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Artigo - Segurança eletrônica não substitui o trabalho do vigilante

Com o objetivo de reduzir gastos com a mão de obra e aumentar os lucros, as empresas de vigilância privada vêm investindo cada vez mais em meios de conseguir substituir o trabalho dos profissionais pela segurança eletrônica, que é uma das propostas presentes no Projeto de Lei 4238/12, em trâmite no Congresso Nacional, que institui o Estatuto da Segurança Privada.

O trabalho de segurança realizado por máquinas nunca garantirá a proteção da sociedade e patrimônios com a mesma eficiência dos vigilantes, profissionais especializados e preparados para exercerem tal função.

A segurança eletrônica poderia ser utilizada como complemento do trabalho do vigilante. Neste caso, o profissional, além de assumir as suas responsabilidades, teria o compromisso de operar e monitorar os equipamentos, em tempo real, além de realizar o pronto-atendimento a qualquer problema que possa acontecer.

A segurança privada possui relevante importância no nosso contexto atual, tendo em vista o aumento desenfreado dos índices de violência. Com isso, precisamos nos unir e lutar nesta Campanha Salarial por uma implantação justa deste sistema moderno de segurança, de forma que não prejudique e desvalorize a categoria, através da redução de postos de trabalho, entre outros agravantes. 

Amaro Pereira da Silva Filho Presidente do Sindicato dos Vigilantes de Barueri e diretor de Assuntos Jurídicos da CNTV-OS (Confederação Nacional dos Vigilantes)