Neste sábado (24), último dia de campanha antes do segundo turno, é hora de tomar as ruas de todo o país para derrotar Flávio Bolsonaro, a extrema direita e a influência de Donald Trump no Brasil. Estão previstas 375 ações em 240 cidades de 26 estados, numa grande mobilização para virar votos e impedir a volta da família Bolsonaro ao governo federal.
Nas últimas semanas, multidões ocuparam as ruas em diversas cidades, de norte a sul do país, com a juventude à frente das manifestações. O grito de “Bolsonaro nunca mais” expressa o repúdio ao projeto autoritário da família miliciana, às ameaças às liberdades democráticas e aos ataques aos direitos dos trabalhadores. A candidatura de Flávio representa a continuidade desse projeto, alinhado aos interesses de Trump e disposto a submeter ainda mais o país aos interesses dos Estados Unidos.
Agora, é hora de intensificar a mobilização. Não podemos permitir que a justa rejeição ao governo Lula ou o desencanto com a política abram caminho para o retorno do bolsonarismo ao poder e um projeto autoritário no país.
Domingo, é voto crítico no 13
A CSP-Conlutas defende o voto crítico no 13 neste domingo, sem qualquer apoio político a Lula e seu governo. O objetivo é derrotar eleitoralmente a ameaça representada por Flávio Bolsonaro, mantendo total independência de classe e a luta contra os ataques aos direitos dos trabalhadores.
A mobilização popular é decisiva para barrar a extrema direita não só nas urnas, mas principalmente nas ruas, onde, de fato, ela pode ser derrotada. A defesa dos direitos, das liberdades democráticas e das reivindicações da classe trabalhadora exigirá a continuidade das lutas, com total independência dos governos e dos patrões.
CSP-Conlutas nas ruas
Em São Paulo, a CSP-Conlutas estará presente no ato “Bota pra Virar”, no vão do Masp, na Avenida Paulista, às 14h. A coluna da Central se concentrará a partir das 10h, em frente à Caixa Econômica Federal, no número 1.728, para seguir em mobilização.
No Rio de Janeiro, a mobilização está marcada a partir das 8h, em Copacabana. Em Vitória (ES) e em dezenas de outras cidades, trabalhadores, jovens e movimentos sociais também se organizam para ocupar as ruas nesta reta final.
Neste sábado, a tarefa é ampliar a mobilização, convencer cada voto possível e fazer das ruas um instrumento de resistência. É hora da virada: derrotar o bolsonarismo e Trump, sem abrir mão da luta por uma saída independente para os trabalhadores.