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Notícia - Aeronautas decidem aceitar a proposta do TST
Aeronautas de São Paulo, Brasília, Porto Alegre e Campinas, além do Rio de Janeiro, realizaram assembleias ontem (18), e decidiram por aceitar integralmente a proposta. Foto: Divulgação

Após a audiência de conciliação que ocorreu quarta-feira (17) promovida pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST), os aeronautas aceitaram a proposta oferecida pelo órgão. Os pilotos e comissários de bordo disseram sim e encerraram o estado de greve.

Aeronautas de São Paulo, Brasília, Porto Alegre e Campinas, além do Rio de Janeiro, realizaram assembleias ontem (18), e decidiram por aceitar integralmente a proposta. O Sindicato Nacional de Empresas Aeroviárias (Snea), representante das companhias aéreas Azul, Avianca, Gol e Tam, também disseram sim.

Mas qual foi a proposta? Os aeronautas receberão reajuste salarial de 11% em duas parcelas de 5,5% em fevereiro e maio, não retroativo à data-base (1º de dezembro). Além disso, foi concedido reajuste de 11% nos benefícios e feita a promessa de que nenhuma retaliação recairá sobre os trabalhadores, em função da paralisação realizada no último dia 3.

O Sindicato Nacional dos Aeroviários (SNA), que representa trabalhadores que atuam em solo  (trata-se deagentes de check-in, auxiliares de serviços gerais, mecânicos de aeronaves, agentes de bagagem, operadores de equipamentos), ainda vai avaliar a proposta de conciliação do TST em assembleia.

Saga longa

Os trabalhadores anunciaram o estado de greve no dia 7 de janeiro, após assembleia.  Eles haviam rejeitado, por unanimidade, a proposta que fora apresentada pelas companhias aéreas em 17 de dezembro do ano passado.

Havia a expectativa de acontecer a greve durante o carnaval, mas pensando na população, os trabalhadores decidiram adiar essa decisão.

Com o acordo, a greve não deve mais acontecer, porém os trabalhadores em aviação estarão ligados e não deixarão que seus direitos sejam desrespeitados. 

Foi mais de um mês de apreensão, mas felizmente, com um final feliz para os empregados!

Fonte: Thomas Lagôa/Redação Mundo Sindical, com informações Felipe Pontes, da Agência Brasil - 19/02/2016
 
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