcio de bens, servi&ccedil;os e turismo, mantendo a negocia&ccedil;&atilde;o coletiva como instrumento central das rela&ccedil;&otilde;es de trabalho.</p>
<p>A minuta constru&iacute;da pelo GT estabelece quais atividades poder&atilde;o funcionar em feriados sem a necessidade de Conven&ccedil;&atilde;o Coletiva de Trabalho (CCT) espec&iacute;fica, em conformidade com a Lei n&ordm; 10.101/2000.</p>
<p>Entre os segmentos contemplados est&atilde;o:</p>
<ul>
<li>farm&aacute;cias,</li>
<li>postos de combust&iacute;veis,</li>
<li>hot&eacute;is,</li>
<li>restaurantes,</li>
<li>bares,</li>
<li>feiras livres,</li>
<li>ag&ecirc;ncias de turismo e</li>
<li>servi&ccedil;os funer&aacute;rios, entre outros.</li>
</ul>
<p><span>O relat&oacute;rio final destaca que o acordo alcan&ccedil;ado oferece maior previsibilidade para trabalhadores e empregadores, especialmente nas localidades onde n&atilde;o h&aacute; conven&ccedil;&otilde;es coletivas ou representa&ccedil;&atilde;o sindical constitu&iacute;da, al&eacute;m de estabelecer regras mais claras para o funcionamento do com&eacute;rcio nos feriados em todo o pa&iacute;s. A expectativa das entidades participantes &eacute; de que a nova portaria seja assinada pelo ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, e entre em vigor nos pr&oacute;ximos dias.</span></p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Fri, 26 Jun 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Rádio Peão Brasil</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>Midea em comunicado esclarece incidente na fábrica de Pouso Alegre (MG)</title> 
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                    <title>Midea em comunicado esclarece incidente na fábrica de Pouso Alegre (MG)</title> 
                    <description></description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69370</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>Na &uacute;ltima ter&ccedil;a-feira (23), os trabalhadores da f&aacute;brica da Midea, em Pouso Alegre, no Sul de Minas gerais, paralisaram as atividades ap&oacute;s a den&uacute;ncia de agress&atilde;o f&iacute;sica envolvendo um funcion&aacute;rio e um gestor da empresa.</p>
<p>Leia a not&iacute;cia publicada pela CNM/CUT<a href="/Noticias/69351,Apos-denuncia-de-agressao-paralisacao-na-Midea-em-MG-mobiliza-1200-trabalhadores"> aqui</a>.</p>
<p>A Midea soltou um comunicado para explicar a situa&ccedil;&atilde;o. A empresa afirma que o epis&oacute;dio ocorreu em &ldquo;15 de junho de 2026 e tomou todas as medidas cab&iacute;veis j&aacute; foram adotadas desde que tomou conhecimento do caso.&rdquo;</p>
<p>A companhia confirma que a ocorr&ecirc;ncia existiu envolvendo um gestor expatriado e um colaborar local.</p>
<p>Abaixo o comunicado na &iacute;ntegra da Midea.</p>
<p><strong>Midea esclarece ocorr&ecirc;ncia na f&aacute;brica de Pouso Alegre</strong></p>
<p>A Midea Ind&uacute;stria do Brasil informa que, em rela&ccedil;&atilde;o ao epis&oacute;dio ocorrido em 15 de junho de 2026, na unidade de Pouso Alegre, todas as medidas cab&iacute;veis j&aacute; foram adotadas desde que tomou conhecimento do caso.</p>
<p>A companhia confirma que houve um incidente envolvendo um gestor expatriado e um colaborador local, mas n&atilde;o nas dimens&otilde;es noticiadas. Ap&oacute;s as devidas investiga&ccedil;&otilde;es, a empresa refuta a alega&ccedil;&atilde;o de que houve chicoteamento de um colaborador em suas instala&ccedil;&otilde;es. O epis&oacute;dio foi tratado de acordo com os protocolos internos, com a escuta das partes envolvidas e a ado&ccedil;&atilde;o das medidas necess&aacute;rias para preservar a seguran&ccedil;a, a integridade e o respeito no ambiente de trabalho, incluindo o afastamento do gestor envolvido. O colaborador brasileiro optou por permanecer em plena atividade.</p>
<p>A empresa informa ainda que ativou seus protocolos internos de resposta e mant&eacute;m di&aacute;logo institucional com representantes dos trabalhadores e autoridades competentes.</p>
<p>Como parte das medidas de aprimoramento cont&iacute;nuo, a Midea tamb&eacute;m refor&ccedil;ar&aacute; iniciativas voltadas &agrave; integra&ccedil;&atilde;o intercultural, ao desenvolvimento de lideran&ccedil;as e &agrave; capacita&ccedil;&atilde;o de profissionais expatriados que atuam no Brasil, com foco em comunica&ccedil;&atilde;o, legisla&ccedil;&atilde;o trabalhista, pr&aacute;ticas locais e conduta no ambiente de trabalho.</p>
<p>A companhia esclarece que em momento algum houve paralisa&ccedil;&atilde;o e que a unidade de Pouso Alegre segue operando normalmente, sem interrup&ccedil;&atilde;o da produ&ccedil;&atilde;o ou da distribui&ccedil;&atilde;o de produtos.</p>
<p><strong>Pouso Alegre (MG), 25 de junho de 2026</strong></p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Fri, 26 Jun 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Redação Mundo Sindical</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>Comissão julgará anistia ao Sindicato dos Metalúrgicos SP e Mogi</title> 
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                    <title>Comissão julgará anistia ao Sindicato dos Metalúrgicos SP e Mogi</title> 
                    <description>Saiba mais sobre a anistia ao Sindicato dos Metalúrgicos, primeira entidade sindical a ser julgada pela Comissão da Anistia</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69369</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>o <a href="https://metalurgicos.org.br/"><strong>Sindicato dos Metal&uacute;rgicos de S&atilde;o Paulo e Mogi das Cruzes</strong></a> ser&aacute; a primeira entidade sindical no Brasil a ser julgada pela Comiss&atilde;o da Anistia do Minist&eacute;rio dos Direitos Humanos, por ter sido perseguida na ditadura militar (1964-1985) informou o <strong><a rel="noopener" href="https://www1.folha.uol.com.br/colunas/painel/2026/06/comissao-julgara-anistia-ao-sindicato-dos-metalurgicos-de-sp-por-perseguicao-na-ditadura.shtml" target="_blank">Painel da Folha de S&atilde;o Paulo</a> </strong>nesta quinta (25).</p>
<p>A Sess&atilde;o Plen&aacute;ria Especial de an&aacute;lise do requerimento (n&ordm; 00135.203660/202409) coletivo de anistia ser&aacute; realizada na quinta-feira, 2 de julho de 2026, a partir das 9h, no Audit&oacute;rio do Bloco A (Subsolo), Minist&eacute;rio dos Direitos Humanos e da Cidadania, Esplanada dos Minist&eacute;rios, em Bras&iacute;lia.</p>
<div class="conteudo-single-texto">
<p>O requerimento ser&aacute; analisado pelo plen&aacute;rio de Conselheiros e Conselheiras da Comiss&atilde;o de Anistia. Prudente Jos&eacute; Silveira Mello ser&aacute; o Conselheiro Relator.</p>
<h2>Por que o Sindicato dever&aacute; ser anistiado?</h2>
<p>Fatos hist&oacute;ricos: desde o in&iacute;cio, o Sindicato participou da resist&ecirc;ncia &agrave; ditadura. Sua sede, ent&atilde;o localizada na Rua do Carmo, centro de S&atilde;o Paulo, foi cercada por for&ccedil;as militares na manh&atilde; do dia 31 de mar&ccedil;o de 1964, antes mesmo da consolida&ccedil;&atilde;o do golpe.</p>
<p>Ativistas sindicais eram constantemente demitidos e perseguidos, atrav&eacute;s de monitoramentos e informa&ccedil;&otilde;es repassadas pelas empresas e, na parte mais cruel da ditadura (com persegui&ccedil;&otilde;es, tortura, desaparecimentos e mortes), o Sindicato tamb&eacute;m sofreu perdas.</p>
<h3>Morreram nas m&atilde;os da ditadura os trabalhadores e l&iacute;deres metal&uacute;rgicos:</h3>
<ul>
<li>Olavo Hanssen &ndash; morto aos 33 anos &ndash; em maio de 1970.</li>
<li>Luiz Hirata &ndash; morto aos 27 anos &ndash; em dezembro de 1971.</li>
<li>Manoel Fiel Filho &ndash; morto aos 49 anos &ndash; em janeiro de 1976.</li>
<li>Nelson Pereira de Jesus &ndash; morto aos 22 anos &ndash; em outubro de 1978.</li>
<li>Santo Dias &ndash; morto aos 37 anos &ndash; em outubro de 1979.</li>
</ul>
<h2>Mem&oacute;ria, verdade, justi&ccedil;a e repara&ccedil;&atilde;o!</h2>
<p>Para o atual presidente do Sindicato, Miguel Torres, esse julgamento &eacute; imprescind&iacute;vel para que a sociedade brasileira reconhe&ccedil;a a persegui&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica que atingiu os oper&aacute;rios metal&uacute;rgicos, os ativistas e o nosso Sindicato.</p>
<blockquote>
<p>&ldquo;N&oacute;s resistimos, lutamos pela redemocratiza&ccedil;&atilde;o e pelas Diretas, J&aacute;! Mas precisamos continuar mobilizados, em defesa da Democracia e do Estado Democr&aacute;tico de Direito, para que n&atilde;o haja retrocessos pol&iacute;ticos nem a volta de regimes autorit&aacute;rios, violentos e criminosos como o que durou 21 anos na hist&oacute;ria recente do Pa&iacute;s, de 1964 a 1985&rdquo;, afirma Miguel Torres.</p>
</blockquote>
</div>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Thu, 25 Jun 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Rádio Peão Brasil</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>SINTRATEL denuncia práticas abusivas da empresa JOB HOME contra trabalhadores e trabalhadoras</title> 
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                    <title>SINTRATEL denuncia práticas abusivas da empresa JOB HOME contra trabalhadores e trabalhadoras</title> 
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                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69368</link>
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                        <![CDATA[<p>O SINTRATEL est&aacute; recebendo diversas den&uacute;ncias de trabalhadores e trabalhadoras da empresa JOB HOME sobre o descumprimento da Conven&ccedil;&atilde;o Coletiva de Trabalho (CCT) 2026, especialmente em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; jornada de trabalho, ao n&atilde;o pagamento da ajuda de custo para o trabalho em home office e &agrave; realiza&ccedil;&atilde;o de desligamentos coletivos sem di&aacute;logo com a entidade sindical.</p>
<h2>Descumprimento da jornada 5x2 prevista na Conven&ccedil;&atilde;o Coletiva</h2>
<p>A Conven&ccedil;&atilde;o Coletiva estabelece de forma clara que a ado&ccedil;&atilde;o da jornada compensat&oacute;ria 5x2, com atividade profissional ordin&aacute;ria de 7h12 por dia, somente pode ocorrer mediante Acordo Coletivo de Trabalho firmado entre a empresa, os trabalhadores e o SINTRATEL.</p>
<p>Conforme previsto na CCT:</p>
<p>&ldquo;A carga hor&aacute;ria semanal poder&aacute;, atrav&eacute;s de Acordo Coletivo de Trabalho entre empregadores e empregados(as), firmado com o SINTRATEL, distribuir a compensa&ccedil;&atilde;o do sexto dia de trabalho em at&eacute; 1h12min por dia.&rdquo;</p>
<p>No entanto, segundo relatos recebidos pelo sindicato, a JOB HOME vem praticando a jornada 5x2 sem a formaliza&ccedil;&atilde;o do devido Acordo Coletivo, o que representa descumprimento da Conven&ccedil;&atilde;o Coletiva de Trabalho.</p>
<p>Diante disso, o SINTRATEL informa que os trabalhadores ativos podem ter direito ao recebimento de horas extras decorrentes da irregularidade na jornada aplicada pela empresa.</p>
<h2>Empresa n&atilde;o cumpre cl&aacute;usula de PLR prevista na CCT</h2>
<p>Outra grave den&uacute;ncia refere-se ao n&atilde;o pagamento da Participa&ccedil;&atilde;o nos Lucros e Resultados (PLR), benef&iacute;cio previsto na Conven&ccedil;&atilde;o Coletiva de Trabalho de 2026.</p>
<p>A PLR possui fundamento constitucional e tem como objetivo reconhecer o esfor&ccedil;o dos trabalhadores e contribuir para a melhoria dos resultados das empresas.</p>
<p>O sindicato alerta que o descumprimento dessa cl&aacute;usula representa afronta direta &agrave; Conven&ccedil;&atilde;o Coletiva e causa preju&iacute;zo financeiro aos trabalhadores.</p>
<h2>Den&uacute;ncias sobre desligamentos em massa sem negocia&ccedil;&atilde;o sindical</h2>
<p>O SINTRATEL tamb&eacute;m acompanha den&uacute;ncias sobre pr&aacute;ticas abusivas relacionadas a desligamentos realizados pela empresa de forma fragmentada, sem di&aacute;logo pr&eacute;vio com o sindicato e sem transpar&ecirc;ncia junto aos trabalhadores.</p>
<p>O sindicato avalia que a pr&aacute;tica de promover demiss&otilde;es &ldquo;em parcelas&rdquo; pode caracterizar tentativa de burlar a obriga&ccedil;&atilde;o de negocia&ccedil;&atilde;o coletiva, situa&ccedil;&atilde;o considerada grave e pass&iacute;vel de medidas judiciais e den&uacute;ncias aos &oacute;rg&atilde;os competentes.</p>
<h2>Irregularidades no pagamento das f&eacute;rias</h2>
<p>Tamb&eacute;m chegaram ao sindicato den&uacute;ncias de que a empresa concede f&eacute;rias aos trabalhadores sem efetuar o pagamento dentro dos prazos estabelecidos pela legisla&ccedil;&atilde;o.</p>
<h3>Prazo e regras previstos na CLT</h3>
<ul>
<li><strong>Pagamento das f&eacute;rias:</strong> deve ser realizado impreterivelmente at&eacute; dois dias antes do in&iacute;cio do per&iacute;odo de f&eacute;rias;</li>
<li><strong>Aviso de f&eacute;rias:</strong> o empregador deve comunicar o trabalhador com anteced&ecirc;ncia m&iacute;nima de 30 dias.</li>
</ul>
<p>O descumprimento dessas obriga&ccedil;&otilde;es configura viola&ccedil;&atilde;o da Consolida&ccedil;&atilde;o das Leis do Trabalho (CLT) e pode gerar penalidades &agrave; empresa.</p>
<h2>Orienta&ccedil;&atilde;o aos trabalhadores</h2>
<p>O SINTRATEL orienta os trabalhadores e trabalhadoras da JOB HOME a:</p>
<ul>
<li>Procurarem imediatamente o sindicato para orienta&ccedil;&atilde;o jur&iacute;dica e sindical;</li>
<li>Guardarem holerites, cart&otilde;es de ponto, comunicados internos e demais documentos que possam servir como prova;</li>
<li>Formalizarem den&uacute;ncias sobre jornadas irregulares, falta de pagamento de direitos e desligamentos coletivos;</li>
<li>Em casos de demiss&otilde;es em massa, tamb&eacute;m apresentarem den&uacute;ncia ao Minist&eacute;rio P&uacute;blico do Trabalho (MPT).</li>
</ul>
<p>O SINTRATEL seguir&aacute; firme na defesa da categoria, cobrando o cumprimento integral da Conven&ccedil;&atilde;o Coletiva de Trabalho, o respeito aos direitos trabalhistas e a valoriza&ccedil;&atilde;o dos trabalhadores e trabalhadoras do setor.</p>
<p>O sindicato tamb&eacute;m adotar&aacute; as medidas cab&iacute;veis e acionar&aacute; os &oacute;rg&atilde;os competentes diante do descumprimento da Conven&ccedil;&atilde;o Coletiva de Trabalho e da legisla&ccedil;&atilde;o trabalhista vigente.</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Thu, 25 Jun 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Sintratel</author>
                </item>
            
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</rss>
