Notícia - Executiva da Força Sindical prorroga mandato da diretoria

A Executiva Nacional da Força Sindical realizou reunião híbrida, nesta quinta-feira, e decidiu por unanimidade prorrogar o mandato da diretoria e adiar o Congresso para julho de 2027.

A convocação ocorreu pelo presidente da Central, Miguel Torres, conforme atribuições estatutárias e nos termos previstos no art. 105 do estatuto social convocou os membros da Executiva Nacional no dia de hoje (20 de fevereiro).

“Estamos observando o cenário atual e, como estratégia de fortalecer a Força, decidimos prorrogar o mandado da atual diretoria. A ideia é debater nos Estados e definir uma pauta para o Congresso, fortalecendo a central nas ações e organizações”, afirmou Miguel Torres, Presidente da Força Sindical.

De acordo com Miguel, a decisão busca a construção de um Congresso representativo para fortalecer a Central, ampliar debates nos estados e construir uma pauta sólida, garantindo organização, unidade e maior capacidade de enfrentamento sindical.

Durante o encontro, o presidente também criticou a reforma trabalhista do governo de Javier Milei, classificando-a como um desastre para trabalhadores e para o movimento sindical argentino.

O secretário-geral João Carlos Gonçalves leu a convocação da reunião e também destacou que o Congresso precisa ocorrer com ampla representatividade, garantindo participação efetiva de todos os setores econômicos e regiões do país.

Na avaliação do secretário de Relações Internacionais, Nilton Neco, a prorrogação permite manter pautas estratégicas em andamento, como a luta pela redução da jornada de trabalho.

Para o vice-presidente Eduardo Annunciato, a decisão é prudente, pois assegura tempo adequado para organizar um Congresso forte, democrático e politicamente qualificado.

O presidente dos Frentistas do Rio de Janeiro, Euzébio Neto, avaliou que o adiamento contribui para construir um Congresso representativo e alinhado aos desafios da classe trabalhadora.

“Adiar é uma boa estratégia para fortalecer o enfrentamento que o movimento sindical terá em 2026, com eleições presidencial, governo estadula e Congresso”, lembrou o vice-presidente da Força e presidente da Fequinfar (Federação dos Químicos do Estado de São Paulo), Sergio Luiz Leite (Serginho).

O presidente da Força Sindical Rio de Janeiro, Carlos Alberto Fidalgo, ressaltou a responsabilidade coletiva na construção de um Congresso com debates profundos e estratégicos.

Da mesma forma, Frazão Oliveira defendeu intensificar a luta sindical, enquanto Danilo Pereira da Silva destacou a importância da unidade entre as centrais sindicais. “Nesse momento, a unidade das centrais é muito importante, com pauta e planejamento”.

O presidente da Força Minas Gerais, Vandeir Messias, defendeu revisar a reforma sindical de 2017 e construir um novo modelo de custeio.

A proposta recebeu apoio de dirigentes estaduais, como Osvaldo MafraRodrigo Carvelo e Ivo Borges.

Também aprovaram o adiamento Paulo Ferrari, presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Edifícios e Condomínios de São Paulo e Carlos Lacerda, diretor do Sindicato Nacional dos Aposentados da Força, reforçando o consenso entre os dirigentes presentes.

A Secretaria Nacional de Políticas para as Mulheres e de Gênero Maria Auxiliadora defendeu um Congresso forte e representativo, com levantamento estadual das entidades filiadas e definição de estratégias.


Fonte:  Força Sindical - 20/02/2026

 

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