Notícia - 49% dos brasileiros reprovam gestão de Bolsonaro na pandemia, revela Vox Populi

O desempenho do presidente Jair Bolsonaro (ex-PSL) na gestão da pandemia do novo coronavírus (Covid-19) é reprovado, avaliado como negativo, por 49% dos brasileiros.

Outros 24% consideram regular a atuação do capitão no enfrentamento à doença que matou 72.833 mil brasileiros e infectou mais de 1 milhão e 800 mil pessoas em todo o país. Também é de 24% o percentual dos que consideram positiva a atuação de Bolsonaro; 2% não souberam ou não quiseram responder.

Para 63% dos brasileiros, se Bolsonaro tivesse apoiado o isolamento social o país estaria em situação melhor. Outros 12% concordam em parte com esta afirmação. Os que discordam somam 21%; 12% discordam totalmente e, 9%, parcialmente.

Os dados são da pesquisa Vox Populi, encomendada pelo PT e divulgada na manhã desta terça-feira (14). Foram entrevistadas por telefone 1.500 pessoas, entre os dias 25 de junho e 3 de julho. A margem de erro é de 2,5%, com intervalo de confiança estimada de 95%.

Rejeição a militar no Ministério da Saúde é de 82%

A pesquisa revela ainda que 82% dos brasileiros rejeitam a permanência do general Eduardo Pazuello à frente do Ministério da Saúde porque consideram a presença do militar que não é médico uma solução ruim enquanto o país enfrenta a pandemia do Covid-19. Só 15% consideram Pazuello à altura da tarefa de lidar com a crise sanitária.

Bolsonaro é culpado pelas crises

A maioria da população atribui a Bolsonaro a responsabilidade pelo agravamento tanto da crise sanitária quanto da crise econômica. Para 69% dos entrevistados a atual crise econômica é a pior da história.

Desempenho de Bolsonaro no governo também é reprovado

O desempenho de Bolsonaro no governo é considerado negativo por 44%, positivo por 31% e regular por 23%. Na pesquisa anterior, em abril, 38% consideravam o desempenho negativo. Enquanto 35% dos homens consideram o desempenho de Bolsonaro negativo, é maioria absoluta entre as mulheres a rejeição: 51%.


Fonte:  Redação CUT - 14/07/2020


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